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Variasi Mobil
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bersabarlah._2
محمد المنور الجاوى الغربية :
11.000 jadi 60 000
2026-04-29 11:02:42
0
guntursaketi51
Guntur saketi :
pesan yg warna kok habis. gak jadi beli wes
2026-04-21 13:56:46
0
deaqilla8
Aqila08Shop :
buat mobil apa
2026-04-27 14:52:34
0
zulminakasa
Zulmina❣️KASA🇮🇩🇮🇩 :
tggl satu warna.ya kk
2026-04-22 02:31:08
0
mochamadmuslich32
Mamad Ajah :
katrok
2026-04-21 22:59:49
1
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O cotidiano de quem ganha a vida sobre duas rodas na Baixada Fluminense transformou-se em um cenário de medo e incertezas. A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) investiga as circunstâncias da execução brutal do mototaxista de aplicativo Maicon Alisson Lourenço, de 33 anos. O trabalhador foi encontrado m0rto nessa quarta-feira (30/9), com marcas de tiros e graves sinais de t0rtvra em Duque de Caxias, consolidando o cumprimento de am34ças feitas por cr1m1n0sos que proibiram a atuação de mototaxistas de aplicativo em comunidades sob o domínio do tr4f1co de dr0gas. O crime ocorreu após Maicon aceitar uma corrida na tarde de segunda-feira com destino ao bairro Pantanal. Morador da comunidade do Corte 8, região sob influência do Comando Vermelho (CV), o trabalhador entrou em território dominado pelo Terceiro Comando Puro (TCP) ao realizar a viagem. A principal linha de investigação conduzida pelas autoridades aponta que Maicon foi interceptado e confundido com um integrante da facção rival apenas por residir em uma área sob controle do grupo oposto. “Eles começaram a matar trabalhadores pelo simples fato de estarmos cumprindo nossa rotina em áreas controladas pelo tráfico”, disse um mototaxista ouvido pela coluna. O alarme sobre o desaparecimento de Maicon foi dado quando ele deixou de buscar a filha pequena na escola, compromisso que cumpria diariamente. Pouco tempo depois do sumiço, amigos e conhecidos do mototaxista começaram a receber mensagens intimidadoras acompanhadas de uma fotografia estarrecedora: Maicon aparecia amarrado e sob custódia dos criminosos. Horas mais tarde, a confirmação do assassinato chocava a comunidade local. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) trabalha para identificar e prender os autores da execução. Em resposta ao assassinato e ao clima de acossamento imposto pelas facções, dezenas de mototaxistas e motoristas de aplicativo realizaram um ato de protesto pelas ruas de Duque de Caxias, nesta quarta-feira (30/9). 🤳 Reprodução #colunanamira
O cotidiano de quem ganha a vida sobre duas rodas na Baixada Fluminense transformou-se em um cenário de medo e incertezas. A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) investiga as circunstâncias da execução brutal do mototaxista de aplicativo Maicon Alisson Lourenço, de 33 anos. O trabalhador foi encontrado m0rto nessa quarta-feira (30/9), com marcas de tiros e graves sinais de t0rtvra em Duque de Caxias, consolidando o cumprimento de am34ças feitas por cr1m1n0sos que proibiram a atuação de mototaxistas de aplicativo em comunidades sob o domínio do tr4f1co de dr0gas. O crime ocorreu após Maicon aceitar uma corrida na tarde de segunda-feira com destino ao bairro Pantanal. Morador da comunidade do Corte 8, região sob influência do Comando Vermelho (CV), o trabalhador entrou em território dominado pelo Terceiro Comando Puro (TCP) ao realizar a viagem. A principal linha de investigação conduzida pelas autoridades aponta que Maicon foi interceptado e confundido com um integrante da facção rival apenas por residir em uma área sob controle do grupo oposto. “Eles começaram a matar trabalhadores pelo simples fato de estarmos cumprindo nossa rotina em áreas controladas pelo tráfico”, disse um mototaxista ouvido pela coluna. O alarme sobre o desaparecimento de Maicon foi dado quando ele deixou de buscar a filha pequena na escola, compromisso que cumpria diariamente. Pouco tempo depois do sumiço, amigos e conhecidos do mototaxista começaram a receber mensagens intimidadoras acompanhadas de uma fotografia estarrecedora: Maicon aparecia amarrado e sob custódia dos criminosos. Horas mais tarde, a confirmação do assassinato chocava a comunidade local. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) trabalha para identificar e prender os autores da execução. Em resposta ao assassinato e ao clima de acossamento imposto pelas facções, dezenas de mototaxistas e motoristas de aplicativo realizaram um ato de protesto pelas ruas de Duque de Caxias, nesta quarta-feira (30/9). 🤳 Reprodução #colunanamira

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