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Langie
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skylia.parr
Skylia Parr :
I got this ones and it rips sooo easy , I’ve only had it maybe 4 days and it’s ripped in6 different areas
2026-05-25 03:03:58
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A ignorância às vezes pode custar caro para o bem-estar social. Ninguém precisa ser economista para votar, mas entender minimamente juros, dívida e déficit ajuda a perceber por que decisões tomadas em Brasília acabam chegando no seu financiamento, no emprego, nos impostos e no crescimento do país.  O Brasil chega à eleição com a Selic em 13,75% ao ano e uma dívida bruta que já estava em 81,9% do PIB em junho. Além disso, investidores vêm exigindo juros reais elevados para financiar o governo no longo prazo, um sinal de que a situação fiscal continua sendo observada com preocupação.  E isso torna ainda mais relevante uma declaração recente do presidente Lula, que busca a reeleição. Questionado sobre a trajetória da dívida, ele afirmou: “A mim não preocupa a dívida pública.” O contexto também importa: Lula argumentou que o crescimento econômico reduzirá a relação dívida/PIB e afirmou esperar superávit primário de 0,1%, defendendo que seu governo tem responsabilidade fiscal.  Pode existir debate sobre tamanho do Estado, nível de gastos, impostos e velocidade de um ajuste fiscal. Mas a matemática continua existindo independentemente da ideologia: quando a dívida cresce e o país precisa pagar juros muito altos para financiá-la, sobra menos espaço para outras prioridades e aumenta a importância da confiança nas contas públicas. Antes de escolher quem vai administrar alguns trilhões de reais, talvez valha entender pelo menos como essa conta funciona.
A ignorância às vezes pode custar caro para o bem-estar social. Ninguém precisa ser economista para votar, mas entender minimamente juros, dívida e déficit ajuda a perceber por que decisões tomadas em Brasília acabam chegando no seu financiamento, no emprego, nos impostos e no crescimento do país. O Brasil chega à eleição com a Selic em 13,75% ao ano e uma dívida bruta que já estava em 81,9% do PIB em junho. Além disso, investidores vêm exigindo juros reais elevados para financiar o governo no longo prazo, um sinal de que a situação fiscal continua sendo observada com preocupação. E isso torna ainda mais relevante uma declaração recente do presidente Lula, que busca a reeleição. Questionado sobre a trajetória da dívida, ele afirmou: “A mim não preocupa a dívida pública.” O contexto também importa: Lula argumentou que o crescimento econômico reduzirá a relação dívida/PIB e afirmou esperar superávit primário de 0,1%, defendendo que seu governo tem responsabilidade fiscal. Pode existir debate sobre tamanho do Estado, nível de gastos, impostos e velocidade de um ajuste fiscal. Mas a matemática continua existindo independentemente da ideologia: quando a dívida cresce e o país precisa pagar juros muito altos para financiá-la, sobra menos espaço para outras prioridades e aumenta a importância da confiança nas contas públicas. Antes de escolher quem vai administrar alguns trilhões de reais, talvez valha entender pelo menos como essa conta funciona.

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