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🎡🥁 Carl Orff – Carmina Burana, O Fortuna (Fortuna Imperatrix Mundi, nº 1) Madrigalchor da Hochschule für Musik und Theater München, direção de Martin Steidler – coro 🎤 Munich String and Percussion Orchestra – Adel Shalaby • Depois da estreia, Orff escreveu ao editor que tudo o que tinha composto antes podia ser destruído. A estreia foi em 1937, na Ópera de Frankfurt, e a crítica da época já apontava a obra como importante para a música daquele tempo. Para Orff, era ali que começava a sua obra de número um. Os poemas tinham feito um caminho longo até aquele palco: o caderno ficou na abadia de Benediktbeuern, na Baviera, e só saiu de lá quando o mosteiro foi dissolvido, para acabar na biblioteca estatal da Baviera, onde está até hoje. Foi o filólogo Johann Andreas Schmeller quem publicou os textos pela primeira vez e deu à coleção o nome de Carmina Burana. • Ouça de novo e repare no final: nos últimos compassos, a harmonia troca o acorde menor pelo maior, e a peça termina de repente. Este trecho é a volta do fortíssimo do começo, depois de um longo sussurro insistente do coro, que ficou fora do corte. Nos planos de perto, dá para ver uma percussionista tocando um bumbo grande, com o coro logo atrás. • Adel Shalaby é percussionista, regente e professor da Hochschule für Musik und Theater, em Munique. Em 1988, fundou ali o Munich Percussion Ensemble, para aproximar tradições musicais europeias e árabes, e o grupo passou depois a se apresentar também como orquestra de cordas e percussão, já tendo tocado na Ópera do Cairo e na Royal Opera House de Mascate. O coro é o Madrigalchor da mesma escola. O manuscrito desses poemas está guardado em Munique, a cidade onde vive hoje este regente nascido no Cairo. • 👉 Siga, o melhor da música clássica, diariamente no seu feed. • #carminaburana #ofortuna #carlorff #musicaclassica
🎡🥁 Carl Orff – Carmina Burana, O Fortuna (Fortuna Imperatrix Mundi, nº 1) Madrigalchor da Hochschule für Musik und Theater München, direção de Martin Steidler – coro 🎤 Munich String and Percussion Orchestra – Adel Shalaby • Depois da estreia, Orff escreveu ao editor que tudo o que tinha composto antes podia ser destruído. A estreia foi em 1937, na Ópera de Frankfurt, e a crítica da época já apontava a obra como importante para a música daquele tempo. Para Orff, era ali que começava a sua obra de número um. Os poemas tinham feito um caminho longo até aquele palco: o caderno ficou na abadia de Benediktbeuern, na Baviera, e só saiu de lá quando o mosteiro foi dissolvido, para acabar na biblioteca estatal da Baviera, onde está até hoje. Foi o filólogo Johann Andreas Schmeller quem publicou os textos pela primeira vez e deu à coleção o nome de Carmina Burana. • Ouça de novo e repare no final: nos últimos compassos, a harmonia troca o acorde menor pelo maior, e a peça termina de repente. Este trecho é a volta do fortíssimo do começo, depois de um longo sussurro insistente do coro, que ficou fora do corte. Nos planos de perto, dá para ver uma percussionista tocando um bumbo grande, com o coro logo atrás. • Adel Shalaby é percussionista, regente e professor da Hochschule für Musik und Theater, em Munique. Em 1988, fundou ali o Munich Percussion Ensemble, para aproximar tradições musicais europeias e árabes, e o grupo passou depois a se apresentar também como orquestra de cordas e percussão, já tendo tocado na Ópera do Cairo e na Royal Opera House de Mascate. O coro é o Madrigalchor da mesma escola. O manuscrito desses poemas está guardado em Munique, a cidade onde vive hoje este regente nascido no Cairo. • 👉 Siga, o melhor da música clássica, diariamente no seu feed. • #carminaburana #ofortuna #carlorff #musicaclassica

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