@j.rdanlucas: People have legit never been seen since that trailer dropped bro ✌️💀 #marvel #mcu #avengersdoomsday #doomsday #avengers

🌜Jordan Lucas🌛
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Tuesday 21 April 2026 15:57:32 GMT
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rubberband.1
Braylon :
My friend was there, he said he was gonna record it..Haven't heard from him since.
2026-04-21 16:21:47
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jonas99222
I’m just a chill guy 🇵🇸♥️ :
The security the minute they see you’re recording
2026-04-21 16:02:24
283
mac.n.cheese80
Mac.n.Cheese_80 :
Am I cooked
2026-04-21 19:10:02
193
mattochatto
Chatto :
I can hear Supes screaming
2026-04-21 16:24:16
37
ladiesmane
TAY :
“𝐃𝐈𝐃 𝐘𝐎𝐔 𝐓𝐀𝐊𝐄 𝐘𝐎𝐔𝐑 𝐏𝐇𝐎𝐍𝐄 𝐎𝐔𝐓!“
2026-04-22 12:46:54
22
hanerix69
Pomidor :
employees as soon as they feel a molecule of recording
2026-04-21 16:07:56
27
shxkkes.cc
SHXKES :
Seeing Ultron come out from the stage after you pull ur phone out to turn off ringtone
2026-04-21 16:12:42
36
lawe4420
nickWASD420 :
put your phone away
2026-04-21 16:03:20
29
jjkmanic
MANIK :
Was is not crystal clear
2026-04-21 16:48:32
27
gcolbyp
G’Colby :
I can hear Supes’ screaming in the back 🤣
2026-04-21 17:17:23
32
_kobbiemainoolover
Stucha🐊™️ :
"Cheaper town halls"
2026-04-21 17:04:24
5
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Há 10 anos Anitta apresentou “Bang” no Faustão — e aquilo foi só o começo Lembra daquele dia? Há 10 anos Anitta subia no palco do Domingão do Faustão com “Bang” — figurino milimetricamente pensado, coreografia afiada e aquele refrão que grudava como chiclete. Foi um daqueles momentos em que parece que a cultura pop brasileira deu um estalo: a linguagem visual do pop nacional estava sendo reinventada ali, ao vivo, na maior vitrine da TV brasileira. Mas se “Bang” entrou para a memória afetiva do público, a história por trás disso é muito maior — e é a história de alguém que transformou talento, instinto e trabalho em fenômeno. As origens: do funk às primeiras luzes Anitta veio das bases do funk carioca — um universo de rua, baile, boca a boca — onde aprendeu a dançar, a gravar com pouco recurso e, sobretudo, a entender o público. Essa raiz deu a ela algo que nenhuma escola formal ensina: radar para o que pega, ritmo de comunidade e coragem para ousar. Antes de chegar às arenas e ao tapete vermelho, houve anos de shows pequenos, amigos de produção, vídeos caseiros e uma constância de quem não espera reconhecimento, constrói. O salto nacional: quando a música virou conversa de todo mundo O surgimento de hits que misturavam batida, performance e storytelling (letras que falavam com a juventude) fez com que Anitta deixasse de ser só mais uma voz do funk para se tornar fenômeno pop. Programas de TV, rádios e redes sociais passaram a replicar suas músicas. Ela aprendeu rápido que, no pop moderno, imagem, atitude e timing importam tanto quanto a canção. “Show das Poderosas”, “Bang” e outras fases trouxeram plateias gigantescas e consolidaram o que já estava claro: ali havia uma artista com senso de espetáculo. Reinvenção como estratégia: do local ao global O que distingue uma estrela de uma moda passageira é a capacidade de se reinventar. Anitta entendeu isso cedo. Em vez de se prender a um único gênero, ela começou a experimentar — pop, funk, reggaeton, ritmos latinos, versos em espanhol e inglês — tudo com a mesma intenção: falar com públicos diferentes sem perder a sua identidade. A estratégia rendeu: o mercado latino, depois o mercado global, abriram portas. Colaborações internacionais, participações em festivais e singles bilíngues ampliaram o alcance e mudaram as regras do jogo para artistas brasileiros. Marca pessoal e gestão: artista que pensa como empresária Além da voz e do palco, Anitta desenvolveu uma percepção aguçada sobre marca pessoal. Ela entendeu o valor das redes sociais antes de muitos: produziu conteúdo direto, rápido, muitas vezes controverso, sempre calculado para gerar engajamento. Paralelamente, fez escolhas de carreira que demonstraram visão de negócio — parcerias estratégicas, mudança de diretores, troca de gravadoras e controle criativo sobre lançamentos. Essa postura transformou-a em case: uma artista que não espera o mercado ditar, mas que muitas vezes o antecipa. O palco global e a quebra de barreiras A partir do momento em que começou a circular em playlists internacionais, fazer shows fora do Brasil, e se envolver com grandes nomes da música mundial, Anitta deixou de ser “apenas” a cantora brasileira de sucesso: passou a ser um nome reconhecido na indústria global. Mais importante: abriu caminho para que a música em português e o pop brasileiro ocupassem espaço fora do mercado nacional. Essa quebra de barreiras tem um efeito multiplicador — mais atenção para outros artistas, para produtores e para o próprio ecossistema musical do país. Polêmicas, maturidade e imagem pública Ao longo do caminho vieram polêmicas, críticas e comparações — o preço de estar sempre no centro. Em vez de sumir, ela encarou críticas, aprendeu a dosar exposição e a usar controvérsias quando estratégico. A maturidade artística também veio: vocais mais trabalhados, escolhas estéticas menos impulsivas e colaborações que demonstraram alcance e seriedade musical.  #anitta #pravoce  #musica #pop #fyp
Há 10 anos Anitta apresentou “Bang” no Faustão — e aquilo foi só o começo Lembra daquele dia? Há 10 anos Anitta subia no palco do Domingão do Faustão com “Bang” — figurino milimetricamente pensado, coreografia afiada e aquele refrão que grudava como chiclete. Foi um daqueles momentos em que parece que a cultura pop brasileira deu um estalo: a linguagem visual do pop nacional estava sendo reinventada ali, ao vivo, na maior vitrine da TV brasileira. Mas se “Bang” entrou para a memória afetiva do público, a história por trás disso é muito maior — e é a história de alguém que transformou talento, instinto e trabalho em fenômeno. As origens: do funk às primeiras luzes Anitta veio das bases do funk carioca — um universo de rua, baile, boca a boca — onde aprendeu a dançar, a gravar com pouco recurso e, sobretudo, a entender o público. Essa raiz deu a ela algo que nenhuma escola formal ensina: radar para o que pega, ritmo de comunidade e coragem para ousar. Antes de chegar às arenas e ao tapete vermelho, houve anos de shows pequenos, amigos de produção, vídeos caseiros e uma constância de quem não espera reconhecimento, constrói. O salto nacional: quando a música virou conversa de todo mundo O surgimento de hits que misturavam batida, performance e storytelling (letras que falavam com a juventude) fez com que Anitta deixasse de ser só mais uma voz do funk para se tornar fenômeno pop. Programas de TV, rádios e redes sociais passaram a replicar suas músicas. Ela aprendeu rápido que, no pop moderno, imagem, atitude e timing importam tanto quanto a canção. “Show das Poderosas”, “Bang” e outras fases trouxeram plateias gigantescas e consolidaram o que já estava claro: ali havia uma artista com senso de espetáculo. Reinvenção como estratégia: do local ao global O que distingue uma estrela de uma moda passageira é a capacidade de se reinventar. Anitta entendeu isso cedo. Em vez de se prender a um único gênero, ela começou a experimentar — pop, funk, reggaeton, ritmos latinos, versos em espanhol e inglês — tudo com a mesma intenção: falar com públicos diferentes sem perder a sua identidade. A estratégia rendeu: o mercado latino, depois o mercado global, abriram portas. Colaborações internacionais, participações em festivais e singles bilíngues ampliaram o alcance e mudaram as regras do jogo para artistas brasileiros. Marca pessoal e gestão: artista que pensa como empresária Além da voz e do palco, Anitta desenvolveu uma percepção aguçada sobre marca pessoal. Ela entendeu o valor das redes sociais antes de muitos: produziu conteúdo direto, rápido, muitas vezes controverso, sempre calculado para gerar engajamento. Paralelamente, fez escolhas de carreira que demonstraram visão de negócio — parcerias estratégicas, mudança de diretores, troca de gravadoras e controle criativo sobre lançamentos. Essa postura transformou-a em case: uma artista que não espera o mercado ditar, mas que muitas vezes o antecipa. O palco global e a quebra de barreiras A partir do momento em que começou a circular em playlists internacionais, fazer shows fora do Brasil, e se envolver com grandes nomes da música mundial, Anitta deixou de ser “apenas” a cantora brasileira de sucesso: passou a ser um nome reconhecido na indústria global. Mais importante: abriu caminho para que a música em português e o pop brasileiro ocupassem espaço fora do mercado nacional. Essa quebra de barreiras tem um efeito multiplicador — mais atenção para outros artistas, para produtores e para o próprio ecossistema musical do país. Polêmicas, maturidade e imagem pública Ao longo do caminho vieram polêmicas, críticas e comparações — o preço de estar sempre no centro. Em vez de sumir, ela encarou críticas, aprendeu a dosar exposição e a usar controvérsias quando estratégico. A maturidade artística também veio: vocais mais trabalhados, escolhas estéticas menos impulsivas e colaborações que demonstraram alcance e seriedade musical. #anitta #pravoce #musica #pop #fyp

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