@trikon80: Styles from Beyond - The Next Level Figurative Street Art #artgallery #sculpture #graffiti #streetwear #streetart

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Saturday 25 April 2026 23:28:20 GMT
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blanca973loca
Jessica moretti :
Yea def need a clothing line
2026-08-03 22:51:56
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carlos74barcelonagraffi1
CARLOS74💎👑🇪🇦 :
GENIAL 🔥🔥🔥
2026-05-01 10:45:32
2
carlos74barcelonagraffi1
CARLOS74💎👑🇪🇦 :
2026-05-01 10:45:36
2
rekstar_____
rekstar_____ :
🔥🔥🔥🔥🔥🔥
2026-05-11 18:26:14
1
joediaze.p.t
Joediaz915 :
😳💯🔥
2026-04-27 13:24:20
1
maki.love.625
maki.love.625 :
🤩🤩🤩
2026-04-26 00:09:25
1
eliza.kanseah
Eliza Kanseah :
🤩🤩🤩
2026-04-26 02:58:43
0
milevska.art
M.ANNA | Hanna Milevska :
👏👏👏👏👍👍
2026-05-17 16:28:51
1
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Larry Fink (Laurence Douglas Fink) é um dos empresários e financistas mais influentes do mundo contemporâneo. Ele é o cofundador, presidente e CEO da BlackRock, a maior empresa de gestão de ativos do planeta. O poder e a influência de Fink derivam diretamente do volume de capital que sua empresa gerencia: a BlackRock supervisiona mais de 10 trilhões de dólares em ativos, o que dá a Fink e à sua corporação uma enorme participação acionária nas maiores empresas do mundo e um peso político global comparável ao de chefes de Estado.  1. Trajetória e Fundação da BlackRock  Início e Queda:Fink começou sua carreira no banco de investimentos First Boston nos anos 1970, onde foi um pioneiro no mercado de títulos lastreados em hipotecas (gerando lucros massivos para o banco). No entanto, em 1986, uma previsão errada de taxa de juros fez sua área perder 100 milhões de dólares, o que resultou em sua saída da empresa. Essa falha moldou sua obsessão futura por gestão de risco  A Fundação (1988): Em 1988, junto com parceiros como Stephen Schwarzman (da Blackstone), ele fundou o que viria a ser a BlackRock. O foco inicial era criar uma gestora de ativos baseada em uma análise de risco extremamente rigorosa e tecnológica. O Cérebro Tecnológico (Aladdin):** Sob o comando de Fink, a BlackRock desenvolveu o *Aladdin* (Asset, Liability, Debt and Derivative Investment Network), um sistema de inteligência artificial e análise de dados que monitora e gerencia o risco de trilhões de dólares em ativos globais, utilizado não apenas pela BlackRock, mas por bancos centrais, seguradoras e concorrentes. 2. Filosofia de Negócios e as
Larry Fink (Laurence Douglas Fink) é um dos empresários e financistas mais influentes do mundo contemporâneo. Ele é o cofundador, presidente e CEO da BlackRock, a maior empresa de gestão de ativos do planeta. O poder e a influência de Fink derivam diretamente do volume de capital que sua empresa gerencia: a BlackRock supervisiona mais de 10 trilhões de dólares em ativos, o que dá a Fink e à sua corporação uma enorme participação acionária nas maiores empresas do mundo e um peso político global comparável ao de chefes de Estado. 1. Trajetória e Fundação da BlackRock Início e Queda:Fink começou sua carreira no banco de investimentos First Boston nos anos 1970, onde foi um pioneiro no mercado de títulos lastreados em hipotecas (gerando lucros massivos para o banco). No entanto, em 1986, uma previsão errada de taxa de juros fez sua área perder 100 milhões de dólares, o que resultou em sua saída da empresa. Essa falha moldou sua obsessão futura por gestão de risco A Fundação (1988): Em 1988, junto com parceiros como Stephen Schwarzman (da Blackstone), ele fundou o que viria a ser a BlackRock. O foco inicial era criar uma gestora de ativos baseada em uma análise de risco extremamente rigorosa e tecnológica. O Cérebro Tecnológico (Aladdin):** Sob o comando de Fink, a BlackRock desenvolveu o *Aladdin* (Asset, Liability, Debt and Derivative Investment Network), um sistema de inteligência artificial e análise de dados que monitora e gerencia o risco de trilhões de dólares em ativos globais, utilizado não apenas pela BlackRock, mas por bancos centrais, seguradoras e concorrentes. 2. Filosofia de Negócios e as "Cartas Anuais" Larry Fink tornou-se uma figura central no debate corporativo global devido às suas Cartas Anuais aos CEOs, onde ele dita tendências para o mercado financeiro: Capitalismo de Stakeholders:Fink defende que as empresas não devem responder apenas aos seus acionistas (*shareholders*), mas a todas as partes interessadas (*stakeholders*), como funcionários, clientes e a comunidade onde operam. Ele argumenta que o propósito a longo prazo é essencial para o lucro sustentável. A Agenda ESG:Ele foi um dos maiores propulsores globais da agenda ESG (Ambiental, Social e Governança), pressionando as corporações a reduzirem suas pegadas de carbono e a se prepararem para a transição energética. 3. Críticas e Controvérsias Por estar no topo do maior império financeiro do mundo, Fink atrai críticas de quase todos os lados do espectro político: Críticas da Esquerda:** Ativistas ambientais e sociais frequentemente o acusam de greenwashing* (falsa sustentabilidade). Eles apontam que, apesar do discurso pró-clima, a BlackRock continua sendo uma das maiores investidoras globais em combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás) e indústrias bélicas. Críticas da Direita:Nos últimos anos (especialmente nos EUA), Fink tornou-se o alvo principal do movimento "anti-woke" e anti-ESG. Políticos conservadores o acusam de usar o dinheiro de fundos de pensão de cidadãos comuns para impor uma agenda ideológica e progressista nas empresas, o que eles chamam de "capitalismo de lacração". Devido a essa polarização, Fink chegou a declarar que parou de usar o termo "ESG" por ele ter sido excessivamente politizado. Monopólio e Influência Passiva: Economistas alertam sobre o risco da "propriedade comum", já que a BlackRock (junto com Vanguard e State Street) é a maior acionista de quase todas as grandes empresas concorrentes em setores como aviação, tecnologia e saúde, o que poderia, teoricamente, sufocar a concorrência. 4. Perfil e Estilo de Liderança Diplomacia Corporativa: Fink opera nos bastidores do poder geopolítico. Ele é consultado regularmente por presidentes, ministros das finanças e chefes de bancos centrais (como ocorreu na crise financeira de 2008, onde o governo americano recorreu à BlackRock para limpar os ativos podres do mercado). Pragmatismo:** Embora us

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