phasd 🥷 :
Enfim, como dizia Lil Peep, "quando eu morrer, você me amará". Mas e agora, será que você ainda se importa comigo? Essa dúvida me consome, me faz questionar.
Eu me esforço para entender seus sentimentos, para saber se você ainda me vê como alguém especial. Mas, por mais que eu tente, sinto que estou sempre no escuro. Cada gesto, cada palavra, parece ter um significado que eu não consigo entender.
Eu olho para você e vejo como você parece tão distante e indiferente. Você parece ter uma vida própria, uma felicidade que não me inclui. E isso me faz duvidar de minhas próprias chances com você.
A cada dia que passa, a sensação de saudade aumenta. É como se eu estivesse preso em um vazio, esperando por um sinal que nunca chega. E, honestamente, eu não sei se ainda tenho forças para continuar.
Eu busco sinais, pistas que possam me dizer se você ainda sente algo por mim. Eu me pergunto se estou lendo os sinais certos, se estou interpretando corretamente seus gestos e palavras. E a dúvida me atormenta.
Eu sinto que preciso saber se você ainda sente algo por mim. Preciso saber se há uma chance para nós dois. Alguém que possa me ajudar a entender seus sentimentos e a encontrar meu caminho.
eu, me perdi num vazio e solidão, a qual quais quer resquícios de felicidade não se manifestam, apenas a melancolia e o sentimento ruim que sobram Porque, por mais que eu tente, é como se eu sempre estivesse correndo atrás de algo inalcançável. Eu me esforço para ser melhor, para agradar, para preencher as expectativas que os outros colocam sobre mim, mas no fim, parece que tudo o que faço não é o bastante. É como se eu estivesse preso em um ciclo interminável de decepção, onde cada tentativa falha só reforça a ideia de que há algo de fundamentalmente errado em mim. Eu olho para os outros e vejo como eles parecem ser completos, como se eles tivessem algo que eu nunca vou conseguir alcançar. E isso me consome, me deixa cada vez mais exausto, porque sinto que, não importa o quanto eu mude ou me adapte, eu sempre vou estar à margem, sempre vou ser o 'quase', o 'não suficiente'. É uma dor silenciosa, constante, que me acompanha.
2026-05-24 20:28:12