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Thursday 04 June 2026 04:53:21 GMT
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lx_4d
F. Albuqami | 1908 :
رهيب وقسم
2026-06-04 09:36:37
1
t87..s5
Talal 🇮🇹 :
2026-06-04 11:15:55
1
iixiixiii
qx :
انتر مورينهو 😢
2026-06-04 13:39:20
0
lx_4d
F. Albuqami | 1908 :
اهخخ والله تاريهي
2026-06-04 09:36:32
0
cr722ttt0
هلا مدريد :
❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️
2026-06-04 08:40:49
0
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'Cidade dos Gays' - Entre as décadas de 1950 e 1990, o Rio de Janeiro foi considerado a capital gay do Brasil, segundo o escritor Rodrigo Faour em seu novo livro A audácia dos invertidos. A obra será lançada em um show no Teatro Rival, no dia 5, com o objetivo de reviver o cenário da época.  O título faz referência a duas expressões marcantes: “audácia”, uma gíria gay dos anos 1970, e “invertidos”, termo pejorativo usado para se referir à comunidade LGBTQIA+. O livro reúne cerca de 50 relatos de pessoas, famosas e anônimas, que viveram a efervescência da vida queer na cidade. Entre as histórias, estão a origem do termo “sapatão”, que teria surgido de uma brincadeira entre lésbicas durante um show de Maria Bethânia em 1971, e a trajetória de Paulette, primeira travesti assumida a trabalhar em uma grande empresa no Brasil, o Banco do Brasil.  Outro episódio marcante é o encontro entre o filósofo francês Michel Foucault e Madame Satã, em um cabaré carioca, promovido pelo cineasta Luiz Carlos Lacerda. Faour também destaca a importância da Cinelândia como ponto de encontro da comunidade antes da popularização de locais como a Galeria Alaska e a Praia de Ipanema. A ideia do livro surgiu durante a pandemia, quando Faour começou a publicar fotos da noite gay dos anos 1990 nas redes sociais. A repercussão das postagens revelou uma memória coletiva ainda pouco registrada. A pesquisa, que virou tema de seu mestrado, começou com relatos pessoais e se expandiu para as décadas anteriores, com destaque para os anos 1950, quando o Teatro João Caetano passou a sediar concursos de fantasias para homens vestidos de mulher.  Com mais de 500 páginas, o livro busca preservar a história da comunidade LGBTQIA+ e reforçar a importância da união para evitar retrocessos nos direitos conquistados. Saiba mais clicando em
'Cidade dos Gays' - Entre as décadas de 1950 e 1990, o Rio de Janeiro foi considerado a capital gay do Brasil, segundo o escritor Rodrigo Faour em seu novo livro A audácia dos invertidos. A obra será lançada em um show no Teatro Rival, no dia 5, com o objetivo de reviver o cenário da época. O título faz referência a duas expressões marcantes: “audácia”, uma gíria gay dos anos 1970, e “invertidos”, termo pejorativo usado para se referir à comunidade LGBTQIA+. O livro reúne cerca de 50 relatos de pessoas, famosas e anônimas, que viveram a efervescência da vida queer na cidade. Entre as histórias, estão a origem do termo “sapatão”, que teria surgido de uma brincadeira entre lésbicas durante um show de Maria Bethânia em 1971, e a trajetória de Paulette, primeira travesti assumida a trabalhar em uma grande empresa no Brasil, o Banco do Brasil. Outro episódio marcante é o encontro entre o filósofo francês Michel Foucault e Madame Satã, em um cabaré carioca, promovido pelo cineasta Luiz Carlos Lacerda. Faour também destaca a importância da Cinelândia como ponto de encontro da comunidade antes da popularização de locais como a Galeria Alaska e a Praia de Ipanema. A ideia do livro surgiu durante a pandemia, quando Faour começou a publicar fotos da noite gay dos anos 1990 nas redes sociais. A repercussão das postagens revelou uma memória coletiva ainda pouco registrada. A pesquisa, que virou tema de seu mestrado, começou com relatos pessoais e se expandiu para as décadas anteriores, com destaque para os anos 1950, quando o Teatro João Caetano passou a sediar concursos de fantasias para homens vestidos de mulher. Com mais de 500 páginas, o livro busca preservar a história da comunidade LGBTQIA+ e reforçar a importância da união para evitar retrocessos nos direitos conquistados. Saiba mais clicando em "ler artigo", ou entre em g1.com.br #g1 #tiktoknotícias #livros #lgbtqia #Pride #orgulho

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