@rodneylouis376: Excess love - Mercy Chinwo #fyp #Love

Rodney LOUIS
Rodney LOUIS
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Thursday 28 May 2026 18:10:08 GMT
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celestinekaswende
Célestine🥰❤️ :
pourquoi tu veux pas libérer le téléchargement hein
2026-05-29 09:51:26
4
user133331616693
Franck LWAMBA :
why I don't allow us to take it?😢
2026-05-29 16:31:33
1
teranga56
teranga_rewe_mii❤️🇸🇳👑 :
et on peu pas télécharger sa 🤧
2026-05-28 18:29:48
0
user2656637953848
Devis Art :
next
2026-05-31 09:40:51
0
heureusekasiala1
Heureuse Kasiala :
Donné aussi la possibilité d'enregistrer
2026-05-30 17:52:38
0
amuribienvenu
amuribienvenu :
❤️❤️❤️❤️🖐🖐
2026-05-29 06:38:49
1
djamey55
djamey55 :
@Dwens création
2026-06-02 02:55:05
0
global.gne
Global GNE :
😂😂😂
2026-05-30 01:33:53
0
fara.okenge
Fara Okenge :
😳
2026-05-30 14:50:34
0
florida.minganu
𝗙𝗹𝗼𝗿𝗶𝗱𝗮002 :
🥰🥰🥰
2026-05-30 09:57:22
0
arnoldlubunda5
AL :
🙏🙏🙏🙏🙏🙏❤️❤️❤️
2026-05-30 04:05:12
0
tendo_495
Ditenson :
🔥🔥🔥
2026-05-30 23:42:44
0
lavie9179
lavie :
😁😁😁
2026-05-30 01:03:04
0
lavie9179
lavie :
🥰🥰🥰
2026-05-30 01:02:20
0
user3792915316306
user3792915316306 :
😁
2026-05-29 06:29:29
0
maman.de.hanniel3
Hanniel’s mum :
🥰
2026-05-29 00:00:33
0
user4396001129802
nsimba :
🥰🥰🥰🥰🥰👌
2026-06-02 06:44:10
0
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​Diante de uma vítima de violência infantil, provavelmente você já ouviu a seguinte afirmação: “A infância é o chão que pisamos pelo resto da vida”. De autoria perdida, ela carrega uma verdade permanente: os primeiros passos da alma deixam impressões profundas no cérebro e no espírito. A neurociência revela que nossas primeiras experiências — sejam elas o calor do afeto ou o frio da negligência — esculpem as vias neurais que ditam como interpretaremos o mundo. ​Por isso, tantos de nós, já adultos, nos vemos prisioneiros de solos áridos que não escolhemos trilhar. Mesmo desejando a luz, percebemos que nossos pés insistem em caminhos de dor que um dia nos feriram. Esse é o dilema humano descrito com maestria pelo apóstolo Paulo: “🦋Pois não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7:19). Existe um duelo doloroso entre o registro antigo e a nova criatura que anseia por emergir. ​Muitos caminham frustrados por não conseguirem, de imediato, ser o reflexo do que gostariam de ser. Não lhes falta fé; falta-lhes o tempo do processo. As marcas profundas na alma são como cicatrizes no tecido cerebral; elas não desaparecem com um ajuste superficial, mas exigem uma reconstrução interior. ​Diante da fragilidade deste cenário, o mandamento do Senhor Jesus ganha uma dimensão revolucionária: perdoar “🦋setenta vezes sete” (Mt 18:22) não é apenas matemática, mas neuroplasticidade espiritual. O perdão exercido continuamente desfaz atalhos do ódio e pavimenta estradas de misericórdia. ​Perdoar é, em essência, desenvolver a sensibilidade de enxergar que o outro, muitas vezes, nos fere a partir das próprias feridas não tratadas. É entender que ele também pisa em um “chão” de traumas e padrões herdados. ​Ao escolher perdoar, interrompemos ciclos geracionais de dor. Deixamos de ser reativos para sermos restauradores. Permitimos que o Espírito Santo atue como o mestre da nossa neuroplasticidade, reorganizando nossos pensamentos e sentimentos conforme a mente de Cristo, nos dando a oportunidade de trocar o chão endurecido da rejeição que sempre pisamos pelo Seu novo caminho, nos tornando testemunhas da Sua grande e maravilhosa transformação. #mulherdedeus  #mulhercristã  #devocional  #biblia  #devocionaldiario
​Diante de uma vítima de violência infantil, provavelmente você já ouviu a seguinte afirmação: “A infância é o chão que pisamos pelo resto da vida”. De autoria perdida, ela carrega uma verdade permanente: os primeiros passos da alma deixam impressões profundas no cérebro e no espírito. A neurociência revela que nossas primeiras experiências — sejam elas o calor do afeto ou o frio da negligência — esculpem as vias neurais que ditam como interpretaremos o mundo. ​Por isso, tantos de nós, já adultos, nos vemos prisioneiros de solos áridos que não escolhemos trilhar. Mesmo desejando a luz, percebemos que nossos pés insistem em caminhos de dor que um dia nos feriram. Esse é o dilema humano descrito com maestria pelo apóstolo Paulo: “🦋Pois não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7:19). Existe um duelo doloroso entre o registro antigo e a nova criatura que anseia por emergir. ​Muitos caminham frustrados por não conseguirem, de imediato, ser o reflexo do que gostariam de ser. Não lhes falta fé; falta-lhes o tempo do processo. As marcas profundas na alma são como cicatrizes no tecido cerebral; elas não desaparecem com um ajuste superficial, mas exigem uma reconstrução interior. ​Diante da fragilidade deste cenário, o mandamento do Senhor Jesus ganha uma dimensão revolucionária: perdoar “🦋setenta vezes sete” (Mt 18:22) não é apenas matemática, mas neuroplasticidade espiritual. O perdão exercido continuamente desfaz atalhos do ódio e pavimenta estradas de misericórdia. ​Perdoar é, em essência, desenvolver a sensibilidade de enxergar que o outro, muitas vezes, nos fere a partir das próprias feridas não tratadas. É entender que ele também pisa em um “chão” de traumas e padrões herdados. ​Ao escolher perdoar, interrompemos ciclos geracionais de dor. Deixamos de ser reativos para sermos restauradores. Permitimos que o Espírito Santo atue como o mestre da nossa neuroplasticidade, reorganizando nossos pensamentos e sentimentos conforme a mente de Cristo, nos dando a oportunidade de trocar o chão endurecido da rejeição que sempre pisamos pelo Seu novo caminho, nos tornando testemunhas da Sua grande e maravilhosa transformação. #mulherdedeus #mulhercristã #devocional #biblia #devocionaldiario

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