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hi,ini reva
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tiarayalwiya_01
tiaraaw⁉️ :
cntikkk💕🤏🏻
2026-04-26 09:13:29
1
okhhdk
okhhdk :
assalamualaikum Dek
2026-04-26 12:47:14
0
md.antor.ahmed780
Md Antor Ahmed :
❤️❤️🥰🤝🥰❤️❤️
2026-04-26 09:34:46
0
rizalll704
--- :
😁😁😁
2026-04-26 09:14:51
0
tosin0244
Tosin :
🥰🥰🥰
2026-04-26 09:58:49
0
hermanhery8
Herman ocu :
❤️❤️❤️
2026-04-26 10:42:06
0
al_store.01
🫀 :
😳😳😳
2026-04-30 08:15:43
0
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➡️ CRIME EM BH As festas frequentes, os gritos e as discussões no apartamento onde moravam a capitã da Polícia Militar de #MinasGerais (PMMG) Michele Leão Azevedo e o marido, o 3º sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, já eram motivo de preocupação entre os moradores do condomínio.  A informação é do síndico do prédio, Dimas Oliveira, em entrevista nesta quarta-feira (22/7), durante o velório da oficial, em #BeloHorizonte. Segundo ele, apesar de não ter presenciado episódios de violência física nem recebido relatos de agressões fora do apartamento, os conflitos entre o casal eram constantes. “Eu nunca presenciei nada e nem tenho relato de nenhum morador que tenha presenciado algo do lado de fora. Sempre eram barulhos, vozes e gritos de dentro do próprio imóvel deles”, afirmou o síndico. De acordo com Dimas, além das discussões, o casal promovia festas frequentes que causavam transtornos aos demais moradores. Em algumas ocasiões, segundo ele, o apartamento recebia entre 50 e 60 convidados. “A perturbação do sossego era pelas brigas, pelos conflitos, mas também pelas festas que eles promoviam. Eram muitas pessoas dentro de um apartamento que nem é tão grande”, relatou. O síndico contou ainda que a circulação de pessoas desconhecidas gerava sensação de insegurança no condomínio. Segundo ele, convidados recebiam até mesmo senhas de acesso ao prédio. “A maioria dos moradores não conhecia essas pessoas. Eles passaram senhas de acesso ao condomínio para os convidados e isso nos deixava muito inseguros”, disse. Os problemas, segundo Dimas, se tornaram recorrentes ao longo dos últimos meses. Ele afirma que tentou resolver a situação diretamente com o casal, mas, diante da continuidade das reclamações, precisou recorrer à Corregedoria da Polícia Militar. “O que foi passado era a nossa insatisfação e o desejo de mudança de comportamento deles. Aqui são 27 apartamentos e era o único que causava transtornos para todos os moradores”, afirmou. #Metrópoles
➡️ CRIME EM BH As festas frequentes, os gritos e as discussões no apartamento onde moravam a capitã da Polícia Militar de #MinasGerais (PMMG) Michele Leão Azevedo e o marido, o 3º sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, já eram motivo de preocupação entre os moradores do condomínio. A informação é do síndico do prédio, Dimas Oliveira, em entrevista nesta quarta-feira (22/7), durante o velório da oficial, em #BeloHorizonte. Segundo ele, apesar de não ter presenciado episódios de violência física nem recebido relatos de agressões fora do apartamento, os conflitos entre o casal eram constantes. “Eu nunca presenciei nada e nem tenho relato de nenhum morador que tenha presenciado algo do lado de fora. Sempre eram barulhos, vozes e gritos de dentro do próprio imóvel deles”, afirmou o síndico. De acordo com Dimas, além das discussões, o casal promovia festas frequentes que causavam transtornos aos demais moradores. Em algumas ocasiões, segundo ele, o apartamento recebia entre 50 e 60 convidados. “A perturbação do sossego era pelas brigas, pelos conflitos, mas também pelas festas que eles promoviam. Eram muitas pessoas dentro de um apartamento que nem é tão grande”, relatou. O síndico contou ainda que a circulação de pessoas desconhecidas gerava sensação de insegurança no condomínio. Segundo ele, convidados recebiam até mesmo senhas de acesso ao prédio. “A maioria dos moradores não conhecia essas pessoas. Eles passaram senhas de acesso ao condomínio para os convidados e isso nos deixava muito inseguros”, disse. Os problemas, segundo Dimas, se tornaram recorrentes ao longo dos últimos meses. Ele afirma que tentou resolver a situação diretamente com o casal, mas, diante da continuidade das reclamações, precisou recorrer à Corregedoria da Polícia Militar. “O que foi passado era a nossa insatisfação e o desejo de mudança de comportamento deles. Aqui são 27 apartamentos e era o único que causava transtornos para todos os moradores”, afirmou. #Metrópoles

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