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Jul1e
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ririnkmrh
ririnkmrh :
gaaaa bosenn cantikk muluu jenn
2026-05-08 03:28:25
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luanna3576
jeon Jungkook calvin Klein :
@jul1e@myhopestar☆
2026-05-07 21:11:20
1
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Siga @ocampograndense | Quase 12 anos após o início da Operação Lava Jato, políticos que foram investigados, denunciados, processados ou condenados em casos relacionados à operação voltam às urnas em 2026. As situações jurídicas, porém, são diferentes e incluem absolvições, arquivamentos, denúncias rejeitadas e condenações ou atos processuais posteriormente anulados. Entre eles está Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. Lula foi condenado nos casos do tríplex do Guarujá e do sítio de Atibaia, mas as decisões foram anuladas após o STF entender que a 13ª Vara Federal de Curitiba não tinha competência para julgá-lo. O Supremo também reconheceu a suspeição de Sergio Moro no processo do tríplex. A anulação não equivale juridicamente a uma absolvição de mérito. Seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), teve uma ação relacionada a supostas doações ilegais da Odebrecht trancada em 2022, após elementos utilizados na acusação serem considerados imprestáveis. Outros nomes do PT também aparecem. Gleisi Hoffmann, candidata ao Senado pelo Paraná, foi absolvida pelo STF em 2018 em ação que investigava suposto repasse de R$ 1 milhão relacionado à Petrobras. José Dirceu, candidato a deputado federal, teve atos processuais praticados por Moro em duas ações anulados pelo STF. O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (Republicanos) também tenta retornar ao Congresso. Uma de suas condenações foi anulada em 2023 e o processo remetido à Justiça Eleitoral, sem representar o encerramento automático de todos os procedimentos contra ele. Em Mato Grosso do Sul, Vander Loubet (PT), candidato ao Senado, foi absolvido por unanimidade pelo STF em 2020 em ação relacionada à BR Distribuidora. Já Delcídio do Amaral (PRD), candidato ao Governo do Estado, foi absolvido em 2018 no processo por obstrução de Justiça ligado ao episódio envolvendo Nestor Cerveró. Também aparecem no histórico nomes como Renan Calheiros (MDB), Arthur Lira (PP), Ciro Nogueira (PP), Eduardo da Fonte (PP) e Humberto Costa (PT), com diferentes desfechos em investigações e processos. Os casos exigem distinção: absolvição, arquivamento, rejeição de denúncia e anulação não possuem o mesmo significado jurídico. Por isso, afirmar apenas que determinado político foi “alvo da Lava Jato” não permite concluir que tenha sido condenado ou que ainda responda pelo caso. Em 2026, o legado da Lava Jato volta ao cenário eleitoral por meio de candidatos de diferentes partidos e campos políticos, agora novamente submetidos ao julgamento das urnas. 👉 Siga @ocampograndense 🌐 Leia: www.ocampograndense.com.br
Siga @ocampograndense | Quase 12 anos após o início da Operação Lava Jato, políticos que foram investigados, denunciados, processados ou condenados em casos relacionados à operação voltam às urnas em 2026. As situações jurídicas, porém, são diferentes e incluem absolvições, arquivamentos, denúncias rejeitadas e condenações ou atos processuais posteriormente anulados. Entre eles está Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. Lula foi condenado nos casos do tríplex do Guarujá e do sítio de Atibaia, mas as decisões foram anuladas após o STF entender que a 13ª Vara Federal de Curitiba não tinha competência para julgá-lo. O Supremo também reconheceu a suspeição de Sergio Moro no processo do tríplex. A anulação não equivale juridicamente a uma absolvição de mérito. Seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), teve uma ação relacionada a supostas doações ilegais da Odebrecht trancada em 2022, após elementos utilizados na acusação serem considerados imprestáveis. Outros nomes do PT também aparecem. Gleisi Hoffmann, candidata ao Senado pelo Paraná, foi absolvida pelo STF em 2018 em ação que investigava suposto repasse de R$ 1 milhão relacionado à Petrobras. José Dirceu, candidato a deputado federal, teve atos processuais praticados por Moro em duas ações anulados pelo STF. O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (Republicanos) também tenta retornar ao Congresso. Uma de suas condenações foi anulada em 2023 e o processo remetido à Justiça Eleitoral, sem representar o encerramento automático de todos os procedimentos contra ele. Em Mato Grosso do Sul, Vander Loubet (PT), candidato ao Senado, foi absolvido por unanimidade pelo STF em 2020 em ação relacionada à BR Distribuidora. Já Delcídio do Amaral (PRD), candidato ao Governo do Estado, foi absolvido em 2018 no processo por obstrução de Justiça ligado ao episódio envolvendo Nestor Cerveró. Também aparecem no histórico nomes como Renan Calheiros (MDB), Arthur Lira (PP), Ciro Nogueira (PP), Eduardo da Fonte (PP) e Humberto Costa (PT), com diferentes desfechos em investigações e processos. Os casos exigem distinção: absolvição, arquivamento, rejeição de denúncia e anulação não possuem o mesmo significado jurídico. Por isso, afirmar apenas que determinado político foi “alvo da Lava Jato” não permite concluir que tenha sido condenado ou que ainda responda pelo caso. Em 2026, o legado da Lava Jato volta ao cenário eleitoral por meio de candidatos de diferentes partidos e campos políticos, agora novamente submetidos ao julgamento das urnas. 👉 Siga @ocampograndense 🌐 Leia: www.ocampograndense.com.br

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