@aysaaadunne: Just a series of unserious photos :) ran a lot, hung out with friends, saw family, and still had time to take horrible photos!! #LifeIsGood #marchdump #unphotogenic

aysa
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Thursday 02 April 2026 21:55:00 GMT
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shelaghfluharty
Shelagh Fluharty :
Queen of the side eye
2026-04-03 13:51:06
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nell.asbrand
Nell :
Oh boy
2026-04-02 22:10:20
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abigail.glew
ABBY G :
MY DOUBLE CHIN
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natalie_c29
Natalie Chasse :
I waiting for the uncle Mike pic
2026-04-03 00:47:14
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PARTE 28 - DÍZIMO NA BÍBLIA: Dizimar não repreende um espírito devorador. Essa talvez seja uma das maiores confusões sobre Malaquias 3. O texto nunca diz que existe um demônio financeiro esperando quem deixa de entregar 10% do salário. Quando analisamos o contexto histórico, a língua hebraica e a Lei de Moisés, descobrimos algo completamente diferente. Em Malaquias, a
PARTE 28 - DÍZIMO NA BÍBLIA: Dizimar não repreende um espírito devorador. Essa talvez seja uma das maiores confusões sobre Malaquias 3. O texto nunca diz que existe um demônio financeiro esperando quem deixa de entregar 10% do salário. Quando analisamos o contexto histórico, a língua hebraica e a Lei de Moisés, descobrimos algo completamente diferente. Em Malaquias, a "Casa do Tesouro" não era um cofre ou uma conta bancária. Eram os celeiros do Templo. O "devorador" não era um espírito maligno, mas as pragas agrícolas que destruíam as plantações. E o dízimo não era dinheiro, PIX ou salário. Eram alimentos produzidos na Terra de Israel. Nesta aula você vai entender por que Malaquias 3 não pode ser lido isoladamente, sem considerar Neemias, a Torá e o contexto do período pós-exílio. Você verá que: • A Casa do Tesouro era um conjunto de armazéns onde se guardavam trigo, vinho e azeite. • O "roubo a Deus" estava ligado à retenção dos alimentos destinados ao sustento dos levitas e dos necessitados, em um contexto de corrupção sacerdotal. • O termo hebraico traduzido como "devorador" (okel) descreve aquilo que consome as colheitas, como gafanhotos, pragas e seca, dentro da linguagem da aliança agrícola da Torá. • O dinheiro existia em Israel, mas o dízimo permanecia restrito aos produtos da terra e ao crescimento dos rebanhos. • A Mishná e o Talmude mostram que assalariados, artesãos, pescadores e trabalhadores urbanos não estavam sujeitos ao dízimo mosaico. A partir da Teologia Acadêmica Interconfessional, da exegese histórico-gramatical e de autores como Gordon Fee, Douglas Stuart, Joyce Baldwin e David A. Croteau, percebemos que Malaquias denunciava uma crise espiritual, social e institucional em Judá, e não estabelecia uma fórmula de prosperidade baseada na entrega de dinheiro. Isso não resolve automaticamente como uma igreja deve organizar seu sustento hoje. Mas mostra que qualquer aplicação contemporânea precisa respeitar primeiro o significado original do texto bíblico. Se alguém afirma que "quem não entrega 10% do salário terá o devorador destruindo sua vida financeira", a pergunta inevitável é: Será que essa interpretação realmente corresponde ao contexto de Malaquias? Assista até o final e depois me diga sua opinião nos comentários. Temos que interpretar a Bíblia pela própria Bíblia ou pelas tradições modernas? #malaquias #devorador #dizimo #dízimo #APRENDANOTIKTOK @Bíblia Com Inteligência @Bíblia Com Inteligência @Bíblia Com Inteligência

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