@hi.architect: Nhà cấp 4 sân vườn! Xu hướng sống mới Công năng: khách bếp liên thông, 3 phòng ngủ, sân vườn, BBQ ngoài trời. #Hiarchitect #villamini #nhavuon #nhacap4 #xuhuong

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Monday 01 June 2026 09:58:30 GMT
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Comments

nhatduy238
Chú Hóiii :
nhà này mấy phòng ngủ ạ. làm kiểu này mà 3pn 1 phòng tập đc ko ạ
2026-06-04 23:50:38
1
user9162562696740
Su Su :
Diên tích nha này bao nhiêu vậy bạn
2026-06-03 00:57:26
1
hdmaytinh_mayin_cam
Dũng Computer :
Bán bản vẽ ko
2026-06-02 08:34:03
1
.ng1132
ngô :
tư vấn tôi đang cần xây một nhà vườn nhỏ dien tích 200 m ngang 10m dài 20m
2026-06-03 02:34:10
1
mandrive_roads
Theo Dấu Bánh Xe :
Phong cách đẹp
2026-06-03 04:09:25
1
nha_phong_tran
Phong Nhã :
Thích phong cách bên đây
2026-06-01 12:43:58
1
lienhoa502
Liên Hoa :
Thích kiểu nhà này
2026-06-02 14:27:52
1
giadinhgau37
Lê duy quảng ksxddd :
có mặt bằng ko cho xem qua cái bạn
2026-06-03 23:10:20
0
alexlee3589
alexlee3589 :
Vấn đề lấy đâu ra mảnh đất vài trăm mét vuông để làm nhà ntn?
2026-06-04 15:27:37
1
anthonydang777
Anthony Đặng :
🥰🥰🥰
2026-06-01 10:03:49
1
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Tem gente que pergunta muito. Quer saber detalhes, contextos, histórias inteiras. Mas nem sempre quer, de fato, te entender. E isso não é uma crítica, é um retrato do nosso tempo. A gente aprendeu a perguntar antes de aprender a escutar. Hoje, a intimidade parece acessível demais. Tudo se conta, tudo se mostra, tudo se comenta. Mas, ainda assim, pouca coisa é realmente compreendida. Na prática, e também na clínica, essa diferença aparece de forma muito nítida: há perguntas que acolhem, e há perguntas que atravessam. O corpo percebe antes da mente explicar. Tem algo que contrai. Algo que expõe além do que estava pronto. Existe uma distinção silenciosa entre interesse genuíno e curiosidade investigativa. O primeiro nasce do desejo de compreender o outro em sua singularidade. O segundo, muitas vezes, tenta apenas preencher uma falta, não do outro, mas de quem pergunta. Como já apontava Winnicott, maturidade emocional também envolve a capacidade de sustentar o espaço entre as pessoas sem invadi-lo. E isso, na vida real, é raro. Porque sustentar o outro exige presença, não acesso. Exige tempo, não respostas rápidas. Exige cuidado, não apenas interesse. Nem toda curiosidade é afeto. E nem todo silêncio é ausência. Tem gente que pergunta pouco… mas oferece um tipo de presença que organiza por dentro. E, no fundo, é isso que diferencia quem apenas quer saber de quem realmente sabe estar. Talvez por isso, mais importante do que quantas perguntas alguém te faz, seja perceber como tu te sente ao respondê-las. Te amplia… ou te expõe? Te acolhe… ou te invade? Juliana Formigari Psicóloga | Psicanalista  CRP 06/213192 #saudemental #autoconhecimento #psicologia #relacoes #inteligenciaemocional
Tem gente que pergunta muito. Quer saber detalhes, contextos, histórias inteiras. Mas nem sempre quer, de fato, te entender. E isso não é uma crítica, é um retrato do nosso tempo. A gente aprendeu a perguntar antes de aprender a escutar. Hoje, a intimidade parece acessível demais. Tudo se conta, tudo se mostra, tudo se comenta. Mas, ainda assim, pouca coisa é realmente compreendida. Na prática, e também na clínica, essa diferença aparece de forma muito nítida: há perguntas que acolhem, e há perguntas que atravessam. O corpo percebe antes da mente explicar. Tem algo que contrai. Algo que expõe além do que estava pronto. Existe uma distinção silenciosa entre interesse genuíno e curiosidade investigativa. O primeiro nasce do desejo de compreender o outro em sua singularidade. O segundo, muitas vezes, tenta apenas preencher uma falta, não do outro, mas de quem pergunta. Como já apontava Winnicott, maturidade emocional também envolve a capacidade de sustentar o espaço entre as pessoas sem invadi-lo. E isso, na vida real, é raro. Porque sustentar o outro exige presença, não acesso. Exige tempo, não respostas rápidas. Exige cuidado, não apenas interesse. Nem toda curiosidade é afeto. E nem todo silêncio é ausência. Tem gente que pergunta pouco… mas oferece um tipo de presença que organiza por dentro. E, no fundo, é isso que diferencia quem apenas quer saber de quem realmente sabe estar. Talvez por isso, mais importante do que quantas perguntas alguém te faz, seja perceber como tu te sente ao respondê-las. Te amplia… ou te expõe? Te acolhe… ou te invade? Juliana Formigari Psicóloga | Psicanalista CRP 06/213192 #saudemental #autoconhecimento #psicologia #relacoes #inteligenciaemocional

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