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LỆ_MIUS_THỂ_THAO_ANTA
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Brutalidade mecânica: a Era Turbo!! O vídeo anexo são cortes que ocorreram em alguns GP's ao longo da temporada 1985 da F1. O acionamento dos motores de 1,5 litro turbo proporcionava uma verdadeira sinfonia mecânica, em que o ronco áspero em marcha lenta era seguido pelo assobio das turbinas enchendo e pela explosão de potência Naquela temporada, o regulamento ainda permitia motores aspirados, mas a busca por desempenho fez do grid um território praticamente dominado pelos turbos. A diferença era enorme: enquanto os aspirados mal ultrapassavam os 520 cv, os propulsores BMW, Renault, Honda e TAG Porsche desenvolviam mais de 900 cv em ritmo de corrida, chegando a impressionantes 1.300 cv nas configurações de classificação A traseira dos carros também dava um espetáculo. Para resfriar a câmara de combustão e preservar os componentes, utilizava-se uma mistura extremamente rica de combustível. O excesso de gasolina queimava no sistema de escapamento, produzindo as icônicas labaredas e explosões nas desacelerações e trocas de marcha, uma das marcas registradas da Brabham-BMW BT54 de Nelson Piquet Com os pilotos isolados em seus cockpits, controlar o temido turbo lag (o atraso na resposta da turbina) exigia extrema sensibilidade. Bastava soltar a embreagem e apontar o carro para a pista para que a força bruta dos turbos transformasse cada saída dos boxes em um espetáculo de potência, fogo e adrenalina Segue a gente @f1nosense_oficial #F1 #Formula1 #TurboEra #F1Turbo #BrabhamBMW #NelsonPiquet #F11985
Brutalidade mecânica: a Era Turbo!! O vídeo anexo são cortes que ocorreram em alguns GP's ao longo da temporada 1985 da F1. O acionamento dos motores de 1,5 litro turbo proporcionava uma verdadeira sinfonia mecânica, em que o ronco áspero em marcha lenta era seguido pelo assobio das turbinas enchendo e pela explosão de potência Naquela temporada, o regulamento ainda permitia motores aspirados, mas a busca por desempenho fez do grid um território praticamente dominado pelos turbos. A diferença era enorme: enquanto os aspirados mal ultrapassavam os 520 cv, os propulsores BMW, Renault, Honda e TAG Porsche desenvolviam mais de 900 cv em ritmo de corrida, chegando a impressionantes 1.300 cv nas configurações de classificação A traseira dos carros também dava um espetáculo. Para resfriar a câmara de combustão e preservar os componentes, utilizava-se uma mistura extremamente rica de combustível. O excesso de gasolina queimava no sistema de escapamento, produzindo as icônicas labaredas e explosões nas desacelerações e trocas de marcha, uma das marcas registradas da Brabham-BMW BT54 de Nelson Piquet Com os pilotos isolados em seus cockpits, controlar o temido turbo lag (o atraso na resposta da turbina) exigia extrema sensibilidade. Bastava soltar a embreagem e apontar o carro para a pista para que a força bruta dos turbos transformasse cada saída dos boxes em um espetáculo de potência, fogo e adrenalina Segue a gente @f1nosense_oficial #F1 #Formula1 #TurboEra #F1Turbo #BrabhamBMW #NelsonPiquet #F11985

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