@mimismonkeys6: #breakaway26

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Friday 17 April 2026 20:44:23 GMT
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lolaspam0404
Lola :
Matter of fact where’s everything from
2026-04-17 20:58:57
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sofia.leavitt
SOF🌟💝 :
How could anyone lose this??
2026-04-17 23:15:43
2
loganspams1
logan spams :
tea asf
2026-04-17 20:58:31
1
emma_.hernandez1
emma_.hernandez1 :
so baddiee
2026-04-17 20:59:43
1
zaraaacccc
zara cordero 💗 :
soo cute
2026-04-17 21:01:04
0
_clara.boyd_
C L A R A :
Oh yeassss 😍😍
2026-04-17 21:47:07
0
stella_simpson7
stella lynn :
BADDIEEE
2026-04-18 15:08:24
1
niky_secret
nicole :
YUP
2026-04-17 21:02:18
1
_madifernandezz
madi :
Yup tea
2026-04-17 21:21:01
1
gabby_klapman
gabby😇 :
okurrrrr
2026-04-17 22:23:52
1
brookehunt3r
Brooke :
BADDDIEEEE
2026-04-17 20:45:49
1
brooklyn.lax
brooklyn :
Oh my gaaaaa😍
2026-04-17 21:05:21
1
ucantfindme_62
Alecia 😩💋☝️🥹 :
Insane
2026-04-18 15:07:43
1
bryceowens_
Bryce :
WOW.
2026-04-17 22:52:17
1
morgan.mack4
mo💋 :
Ateee
2026-04-18 00:15:17
1
giovannamain
giovanna🌅🌸 :
Omg yes
2026-04-17 22:08:54
1
addisonmenzer
addison :
yess
2026-04-18 00:07:42
0
lolaspam0404
Lola :
Stunning
2026-04-17 20:59:14
1
.anyadmas
anya🧸 :
Omfg
2026-04-17 20:47:15
0
morgan.mack4
mo💋 :
Tann
2026-04-18 00:15:20
1
gabby_klapman
gabby😇 :
wow yes.
2026-04-17 22:23:54
1
loganspams1
logan spams :
wowowowowoow
2026-04-17 20:58:37
1
jayceemerollinnnn
jaycee🦄🌈😇❣️ :
fit omg yes
2026-04-17 21:12:26
1
.anyadmas
anya🧸 :
so good
2026-04-17 20:47:27
1
niky_secret
nicole :
Tea
2026-04-17 21:02:22
1
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Toda vez que o celular vibra sobre a mesa, o som corta o silêncio da casa antes mesmo que eu perceba. Minha mão vai até ele por impulso, como quem repete um gesto treinado durante meses. A tela acende, ilumina meu rosto por um segundo e, nesse breve intervalo entre o visor apagado e a notificação aparecer, alguma coisa dentro de mim ainda acredita. O peito aperta de um jeito conhecido, os dedos hesitam antes de desbloquear a tela, e um sorriso quase acontece sem que eu autorize. Então aparecem as mesmas coisas de sempre. Um aplicativo avisando sobre uma promoção qualquer. O banco lembrando do vencimento de uma fatura. Um grupo cheio de mensagens que ninguém realmente lê. A luz da tela continua acesa, mas aquele pequeno brilho que surgiu dentro de mim desaparece antes mesmo de eu terminar de ler a primeira palavra. Bloqueio o celular devagar, coloco-o exatamente onde estava e continuo o que estava fazendo, fingindo que aquela expectativa não existiu. É curioso como o coração demora para aprender aquilo que a razão aceitou há muito tempo. Minha mente sabe exatamente há quanto tempo você partiu. Sabe que as nossas conversas terminaram, que as notificações com o seu nome deixaram de existir e que a última mensagem ficou perdida lá em cima, onde nenhuma nova conseguiu empurrá-la para baixo. Mesmo assim, existe uma parte de mim que insiste em agir como se o próximo toque pudesse desfazer todos esses meses de silêncio. Às vezes penso que não sinto mais saudade. Passo horas trabalhando, resolvendo problemas, conversando com outras pessoas, rindo de alguma bobagem. A vida segue com uma aparência convincente de normalidade. Mas basta aquele pequeno som ecoar no bolso da calça, na escrivaninha ou ao lado da cama para eu descobrir que certas ausências continuam morando nos lugares mais improváveis. Elas não precisam gritar. Esperam pacientemente por um detalhe qualquer para lembrar que nunca foram embora de verdade. O mais estranho é que eu nem espero uma declaração, um pedido de desculpas ou uma explicação. Durante muito tempo imaginei como seria ler novamente o seu nome iluminando a tela. Hoje percebo que bastaria uma única palavra. Um simples
Toda vez que o celular vibra sobre a mesa, o som corta o silêncio da casa antes mesmo que eu perceba. Minha mão vai até ele por impulso, como quem repete um gesto treinado durante meses. A tela acende, ilumina meu rosto por um segundo e, nesse breve intervalo entre o visor apagado e a notificação aparecer, alguma coisa dentro de mim ainda acredita. O peito aperta de um jeito conhecido, os dedos hesitam antes de desbloquear a tela, e um sorriso quase acontece sem que eu autorize. Então aparecem as mesmas coisas de sempre. Um aplicativo avisando sobre uma promoção qualquer. O banco lembrando do vencimento de uma fatura. Um grupo cheio de mensagens que ninguém realmente lê. A luz da tela continua acesa, mas aquele pequeno brilho que surgiu dentro de mim desaparece antes mesmo de eu terminar de ler a primeira palavra. Bloqueio o celular devagar, coloco-o exatamente onde estava e continuo o que estava fazendo, fingindo que aquela expectativa não existiu. É curioso como o coração demora para aprender aquilo que a razão aceitou há muito tempo. Minha mente sabe exatamente há quanto tempo você partiu. Sabe que as nossas conversas terminaram, que as notificações com o seu nome deixaram de existir e que a última mensagem ficou perdida lá em cima, onde nenhuma nova conseguiu empurrá-la para baixo. Mesmo assim, existe uma parte de mim que insiste em agir como se o próximo toque pudesse desfazer todos esses meses de silêncio. Às vezes penso que não sinto mais saudade. Passo horas trabalhando, resolvendo problemas, conversando com outras pessoas, rindo de alguma bobagem. A vida segue com uma aparência convincente de normalidade. Mas basta aquele pequeno som ecoar no bolso da calça, na escrivaninha ou ao lado da cama para eu descobrir que certas ausências continuam morando nos lugares mais improváveis. Elas não precisam gritar. Esperam pacientemente por um detalhe qualquer para lembrar que nunca foram embora de verdade. O mais estranho é que eu nem espero uma declaração, um pedido de desculpas ou uma explicação. Durante muito tempo imaginei como seria ler novamente o seu nome iluminando a tela. Hoje percebo que bastaria uma única palavra. Um simples "oi" seria suficiente para fazer o tempo desacelerar por alguns segundos. Não porque resolveria tudo, mas porque provaria que, em algum canto da sua rotina, ainda existia um espaço onde eu pudesse aparecer. Mas esse instante nunca chega. O celular continua vibrando todos os dias, obedecendo ao ritmo do mundo, enquanto você permanece em um silêncio que nenhum toque consegue atravessar. E eu sigo vivendo essa pequena ilusão diária, quase imperceptível para qualquer outra pessoa. Ninguém nota quando meus olhos procuram seu nome antes de ler a notificação. Ninguém percebe aquele segundo em que minha respiração muda ou a maneira como meu semblante volta ao normal logo depois. Para quem observa de fora, foi apenas mais uma mensagem qualquer. Para mim, foi mais uma esperança que nasceu e morreu no intervalo de um desbloqueio de tela. Talvez seja isso que o tempo faça com certos amores. Ele não apaga as expectativas de uma vez. Apenas as transforma em reflexos. O corpo continua esperando por alguém mesmo depois que a mente entende que essa pessoa não voltará. E, enquanto houver um celular vibrando em algum lugar da casa, talvez sempre exista um breve instante em que meu coração esquecerá da despedida... antes de lembrar, mais uma vez, que você já não escreve mais. #frases #amor #frasesdeamor

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