@genricofamily: No sé en donde aprendió esos pasos de baile… 😳🤣 #bebes #funny #babiesoftiktok

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Monday 13 April 2026 00:34:39 GMT
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karium97
KariUm :
Ella no va a tener problemas, ella va a ser el problema 🤣
2026-04-14 03:59:58
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ff_pucca41
antu :
ya sabemos en q pose la hicieron😂😂😂
2026-05-23 22:23:35
1518
marilynrivera1984
Pantera Rabiosa :
ya sabemos de quién lo aprendio😁😂🤣🙏🥰
2026-04-13 13:42:57
78568
cristina_martinez94
Cristina💖😇💖 :
el papá:
2026-04-18 15:52:10
3698
olgalurogo
Olgalu :
“ No sé de dónde aprendió “ y la mamá enseñándole, jajajaja hermosa 🥰
2026-04-13 21:15:11
6069
vanesa0792
Silva Vanessa :
Es mucho ambiente para el papa. jajajajajaja
2026-04-13 13:10:04
4049
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Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology desenvolveram uma tecnologia que pode representar um dos avanços mais promissores no tratamento do diabetes tipo 1. Trata-se de um implante bioartificial com células produtoras de insulina, criado para funcionar como uma espécie de “mini pâncreas” dentro do corpo. O dispositivo abriga células das ilhotas pancreáticas, responsáveis por detectar o aumento da glicose no sangue e liberar insulina automaticamente. A ideia é fazer com que o próprio implante responda às necessidades do organismo, reduzindo a dependência de aplicações diárias de insulina. Um dos grandes diferenciais da pesquisa está na proteção dessas células. Como o diabetes tipo 1 acontece quando o sistema imunológico destrói as células produtoras de insulina, os cientistas criaram uma cápsula capaz de proteger o implante contra rejeição, permitindo ao mesmo tempo a passagem de nutrientes, glicose e insulina. Outro ponto impressionante é que o dispositivo possui um sistema interno de oxigenação. Isso ajuda a manter as células vivas e funcionando por mais tempo dentro do corpo, um dos maiores desafios desse tipo de tratamento. Nos testes realizados em animais, o implante conseguiu controlar os níveis de açúcar no sangue por pelo menos 90 dias, sem a necessidade de aplicações diárias de insulina. Apesar dos resultados animadores, a tecnologia ainda está em fase experimental e precisa passar por novos estudos antes de ser testada e usada em humanos. Mesmo assim, a descoberta abre caminho para uma nova geração de tratamentos contra o diabetes: em vez de apenas aplicar insulina de fora, a medicina tenta restaurar uma função natural perdida pelo corpo. Fonte: MIT News / estudo publicado na revista Device #o #corpo #humano #saude #diabético
Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology desenvolveram uma tecnologia que pode representar um dos avanços mais promissores no tratamento do diabetes tipo 1. Trata-se de um implante bioartificial com células produtoras de insulina, criado para funcionar como uma espécie de “mini pâncreas” dentro do corpo. O dispositivo abriga células das ilhotas pancreáticas, responsáveis por detectar o aumento da glicose no sangue e liberar insulina automaticamente. A ideia é fazer com que o próprio implante responda às necessidades do organismo, reduzindo a dependência de aplicações diárias de insulina. Um dos grandes diferenciais da pesquisa está na proteção dessas células. Como o diabetes tipo 1 acontece quando o sistema imunológico destrói as células produtoras de insulina, os cientistas criaram uma cápsula capaz de proteger o implante contra rejeição, permitindo ao mesmo tempo a passagem de nutrientes, glicose e insulina. Outro ponto impressionante é que o dispositivo possui um sistema interno de oxigenação. Isso ajuda a manter as células vivas e funcionando por mais tempo dentro do corpo, um dos maiores desafios desse tipo de tratamento. Nos testes realizados em animais, o implante conseguiu controlar os níveis de açúcar no sangue por pelo menos 90 dias, sem a necessidade de aplicações diárias de insulina. Apesar dos resultados animadores, a tecnologia ainda está em fase experimental e precisa passar por novos estudos antes de ser testada e usada em humanos. Mesmo assim, a descoberta abre caminho para uma nova geração de tratamentos contra o diabetes: em vez de apenas aplicar insulina de fora, a medicina tenta restaurar uma função natural perdida pelo corpo. Fonte: MIT News / estudo publicado na revista Device #o #corpo #humano #saude #diabético

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