@4m.a7k: مازن يمازن 😴🥀#زمار_دهوك_كوردستان_موصل_بغداد_العراق #مازن_عساف #الغربة_كي_واعرا_الغربة #ضاع_عمري #لايكات

Mohammed
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Monday 08 June 2026 10:04:39 GMT
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n.m154
جانو 🇬🇧🇮🇶 :
كل الطرق في الحياه ذهاب و عوده إلا طريق العمر ذهاب بلا عوده ….؛
2026-06-08 18:08:38
1
user4110634701073
زياد الهوار :
🥰🥰🥰
2026-06-09 06:09:34
1
user14612281719337
حسين علي :
🥰🥰🥰
2026-06-08 16:21:33
1
m.z12.y1
احمد محمد :
💕💕💕
2026-06-10 17:38:03
0
1a.1m
شركة احمد النعيمي للتوظيف :
♥️
2026-06-09 22:35:13
0
dyiip51u8l2m
أمير دوانيه :
👍👍🥀🥀🥀💞💞
2026-06-09 19:58:32
0
military0821
وطـــٰــنٍ🕊️ :
😢
2026-06-10 05:14:41
0
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Manifestantes de #esquerda ocupam a #AvenidaPaulista, na região central de #SãoPaulo, na tarde deste domingo (14/12), em protesto contra a aprovação, na Câmara dos Deputados, do PL da #Dosimetria — projeto que reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado. Os atos acontecem, ao longo do dia, em outras capitais. A organização dos protestos foi feita pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, que tem a participação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). Com o lema “Congresso Inimigo do Povo”, a manifestação é uma reação ao avanço do projeto que reduz as penas para os presos pelos atos do 8 de Janeiro. Entre os beneficiados pelo texto está o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. O principal alvo da manifestação é o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que decidiu pautar o PL da Dosimetria nessa semana. Além da crítica ao Congresso, os protestos também incluem outras pautas, como o fim da escala de trabalho 6×1 e o combate ao feminicídio. O casal Cíntia Silva de Araújo, de 47 anos, e Giovanni Alves, de 49, participa do ato na Paulista. “Viemos para defender o Brasil. Lutar pela nossa filha e por todos”, disse Cíntia. O marido acrescentou: “[Estamos protestando] contra a péssima atuação do Congresso, que só vota a favor dos interesses deles.” Em setembro, mais de 40 mil pessoas foram à Avenida Paulista, segundo levantamento do Monitor do Debate Político do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), uma parceria da Universidade de São Paulo (USP) com a ONG More in Common, para protestar contra a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro e a PEC da Blindagem, que também havia sido aprovada pela Câmara. #TikTokNotícias 🤳 William Cardoso/Metrópoles
Manifestantes de #esquerda ocupam a #AvenidaPaulista, na região central de #SãoPaulo, na tarde deste domingo (14/12), em protesto contra a aprovação, na Câmara dos Deputados, do PL da #Dosimetria — projeto que reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado. Os atos acontecem, ao longo do dia, em outras capitais. A organização dos protestos foi feita pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, que tem a participação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). Com o lema “Congresso Inimigo do Povo”, a manifestação é uma reação ao avanço do projeto que reduz as penas para os presos pelos atos do 8 de Janeiro. Entre os beneficiados pelo texto está o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. O principal alvo da manifestação é o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que decidiu pautar o PL da Dosimetria nessa semana. Além da crítica ao Congresso, os protestos também incluem outras pautas, como o fim da escala de trabalho 6×1 e o combate ao feminicídio. O casal Cíntia Silva de Araújo, de 47 anos, e Giovanni Alves, de 49, participa do ato na Paulista. “Viemos para defender o Brasil. Lutar pela nossa filha e por todos”, disse Cíntia. O marido acrescentou: “[Estamos protestando] contra a péssima atuação do Congresso, que só vota a favor dos interesses deles.” Em setembro, mais de 40 mil pessoas foram à Avenida Paulista, segundo levantamento do Monitor do Debate Político do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), uma parceria da Universidade de São Paulo (USP) com a ONG More in Common, para protestar contra a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro e a PEC da Blindagem, que também havia sido aprovada pela Câmara. #TikTokNotícias 🤳 William Cardoso/Metrópoles

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