@.wi_04: #ذا_قال #explore #ناصر_منقره #fyp #بودكاست

🩻
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bash.ayerb
bash ayerb :
لا إله إلا الله
2026-09-16 22:22:58
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m.z2a
Mubarak :
❤️❤️❤️
2026-05-26 11:57:10
0
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Segue o @drmarcoranulfo Quando se fala em infarto, quase ninguém pensa na mulher na menopausa. E é justamente aí que o coração dela fica mais exposto, sem que quase nenhuma saiba disso. O estrogênio protegia as artérias. Quando ele cai, essa proteção diminui, e quatro hábitos que pareciam inofensivos passam a pesar muito mais. O primeiro é não acompanhar a pressão. Com a queda do estrogênio, os vasos perdem elasticidade e a pressão sobe de forma silenciosa, sem dor, às vezes por anos. Hipertensão não tratada é um dos maiores fatores de risco para o infarto, e um dos mais fáceis de flagrar com uma medida simples. O segundo é o sedentarismo. A queda hormonal favorece o acúmulo de gordura visceral, que inflama as artérias por dentro. Sem movimento regular, essa gordura cresce, o colesterol ruim tende a subir e o bom a cair. O terceiro é ignorar a resistência à insulina. Depois da menopausa, a sensibilidade à insulina diminui. A glicose alta de forma crônica agride as artérias, e num vaso já fragilizado pela falta de estrogênio, esse dano avança mais rápido. É um dos fatores mais subestimados no coração da mulher. O quarto é o mais comum e o mais ignorado: o estresse crônico. O cortisol alto o tempo todo contrai os vasos, eleva a pressão, aumenta a inflamação e favorece a formação de placas. Com o estrogênio em queda, cada pico de estresse não cuidado cobra mais caro. A boa notícia é que os quatro têm avaliação, têm medida e têm caminho. O coração da mulher costuma avisar antes. O problema é chamar o aviso de normal. No vídeo, eu explico como cada um desses hábitos age no coração da mulher na menopausa. 📚 Referências científicas: American Heart Association (Scientific Statement — Menopause and Cardiovascular Risk, 2020), Sociedade Brasileira de Cardiologia, The Menopause Society e European Society of Cardiology. Salva este vídeo e manda para uma mulher que você ama e que está nessa fase. Marcar uma consulta e medir a pressão pode ser o gesto mais importante do ano dela. Dr Marco Ranulfo Médico - CRM/RO 6575 Emagrecimento e Saúde Hormonal
Segue o @drmarcoranulfo Quando se fala em infarto, quase ninguém pensa na mulher na menopausa. E é justamente aí que o coração dela fica mais exposto, sem que quase nenhuma saiba disso. O estrogênio protegia as artérias. Quando ele cai, essa proteção diminui, e quatro hábitos que pareciam inofensivos passam a pesar muito mais. O primeiro é não acompanhar a pressão. Com a queda do estrogênio, os vasos perdem elasticidade e a pressão sobe de forma silenciosa, sem dor, às vezes por anos. Hipertensão não tratada é um dos maiores fatores de risco para o infarto, e um dos mais fáceis de flagrar com uma medida simples. O segundo é o sedentarismo. A queda hormonal favorece o acúmulo de gordura visceral, que inflama as artérias por dentro. Sem movimento regular, essa gordura cresce, o colesterol ruim tende a subir e o bom a cair. O terceiro é ignorar a resistência à insulina. Depois da menopausa, a sensibilidade à insulina diminui. A glicose alta de forma crônica agride as artérias, e num vaso já fragilizado pela falta de estrogênio, esse dano avança mais rápido. É um dos fatores mais subestimados no coração da mulher. O quarto é o mais comum e o mais ignorado: o estresse crônico. O cortisol alto o tempo todo contrai os vasos, eleva a pressão, aumenta a inflamação e favorece a formação de placas. Com o estrogênio em queda, cada pico de estresse não cuidado cobra mais caro. A boa notícia é que os quatro têm avaliação, têm medida e têm caminho. O coração da mulher costuma avisar antes. O problema é chamar o aviso de normal. No vídeo, eu explico como cada um desses hábitos age no coração da mulher na menopausa. 📚 Referências científicas: American Heart Association (Scientific Statement — Menopause and Cardiovascular Risk, 2020), Sociedade Brasileira de Cardiologia, The Menopause Society e European Society of Cardiology. Salva este vídeo e manda para uma mulher que você ama e que está nessa fase. Marcar uma consulta e medir a pressão pode ser o gesto mais importante do ano dela. Dr Marco Ranulfo Médico - CRM/RO 6575 Emagrecimento e Saúde Hormonal

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