@michellepapss: 😭😭😭😭 still loving biebs but miss my boys

Michelle Papa 🌷✨🧚🏻‍♀️
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Saturday 25 April 2026 07:10:01 GMT
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toriikershaw
tori 🌟 :
Screaming the words rn
2026-04-25 12:09:10
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taylorstachoskii
TAYLOR ⭐️ :
this song UGH!!!
2026-04-29 03:16:13
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jadagiddings
JADA GIDDINGS ⋆ ❀ ˚。⋆ :
😍😍😍
2026-04-25 10:25:51
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➡️ ELEIÇÕES 2026  Após associar o #funk ao crime organizado durante a CPI dos Pancadões em #SãoPaulo, o vereador #LucasPavanato (PL) recorreu ao gênero musical em peças da própria campanha para a Câmara dos Deputados. Nas redes sociais, o parlamentar fez postagens com o jingle “Corte Rápido (Funk do Pavanato)”, pancadão que pede votos no candidato. “Vota no Pavanato. Vota, vota no Pavanato. 2211, eu tô fechado com você. Lucas Pavanato é o melhor de SP”, canta o candidato em um vídeo em que aparece usando óculos Juliet e segura uma caixa de som — acessórios que são comuns ao universo do funk. Pavanato foi relator da CPI criada em 2025 na Câmara Municipal com o objetivo de “investigar possíveis omissões dos órgãos públicos na fiscalização da perturbação do sossego, especialmente no combate a festas clandestinas e ‘pancadões’ realizados em São Paulo”. Ao longo da comissão, o vereador esteve alinhado com o presidente da CPI, Rubinho Nunes (União), ao defender a visão de que funkeiros e bailes na periferia de São Paulo estão diretamente ligados à prática de crimes. No relatório final, Pavanato afirmou ser evidente que “pancadões, em determinados contextos, funcionam como espaços de difusão e normalização da chamada narcocultura“. No entendimento dele, o fenômeno legitima o crime organizado, o tráfico de drogas e a violência como “meios de ascensão social e afirmação identitária”. Durante o mandato, Pavanato também protagonizou mais de uma iniciativa contra o gênero. Em junho deste ano, o Museu da Língua Portuguesa decidiu adiantar o fim uma exposição sobre funk após representação do vereador e do deputado estadual Felipe Sertanejo (PL) ao Ministério Público de São Paulo (MPSP). A exposição Funk: Um Grito de Ousadia e Liberdade começou em novembro de 2025 e estava prevista para durar até agosto de 2026, mas foi encerrada no final de maio. Pouco antes do encerramento, Pavanato publicou um vídeo com críticas à mostra. Na gravação, ele afirmou que a exposição promovia “funk, sexualidade explícita e crime organizado”. #Metrópoles 🤳 Reprodução/Redes Sociais
➡️ ELEIÇÕES 2026 Após associar o #funk ao crime organizado durante a CPI dos Pancadões em #SãoPaulo, o vereador #LucasPavanato (PL) recorreu ao gênero musical em peças da própria campanha para a Câmara dos Deputados. Nas redes sociais, o parlamentar fez postagens com o jingle “Corte Rápido (Funk do Pavanato)”, pancadão que pede votos no candidato. “Vota no Pavanato. Vota, vota no Pavanato. 2211, eu tô fechado com você. Lucas Pavanato é o melhor de SP”, canta o candidato em um vídeo em que aparece usando óculos Juliet e segura uma caixa de som — acessórios que são comuns ao universo do funk. Pavanato foi relator da CPI criada em 2025 na Câmara Municipal com o objetivo de “investigar possíveis omissões dos órgãos públicos na fiscalização da perturbação do sossego, especialmente no combate a festas clandestinas e ‘pancadões’ realizados em São Paulo”. Ao longo da comissão, o vereador esteve alinhado com o presidente da CPI, Rubinho Nunes (União), ao defender a visão de que funkeiros e bailes na periferia de São Paulo estão diretamente ligados à prática de crimes. No relatório final, Pavanato afirmou ser evidente que “pancadões, em determinados contextos, funcionam como espaços de difusão e normalização da chamada narcocultura“. No entendimento dele, o fenômeno legitima o crime organizado, o tráfico de drogas e a violência como “meios de ascensão social e afirmação identitária”. Durante o mandato, Pavanato também protagonizou mais de uma iniciativa contra o gênero. Em junho deste ano, o Museu da Língua Portuguesa decidiu adiantar o fim uma exposição sobre funk após representação do vereador e do deputado estadual Felipe Sertanejo (PL) ao Ministério Público de São Paulo (MPSP). A exposição Funk: Um Grito de Ousadia e Liberdade começou em novembro de 2025 e estava prevista para durar até agosto de 2026, mas foi encerrada no final de maio. Pouco antes do encerramento, Pavanato publicou um vídeo com críticas à mostra. Na gravação, ele afirmou que a exposição promovia “funk, sexualidade explícita e crime organizado”. #Metrópoles 🤳 Reprodução/Redes Sociais

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