@diepthanh605: Anh chị nào mà gán mì gói rồi thì mình chuyển qua ăn bún riêu cua này đi thơm ngon lắm hương vị thì đâm đà #bunrieucuavifon #bunrieucua #diepthanh605

Thánhsầuđâu
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O papel do adulto durante uma birra não é fazer a criança parar de chorar o mais rápido possível. O papel do adulto é acompanhar a criança enquanto ela sente. Quando você fica por perto, ajuda a nomear o que está acontecendo e sustenta aquele momento com calma, você ensina algo muito importante: os sentimentos dela são válidos e ela não está sozinha quando as emoções ficam grandes. Quando uma criança entra em birra, muitas vezes o adulto olha apenas para o comportamento. Mas o comportamento é só a parte visível de algo que está acontecendo dentro do cérebro e do corpo da criança. A primeira coisa importante é lembrar que todo comportamento é comunicação. Quando seu filho chora, grita ou se joga no chão, ele pode estar comunicando muitas coisas: sono, fome, frustração, dor, saudade depois de um dia na escola, cansaço ou dificuldade para lidar com alguma mudança. A criança pequena ainda não tem repertório emocional nem linguagem suficiente para explicar tudo isso, então o corpo fala por ela. Quando o adulto tenta entender o que está por trás da birra, a forma de responder muda completamente. A segunda dica é não levar para o lado pessoal. Existe uma crença muito comum de que a criança faz birra para manipular o adulto. Mas o cérebro infantil ainda não tem maturidade para esse tipo de estratégia. Quando a gente acredita que a criança está nos desafiando, o pensamento dispara, o corpo entra em alerta e a reação vem com irritação. Nesse momento a situação costuma crescer ainda mais. A terceira dica é acalmar você primeiro. Respirar fundo, soltar o ar devagar e dar um pequeno tempo para o próprio corpo sair do estado de alerta. Isso tem relação com algo muito estudado na neurociência chamado neurocepção. Nosso sistema nervoso está o tempo todo avaliando se o ambiente é seguro ou não. As crianças fazem essa leitura principalmente olhando para o adulto que está com elas. Quando o adulto desacelera, fala com mais calma e se aproxima com presença, o cérebro da criança entende que existe segurança ali. Aos poucos o corpo dela também começa a se regular. Por isso dizemos que crianças pegam calma emprestada dos adultos. O nosso sistema nervoso ajuda o sistema nervoso delas a voltar ao equilíbrio. E eu quero te deixar uma pergunta para pensar: como você pode usar esse conhecimento sobre o cérebro e as emoções a seu favor na próxima birra do seu filho? Se você quer entender mais sobre comportamento infantil, desenvolvimento emocional das crianças e maternidade real no meio do cansaço da rotina, me segue por aqui 👉 @lari.schmidt. Aqui eu compartilho conteúdos todos os dias sobre criação de filhos e educação emocional. 💛
O papel do adulto durante uma birra não é fazer a criança parar de chorar o mais rápido possível. O papel do adulto é acompanhar a criança enquanto ela sente. Quando você fica por perto, ajuda a nomear o que está acontecendo e sustenta aquele momento com calma, você ensina algo muito importante: os sentimentos dela são válidos e ela não está sozinha quando as emoções ficam grandes. Quando uma criança entra em birra, muitas vezes o adulto olha apenas para o comportamento. Mas o comportamento é só a parte visível de algo que está acontecendo dentro do cérebro e do corpo da criança. A primeira coisa importante é lembrar que todo comportamento é comunicação. Quando seu filho chora, grita ou se joga no chão, ele pode estar comunicando muitas coisas: sono, fome, frustração, dor, saudade depois de um dia na escola, cansaço ou dificuldade para lidar com alguma mudança. A criança pequena ainda não tem repertório emocional nem linguagem suficiente para explicar tudo isso, então o corpo fala por ela. Quando o adulto tenta entender o que está por trás da birra, a forma de responder muda completamente. A segunda dica é não levar para o lado pessoal. Existe uma crença muito comum de que a criança faz birra para manipular o adulto. Mas o cérebro infantil ainda não tem maturidade para esse tipo de estratégia. Quando a gente acredita que a criança está nos desafiando, o pensamento dispara, o corpo entra em alerta e a reação vem com irritação. Nesse momento a situação costuma crescer ainda mais. A terceira dica é acalmar você primeiro. Respirar fundo, soltar o ar devagar e dar um pequeno tempo para o próprio corpo sair do estado de alerta. Isso tem relação com algo muito estudado na neurociência chamado neurocepção. Nosso sistema nervoso está o tempo todo avaliando se o ambiente é seguro ou não. As crianças fazem essa leitura principalmente olhando para o adulto que está com elas. Quando o adulto desacelera, fala com mais calma e se aproxima com presença, o cérebro da criança entende que existe segurança ali. Aos poucos o corpo dela também começa a se regular. Por isso dizemos que crianças pegam calma emprestada dos adultos. O nosso sistema nervoso ajuda o sistema nervoso delas a voltar ao equilíbrio. E eu quero te deixar uma pergunta para pensar: como você pode usar esse conhecimento sobre o cérebro e as emoções a seu favor na próxima birra do seu filho? Se você quer entender mais sobre comportamento infantil, desenvolvimento emocional das crianças e maternidade real no meio do cansaço da rotina, me segue por aqui 👉 @lari.schmidt. Aqui eu compartilho conteúdos todos os dias sobre criação de filhos e educação emocional. 💛

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