@d4ngnam: [20:47] SIGN•DEAMN• #lyrics_songs #song #xuhuong #fyp #lyricsvideo

DangNam
DangNam
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Tuesday 02 June 2026 13:46:33 GMT
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Comments

qwnghao
🖕 :
80% ae ko bt tên bài này là sign
2026-06-28 05:26:26
5
lwing305
Lwing :
hồi nhỏ nghe tuy đéo hiểu gì mà thấy vẫn hay 😁
2026-06-17 08:32:14
75
khanggsobad
Khangg :
Nhạc quá hay anh ba cx phải rơi lệ
2026-07-04 04:51:40
16
realjstdarwin
Nguyen Hieu :
Không có lời dịch nữa hả ô
2026-06-04 04:45:17
7
13th4_102
౨ৎ :
Nhạc của deamn peak vaiz, thời 2018 2019 nghe miết 😭💖
2026-07-06 13:12:05
3
idwtdie_
ִ :
2026-06-05 11:47:42
6
leonid2006
leonid :
quá hay mong ra thêm nhiều video peak như vậy
2026-06-14 01:20:44
1
trn.pht8758
tôi thích xe đạp fixed gear :
2026-06-09 23:06:55
1
erjii42
17 :
2026-06-05 17:22:45
1
k_yleewn
nước cam :
Mùa hè năm ấy …
2026-08-05 03:59:57
0
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Salvação universal só virou heresia 553 anos depois de Cristo. Pq ao que tudo indica o inferno não existe como fim eterno. Existe como metáfora política da destruição, invenção simbólica como discurso do afastamento de deus e posteriormente como instrumento do medo. Porque o que a Bíblia mostra é outra coisa. Em 1 Coríntios 15:28, Paulo escreve que Deus será tudo em todos. Isso significa que no fim dos tempos todos serão salvos retornando ao Uno. Assim, quando vigora o amor de Deus não sobra o inferno, sobra a reconciliação. Aí vocês vão dizer: “Mas Jesus falou do inferno sim”. E eu te pergunto: qual inferno? A Bíblia usa várias palavras diferentes que foram todas traduzidas como “inferno”, mas cada uma delas tem um sentido próprio: Gehenna (גי־הנם): o vale de Hinom, um lixão fora de Jerusalém, lugar de impureza e rejeição, usado como metáfora para exclusão social. Hades (ᾅδης): o mundo dos mortos na cultura grega, morada temporária das almas, sem conotação de punição eterna. Tártaro (τάρταρος): prisão mitológica das potências espirituais caídas, usado apenas uma vez no Novo Testamento (2Pe 2:4), sem referência à condenação humana. Jesus falou sim de “fogo eterno”, de “choro e ranger de dentes”, mas essas imagens aparecem em parábolas ou como recursos proféticos para descrever separação, injustiça, egoísmo, e não como mapa literal do além. O que chamaram de inferno era símbolo. E os símbolos dizem mais sobre quem os desenha do que sobre a vontade de Deus. No próximo vídeo, nós vamos falar sobre A Divina Comédia, de Dante Alighieri, sobre O Paraíso Perdido, de John Milton, e explicar como o demônio e o inferno foram utilizados como instrumento para acusar opositores, perseguir dissidentes e manter o medo como forma de controlar. Referências utilizadas (ABNT): WRIGHT, N. T. Surprised by Hope: Rethinking Heaven, the Resurrection, and the Mission of the Church. HarperOne, 2008. STOTT, John; EDWARDS, David L. Evangelical Essentials: A Liberal-Evangelical Dialogue. InterVarsity Press, 1988. PAGELS, Elaine. The Origin of Satan. New York: Vintage Books, 1996. FERREIRA, Aires José da Silva. A Patrística: entre o discurso filosófico e teológico. São Paulo: Paulus, 2006. MELLO, Leonardo. Sola gratia e o problema da liberdade: o diabo como instrumento teológico na Reforma Protestante. Revista Eletrônica Estudos Teológicos e Filosóficos, v. 2, n. 3, 2022. SILVA, W. F. da. Imaginário do Medo: demonologia, pecado e controle social na cultura cristã ocidental. Revista ReVLeSa, v. 4, n. 7, 2021
Salvação universal só virou heresia 553 anos depois de Cristo. Pq ao que tudo indica o inferno não existe como fim eterno. Existe como metáfora política da destruição, invenção simbólica como discurso do afastamento de deus e posteriormente como instrumento do medo. Porque o que a Bíblia mostra é outra coisa. Em 1 Coríntios 15:28, Paulo escreve que Deus será tudo em todos. Isso significa que no fim dos tempos todos serão salvos retornando ao Uno. Assim, quando vigora o amor de Deus não sobra o inferno, sobra a reconciliação. Aí vocês vão dizer: “Mas Jesus falou do inferno sim”. E eu te pergunto: qual inferno? A Bíblia usa várias palavras diferentes que foram todas traduzidas como “inferno”, mas cada uma delas tem um sentido próprio: Gehenna (גי־הנם): o vale de Hinom, um lixão fora de Jerusalém, lugar de impureza e rejeição, usado como metáfora para exclusão social. Hades (ᾅδης): o mundo dos mortos na cultura grega, morada temporária das almas, sem conotação de punição eterna. Tártaro (τάρταρος): prisão mitológica das potências espirituais caídas, usado apenas uma vez no Novo Testamento (2Pe 2:4), sem referência à condenação humana. Jesus falou sim de “fogo eterno”, de “choro e ranger de dentes”, mas essas imagens aparecem em parábolas ou como recursos proféticos para descrever separação, injustiça, egoísmo, e não como mapa literal do além. O que chamaram de inferno era símbolo. E os símbolos dizem mais sobre quem os desenha do que sobre a vontade de Deus. No próximo vídeo, nós vamos falar sobre A Divina Comédia, de Dante Alighieri, sobre O Paraíso Perdido, de John Milton, e explicar como o demônio e o inferno foram utilizados como instrumento para acusar opositores, perseguir dissidentes e manter o medo como forma de controlar. Referências utilizadas (ABNT): WRIGHT, N. T. Surprised by Hope: Rethinking Heaven, the Resurrection, and the Mission of the Church. HarperOne, 2008. STOTT, John; EDWARDS, David L. Evangelical Essentials: A Liberal-Evangelical Dialogue. InterVarsity Press, 1988. PAGELS, Elaine. The Origin of Satan. New York: Vintage Books, 1996. FERREIRA, Aires José da Silva. A Patrística: entre o discurso filosófico e teológico. São Paulo: Paulus, 2006. MELLO, Leonardo. Sola gratia e o problema da liberdade: o diabo como instrumento teológico na Reforma Protestante. Revista Eletrônica Estudos Teológicos e Filosóficos, v. 2, n. 3, 2022. SILVA, W. F. da. Imaginário do Medo: demonologia, pecado e controle social na cultura cristã ocidental. Revista ReVLeSa, v. 4, n. 7, 2021

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