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Bella Mostafa
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Wednesday 03 June 2026 23:45:03 GMT
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Comments

sweet_rose547
❤️🌹🎀روان 🎀🌹❤️ :
انتي عسل مشاءالله 🥰🥰🥰❤️❤️❤️
2026-06-04 01:10:11
1
kenzyhazem098
كـنْزِي💘 :
7alawtkkkk😘😘
2026-06-18 19:06:32
0
mnbxa6
🦋01:01:2010🦋 :
فولو وهباك يبنات🥹❣️
2026-06-04 14:04:43
1
kenzyhazem098
كـنْزِي💘 :
ماشاءالله 😍😍❤️
2026-06-18 19:06:26
0
kenzyhazem098
كـنْزِي💘 :
مزتييييي😍❤️
2026-06-04 10:03:19
1
mariam.daoud18
Mariam daoud :
😍😍😍
2026-06-06 00:58:24
1
hanahany20122
Hana😍🤙 :
😍😍
2026-06-07 12:58:01
1
nadia.ammar12
nadia ammar :
🥰🥰🥰🥰🥰
2026-06-06 09:16:17
0
kenzyhazem098
كـنْزِي💘 :
😍😍😍
2026-06-18 19:06:34
0
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Lesão na Copa - A fratura na perna sofrida pelo jogador canadense Ismaël Koné na partida contra o Catar, nesta quinta-feira (18), assustou tanto o público quanto quem estava em campo. Apesar da gravidade da lesão, o atleta deixou o gramado sorrindo e acenando, reação que chamou a atenção de torcedores e especialistas. Em coletiva à imprensa, o técnico do Canadá, Jesse Marsch, revelou que foi possível ouvir o osso se partir durante o lance. Koné, de 24 anos, foi retirado de maca no BC Place depois que o adversário Assim Madibo o pegou por trás, no fim do jogo. O jogador foi levado ao hospital para se preparar para uma cirurgia, enquanto o Canadá venceu o Catar por 6 a 0. Mas como um atleta consegue deixar o campo aparentemente tranquilo após uma lesão tão grave? O #g1 conversou com ortopedistas para entender o quanto esse tipo de reação é comum, a gravidade e a recorrência do trauma, além de detalhes sobre a recuperação. ➡️ O ortopedista e diretor da Associação Paranaense de Medicina do Exercício e Esporte (APrMEE) e Convidado da CBF Academy Helio Okamura explica que Koné saiu de campo usando um medicamento anestésico inalatório usado em alguns países para dor aguda durante eventos traumáticos. Apelidado de Green Whistle, o Penthrox é um inalador portátil ainda não aprovado no Brasil. A adrenalina elevada no momento também pode ter ajudado o jogador a demorar a sentir a dor de forma mais intensa. Além disso, cada indivíduo tem um grau de tolerância à dor diferente, e a imobilização correta da região traumatizada também ajuda a diminuir o desconforto. Ainda assim, Okamura acredita que dificilmente Koné teria ficado tranquilo sem um anestésico. Além da reação do jogador após a lesão, especialistas explicam que o tipo de fratura sofrida por Koné está entre os traumas mais complicados que podem ocorrer no futebol. Entenda melhor o caso no #g1. #lesão #futebol #catar #canadá #notícias #g1saúde
Lesão na Copa - A fratura na perna sofrida pelo jogador canadense Ismaël Koné na partida contra o Catar, nesta quinta-feira (18), assustou tanto o público quanto quem estava em campo. Apesar da gravidade da lesão, o atleta deixou o gramado sorrindo e acenando, reação que chamou a atenção de torcedores e especialistas. Em coletiva à imprensa, o técnico do Canadá, Jesse Marsch, revelou que foi possível ouvir o osso se partir durante o lance. Koné, de 24 anos, foi retirado de maca no BC Place depois que o adversário Assim Madibo o pegou por trás, no fim do jogo. O jogador foi levado ao hospital para se preparar para uma cirurgia, enquanto o Canadá venceu o Catar por 6 a 0. Mas como um atleta consegue deixar o campo aparentemente tranquilo após uma lesão tão grave? O #g1 conversou com ortopedistas para entender o quanto esse tipo de reação é comum, a gravidade e a recorrência do trauma, além de detalhes sobre a recuperação. ➡️ O ortopedista e diretor da Associação Paranaense de Medicina do Exercício e Esporte (APrMEE) e Convidado da CBF Academy Helio Okamura explica que Koné saiu de campo usando um medicamento anestésico inalatório usado em alguns países para dor aguda durante eventos traumáticos. Apelidado de Green Whistle, o Penthrox é um inalador portátil ainda não aprovado no Brasil. A adrenalina elevada no momento também pode ter ajudado o jogador a demorar a sentir a dor de forma mais intensa. Além disso, cada indivíduo tem um grau de tolerância à dor diferente, e a imobilização correta da região traumatizada também ajuda a diminuir o desconforto. Ainda assim, Okamura acredita que dificilmente Koné teria ficado tranquilo sem um anestésico. Além da reação do jogador após a lesão, especialistas explicam que o tipo de fratura sofrida por Koné está entre os traumas mais complicados que podem ocorrer no futebol. Entenda melhor o caso no #g1. #lesão #futebol #catar #canadá #notícias #g1saúde

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