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Uda Blok M
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Friday 05 June 2026 06:24:08 GMT
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san.g8
San G :
aku baru tau ada nasi kokoh
2026-06-05 07:01:05
0
suarminah
minah :
ini apa di bawah terminal nya ya kak
2026-06-05 07:07:56
0
suarminah
minah :
Blok M nya dimananya kak
2026-06-05 07:06:19
0
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A vida exige escolhas difíceis — e uma das mais importantes é saber quem levar e quem deixar para trás. Nem todas as relações, projetos ou caminhos foram feitos para durar até o fim. Algumas pessoas entram na nossa vida para somar, construir e fortalecer. Outras, porém, tornam-se pesos invisíveis, âncoras que nos impedem de avançar. O grande erro não está em enfrentar dificuldades ou remar contra a maré. O erro está em insistir no que já está quebrado, apenas por apego, lealdade cega ou medo de recomeçar. Permanecer em um “barco furado” não é sinal de força — é negligência consigo mesmo. Muitas vezes, confundimos lealdade com obrigação. Acreditamos que devemos permanecer ao lado de alguém ou de uma situação, mesmo quando isso nos destrói. Mas a verdade é simples e dura: lealdade sem discernimento é autossabotagem. Não há honra em se afundar junto com aquilo que já está condenado. Gratidão também não deve ser confundida com dívida eterna. Reconhecer quem te ajudou a crescer é nobre, mas isso não significa que você precisa descer junto com quem se recusa a evoluir. Cada pessoa é responsável pelas próprias escolhas — inclusive pelas consequências delas. A vida não recompensa a estagnação. Ela exige movimento, coragem e, acima de tudo, consciência. Permanecer no caos por conforto ou hábito não te torna resiliente — apenas te mantém preso. No fim, é preciso entender: nem todo naufrágio precisa de heróis — muitos só existem porque alguém escolheu não sair a tempo. E o tempo… ele não espera, não perdoa e não volta atrás para quem decidiu ficar onde já não havia mais vida.
A vida exige escolhas difíceis — e uma das mais importantes é saber quem levar e quem deixar para trás. Nem todas as relações, projetos ou caminhos foram feitos para durar até o fim. Algumas pessoas entram na nossa vida para somar, construir e fortalecer. Outras, porém, tornam-se pesos invisíveis, âncoras que nos impedem de avançar. O grande erro não está em enfrentar dificuldades ou remar contra a maré. O erro está em insistir no que já está quebrado, apenas por apego, lealdade cega ou medo de recomeçar. Permanecer em um “barco furado” não é sinal de força — é negligência consigo mesmo. Muitas vezes, confundimos lealdade com obrigação. Acreditamos que devemos permanecer ao lado de alguém ou de uma situação, mesmo quando isso nos destrói. Mas a verdade é simples e dura: lealdade sem discernimento é autossabotagem. Não há honra em se afundar junto com aquilo que já está condenado. Gratidão também não deve ser confundida com dívida eterna. Reconhecer quem te ajudou a crescer é nobre, mas isso não significa que você precisa descer junto com quem se recusa a evoluir. Cada pessoa é responsável pelas próprias escolhas — inclusive pelas consequências delas. A vida não recompensa a estagnação. Ela exige movimento, coragem e, acima de tudo, consciência. Permanecer no caos por conforto ou hábito não te torna resiliente — apenas te mantém preso. No fim, é preciso entender: nem todo naufrágio precisa de heróis — muitos só existem porque alguém escolheu não sair a tempo. E o tempo… ele não espera, não perdoa e não volta atrás para quem decidiu ficar onde já não havia mais vida.

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