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Uma tragédia chocou o país. A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser lançada de uma altura de 40 metros sem que a corda de segurança estivesse presa ao seu corpo. O caso aconteceu na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo. O momento foi registrado em vídeo e viralizou nas redes sociais. A polícia prendeu seis pessoas pelo ocorrido, incluindo os instrutores responsáveis pela atividade. As camisas usadas por eles estampavam os nomes das empresas Entre Cordas e Ih Voei. Ambas não se manifestaram até o fechamento desta reportagem. A prefeitura de Limeira afirmou que a ponte é de responsabilidade exclusiva do governo federal e que vai processar a União por omissão. Segundo o município, desde o início de 2025, ofícios pedindo medidas de segurança já haviam sido enviados. O prefeito Murilo Félix declarou que a área apresenta riscos conhecidos há anos. Não é a primeira morte no local. Em abril de 2024, uma ciclista caiu da mesma ponte e morreu. Em agosto de 2025, duas mulheres ficaram gravemente feridas em outro acidente. A estrutura está desativada há mais de 30 anos, mas seguia sendo usada para saltos de rope jumping sem qualquer fiscalização adequada. O rope jumping é uma atividade radical derivada do bungee jump. Nele, a pessoa salta de uma altura elevada presa por cordas elásticas. Quando feito sem os equipamentos corretos ou com negligência dos instrutores, o risco de morte é altíssimo. Familiares e amigos de Maria Eduarda estão em choque. Nas redes sociais, mensagens de pesar e revolta tomaram conta. Muitos questionam como os responsáveis puderam permitir que alguém saltasse sem verificar a fixação da corda. A investigação segue para apurar se houve dolo ou apenas imprudência. A tragédia acende um alerta sobre a regulamentação de esportes radicais no Brasil. Atividades como rope jumping, asa delta e rapel muitas vezes são oferecidas por empresas sem treinamento, sem seguro e sem vistoria dos órgãos competentes. Quem busca adrenalina precisa também cobrar segurança.
Uma tragédia chocou o país. A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser lançada de uma altura de 40 metros sem que a corda de segurança estivesse presa ao seu corpo. O caso aconteceu na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo. O momento foi registrado em vídeo e viralizou nas redes sociais. A polícia prendeu seis pessoas pelo ocorrido, incluindo os instrutores responsáveis pela atividade. As camisas usadas por eles estampavam os nomes das empresas Entre Cordas e Ih Voei. Ambas não se manifestaram até o fechamento desta reportagem. A prefeitura de Limeira afirmou que a ponte é de responsabilidade exclusiva do governo federal e que vai processar a União por omissão. Segundo o município, desde o início de 2025, ofícios pedindo medidas de segurança já haviam sido enviados. O prefeito Murilo Félix declarou que a área apresenta riscos conhecidos há anos. Não é a primeira morte no local. Em abril de 2024, uma ciclista caiu da mesma ponte e morreu. Em agosto de 2025, duas mulheres ficaram gravemente feridas em outro acidente. A estrutura está desativada há mais de 30 anos, mas seguia sendo usada para saltos de rope jumping sem qualquer fiscalização adequada. O rope jumping é uma atividade radical derivada do bungee jump. Nele, a pessoa salta de uma altura elevada presa por cordas elásticas. Quando feito sem os equipamentos corretos ou com negligência dos instrutores, o risco de morte é altíssimo. Familiares e amigos de Maria Eduarda estão em choque. Nas redes sociais, mensagens de pesar e revolta tomaram conta. Muitos questionam como os responsáveis puderam permitir que alguém saltasse sem verificar a fixação da corda. A investigação segue para apurar se houve dolo ou apenas imprudência. A tragédia acende um alerta sobre a regulamentação de esportes radicais no Brasil. Atividades como rope jumping, asa delta e rapel muitas vezes são oferecidas por empresas sem treinamento, sem seguro e sem vistoria dos órgãos competentes. Quem busca adrenalina precisa também cobrar segurança.

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