@temur..88:

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user2730478498107
Сулейман алекберов :
рахматжон Курбонов буйик инсан деганла кол котарсин
2026-06-13 18:59:16
2
umurbek.hudayberg0
Umurbek Hudaybergenow :
сог булинг Умар ого
2026-06-28 16:10:55
1
user5301821361519
Gahryman :
gep yok
2026-06-09 10:18:48
1
user8773461917571
умирбек :
исап
2026-04-27 17:24:37
1
.777772291
ХХХХ 77777 :
Малодес
2026-04-29 08:31:47
1
hekimrealestate
Hekim Rozyyev :
2026-05-28 11:24:39
1
artyk066
Artyk :
музыка медлин
2026-04-28 19:07:48
1
user5773103572049
ЙОЗЕФ-ИОСИФ :
НЕ ТАК ...
2026-04-27 18:12:00
1
aminbay.rejepbaev
Aminbay Rejepbayew :
йардинг👍👍👍👍
2026-04-27 11:17:55
1
user9635931494382
user9635931494382 :
Молодец
2026-04-27 17:45:28
1
feruzbek3697
😎😎😎😎😎 :
хоразм йуртмо бориб гаяндин болдим 👍👍👍👍👍
2026-05-29 13:24:29
1
babajandilfuza6
Babajan♥️Dilfuza :
шу Адамян башка видеосы екмы Умар экэнин
2026-05-11 19:13:25
1
n110680
👑♊️💕 :
Artist kız sabrli va jasoratli akan man bolsam korkudan kaçip getar adım 😄🤭
2026-04-29 18:07:50
2
user120884585881
Мансур мадрахимув :
темур ога нрданси
2026-05-07 19:41:27
1
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REINALDO AZEVEDO E WILLIAM WAACK DETONAM FLÁVIO BOLSONARO APÓS CARTA A TRUMP O senador Flávio Bolsonaro enviou uma carta ao governo dos Estados Unidos pedindo a retirada das tarifas impostas por Donald Trump sobre produtos brasileiros. O documento gerou forte repercussão negativa e foi duramente criticado por dois dos principais jornalistas políticos do país. No programa O É da Coisa, da Band, Reinaldo Azevedo foi especialmente duro ao analisar a iniciativa de Flávio. Ele afirmou ter vergonha de olhar na cara do senador e classificou a carta como uma verdadeira chantagem contra o povo brasileiro. Segundo Azevedo, Flávio Bolsonaro prometeu aos americanos que, caso seja eleito, o Brasil sairia do Mercosul, facilitaria a vida das empresas Visa e Mastercard e ainda aceitaria colocar o Pix sob regulação dos Estados Unidos. O jornalista foi além ao afirmar que os Bolsonaro estão claramente negociando a soberania nacional em troca de apoio político externo. Para Reinaldo Azevedo, a proposta representa uma entrega de interesses estratégicos do Brasil aos norte-americanos, algo que ele considera inaceitável. No mesmo sentido, o jornalista William Waack também criticou duramente a família Bolsonaro em editorial na CNN. Waack destacou que, ao escrever a carta, Flávio Bolsonaro acabou admitindo que as tarifas impostas por Trump aumentaram a popularidade do presidente Lula. Segundo o jornalista, isso demonstra que a estratégia adotada pela família se mostrou contraproducente e apenas fortaleceu o principal adversário político deles. Waack também observou que os Bolsonaro parecem não compreender a natureza da política de tarifas de Donald Trump. O presidente americano, segundo o jornalista, não age por lealdade a Jair Bolsonaro nem a qualquer outro político estrangeiro. Ele utiliza tarifas como instrumento de pressão comercial em defesa dos interesses dos Estados Unidos, tratando aliados e adversários da mesma forma. A carta de Flávio Bolsonaro e as críticas de Reinaldo Azevedo e William Waack expõem uma contradição clara na estratégia da família. Ao tentar se aproximar de Trump para enfraquecer o governo Lula, os Bolsonaro acabaram reforçando a imagem de Lula como defensor da soberania nacional, enquanto eles próprios são vistos como dispostos a abrir mão de instrumentos importantes do país em troca de favores políticos. O presidente Lula também se manifestou sobre o episódio. Em nota divulgada nas redes sociais, ele classificou a carta enviada por Flávio Bolsonaro como “mais uma atitude de traidores da Pátria”. Lula afirmou que é inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos. O presidente reforçou ainda que o Brasil não está à venda e que a soberania nacional é inegociável. A repercussão da carta e as duras críticas de Reinaldo Azevedo, William Waack e do próprio presidente Lula evidenciam o quanto a aproximação da família Bolsonaro com o governo americano tem se mostrado problemática do ponto de vista político e estratégico. Em vez de enfraquecer o adversário, a iniciativa parece ter contribuído para fortalecer a narrativa de Lula como guardião dos interesses brasileiros diante de pressões externas.
REINALDO AZEVEDO E WILLIAM WAACK DETONAM FLÁVIO BOLSONARO APÓS CARTA A TRUMP O senador Flávio Bolsonaro enviou uma carta ao governo dos Estados Unidos pedindo a retirada das tarifas impostas por Donald Trump sobre produtos brasileiros. O documento gerou forte repercussão negativa e foi duramente criticado por dois dos principais jornalistas políticos do país. No programa O É da Coisa, da Band, Reinaldo Azevedo foi especialmente duro ao analisar a iniciativa de Flávio. Ele afirmou ter vergonha de olhar na cara do senador e classificou a carta como uma verdadeira chantagem contra o povo brasileiro. Segundo Azevedo, Flávio Bolsonaro prometeu aos americanos que, caso seja eleito, o Brasil sairia do Mercosul, facilitaria a vida das empresas Visa e Mastercard e ainda aceitaria colocar o Pix sob regulação dos Estados Unidos. O jornalista foi além ao afirmar que os Bolsonaro estão claramente negociando a soberania nacional em troca de apoio político externo. Para Reinaldo Azevedo, a proposta representa uma entrega de interesses estratégicos do Brasil aos norte-americanos, algo que ele considera inaceitável. No mesmo sentido, o jornalista William Waack também criticou duramente a família Bolsonaro em editorial na CNN. Waack destacou que, ao escrever a carta, Flávio Bolsonaro acabou admitindo que as tarifas impostas por Trump aumentaram a popularidade do presidente Lula. Segundo o jornalista, isso demonstra que a estratégia adotada pela família se mostrou contraproducente e apenas fortaleceu o principal adversário político deles. Waack também observou que os Bolsonaro parecem não compreender a natureza da política de tarifas de Donald Trump. O presidente americano, segundo o jornalista, não age por lealdade a Jair Bolsonaro nem a qualquer outro político estrangeiro. Ele utiliza tarifas como instrumento de pressão comercial em defesa dos interesses dos Estados Unidos, tratando aliados e adversários da mesma forma. A carta de Flávio Bolsonaro e as críticas de Reinaldo Azevedo e William Waack expõem uma contradição clara na estratégia da família. Ao tentar se aproximar de Trump para enfraquecer o governo Lula, os Bolsonaro acabaram reforçando a imagem de Lula como defensor da soberania nacional, enquanto eles próprios são vistos como dispostos a abrir mão de instrumentos importantes do país em troca de favores políticos. O presidente Lula também se manifestou sobre o episódio. Em nota divulgada nas redes sociais, ele classificou a carta enviada por Flávio Bolsonaro como “mais uma atitude de traidores da Pátria”. Lula afirmou que é inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos. O presidente reforçou ainda que o Brasil não está à venda e que a soberania nacional é inegociável. A repercussão da carta e as duras críticas de Reinaldo Azevedo, William Waack e do próprio presidente Lula evidenciam o quanto a aproximação da família Bolsonaro com o governo americano tem se mostrado problemática do ponto de vista político e estratégico. Em vez de enfraquecer o adversário, a iniciativa parece ter contribuído para fortalecer a narrativa de Lula como guardião dos interesses brasileiros diante de pressões externas.

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