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Kovács Balázs
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mocc187
Farkas Zoltàn :
Szuper lett .😏😏😏
2026-05-25 14:52:53
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#ego #egocentricos #buddha #buddhism  Havia um homem que amava profundamente uma mulher. Sempre que ele errava, ela lhe mostrava a ferida que suas palavras haviam causado. Mas ele nunca olhava para o próprio coração. Dizia que a culpa era dela por sentir demais, esperar demais ou não compreender o suficiente. Um dia, cansada, a mulher procurou um velho monge e perguntou: — Mestre, por que alguém pode ser amado e, ainda assim, não enxergar o mal que causa? O monge pegou um espelho coberto de poeira e colocou-o diante dela. — Este espelho continua sendo um espelho — disse ele. — Mas, enquanto estiver coberto de poeira, ele verá defeitos em tudo ao seu redor, menos em si mesmo. — E como faço para limpá-lo? — perguntou ela. O monge respondeu: — Você não faz. Cada pessoa precisa limpar o próprio espelho. Ela então compreendeu que poderia oferecer amor, perdão e até mil oportunidades. Mas não poderia obrigar alguém a reconhecer aquilo que o próprio ego insistia em esconder. — Então devo deixar de amá-lo? O monge sorriu. — Não. Apenas aprenda a amar sem abandonar a si mesma. Compaixão não significa permanecer onde alguém se recusa a assumir a responsabilidade pela dor que causa. E, pela primeira vez, ela percebeu que partir não era uma punição. Era simplesmente parar de carregar uma sujeira que nunca havia sido sua. Moral: Quem não tem coragem de olhar para dentro sempre encontrará alguém para culpar do lado de fora. E às vezes, a maior forma de amor é deixar que cada pessoa carregue as consequências daquilo que se recusa a enxergar.
#ego #egocentricos #buddha #buddhism Havia um homem que amava profundamente uma mulher. Sempre que ele errava, ela lhe mostrava a ferida que suas palavras haviam causado. Mas ele nunca olhava para o próprio coração. Dizia que a culpa era dela por sentir demais, esperar demais ou não compreender o suficiente. Um dia, cansada, a mulher procurou um velho monge e perguntou: — Mestre, por que alguém pode ser amado e, ainda assim, não enxergar o mal que causa? O monge pegou um espelho coberto de poeira e colocou-o diante dela. — Este espelho continua sendo um espelho — disse ele. — Mas, enquanto estiver coberto de poeira, ele verá defeitos em tudo ao seu redor, menos em si mesmo. — E como faço para limpá-lo? — perguntou ela. O monge respondeu: — Você não faz. Cada pessoa precisa limpar o próprio espelho. Ela então compreendeu que poderia oferecer amor, perdão e até mil oportunidades. Mas não poderia obrigar alguém a reconhecer aquilo que o próprio ego insistia em esconder. — Então devo deixar de amá-lo? O monge sorriu. — Não. Apenas aprenda a amar sem abandonar a si mesma. Compaixão não significa permanecer onde alguém se recusa a assumir a responsabilidade pela dor que causa. E, pela primeira vez, ela percebeu que partir não era uma punição. Era simplesmente parar de carregar uma sujeira que nunca havia sido sua. Moral: Quem não tem coragem de olhar para dentro sempre encontrará alguém para culpar do lado de fora. E às vezes, a maior forma de amor é deixar que cada pessoa carregue as consequências daquilo que se recusa a enxergar.

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