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apocalyps306
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pega minha alma pra vc 😼
2026-04-07 02:12:01
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O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, falou nesta quinta-feira (25/09) sobre a liberação e os impactos das práticas de paredões de som e de grau - manobras radicais com motocicletas. Segundo ele, o Estado defende a regulamentação dessas atividades em espaços específicos, de forma que não prejudiquem a convivência social nem sobrecarreguem o sistema de saúde. Durante a entrevista, Jerônimo destacou que os municípios precisam criar locais próprios para paredões. “Quem quiser fazer a prática de paredões, o município tem que regulamentar e tirar um espaço específico. Não pode ser feito onde tem pessoas idosas, pessoas com autismo ou adoecidas. Que se crie um ambiente onde só vai quem gosta, como acontece com o futebol em um estádio”, afirmou. Prática de grau e acidentes de trânsito Sobre a prática de grau, o governador ressaltou que, quando realizada sem controle, tem relação direta com o aumento dos acidentes de moto, o que pressiona os hospitais e gera altos custos para o Estado. “Acidente é diário de moto. As pessoas bebem, andam sem capacete. Por mais que façamos mutirões, ainda temos a irresponsabilidade de quem pilota sem proteção”, disse. Hospital de ortopedia e custos sociais Jerônimo lembrou que a Bahia já conta com um hospital especializado em ortopedia, administrado pelo Hospital Albert Einstein, com a meta de zerar a fila de cirurgias. Porém, grande parte da demanda vem de motociclistas acidentados. “Uma pessoa com três ou quatro fraturas precisa de várias cirurgias e fica meses fora do convívio social e do trabalho. Isso é caro para o Estado e para a família que precisa assumir os cuidados”, afirmou. #jeronimorodrigues #bahia #paredao #grau #estadodabahia
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, falou nesta quinta-feira (25/09) sobre a liberação e os impactos das práticas de paredões de som e de grau - manobras radicais com motocicletas. Segundo ele, o Estado defende a regulamentação dessas atividades em espaços específicos, de forma que não prejudiquem a convivência social nem sobrecarreguem o sistema de saúde. Durante a entrevista, Jerônimo destacou que os municípios precisam criar locais próprios para paredões. “Quem quiser fazer a prática de paredões, o município tem que regulamentar e tirar um espaço específico. Não pode ser feito onde tem pessoas idosas, pessoas com autismo ou adoecidas. Que se crie um ambiente onde só vai quem gosta, como acontece com o futebol em um estádio”, afirmou. Prática de grau e acidentes de trânsito Sobre a prática de grau, o governador ressaltou que, quando realizada sem controle, tem relação direta com o aumento dos acidentes de moto, o que pressiona os hospitais e gera altos custos para o Estado. “Acidente é diário de moto. As pessoas bebem, andam sem capacete. Por mais que façamos mutirões, ainda temos a irresponsabilidade de quem pilota sem proteção”, disse. Hospital de ortopedia e custos sociais Jerônimo lembrou que a Bahia já conta com um hospital especializado em ortopedia, administrado pelo Hospital Albert Einstein, com a meta de zerar a fila de cirurgias. Porém, grande parte da demanda vem de motociclistas acidentados. “Uma pessoa com três ou quatro fraturas precisa de várias cirurgias e fica meses fora do convívio social e do trabalho. Isso é caro para o Estado e para a família que precisa assumir os cuidados”, afirmou. #jeronimorodrigues #bahia #paredao #grau #estadodabahia

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