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Bảo Trâm Hướng Tủ Đồ🫐
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Tuesday 09 June 2026 07:10:52 GMT
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Comments

ngw.tieen0935
tiên bị điên💩 :
Chị mang size bn v ạ
2026-07-04 07:12:01
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Gravei este vídeo para rebater o discurso de um pastor evangélico que faz missões na África e que, na minha opinião, reproduziu falas extremamente preconceituosas e desprezíveis sobre o continente. Ele não apenas falou da África como se fosse um país, como também fez comentários absurdos sobre a nossa comida, sobre a existência de “espíritos ruins” e até sobre pessoas que supostamente comeriam mãos. Além disso, tratou com desprezo as próprias ações que realiza com crianças africanas. E é justamente isso que me incomoda. Porque, muitas vezes, por trás de certos discursos de missão e de ajuda humanitária, existe uma visão muito problemática de superioridade. Como se o africano fosse sempre alguém que precisa ser salvo, educado ou civilizado pelo Ocidente. Eu não estou generalizando. Existem pessoas e organizações que fazem um trabalho sério, respeitoso e verdadeiramente humanitário. Mas também não podemos fechar os olhos para o preconceito velado que ainda aparece em muitas dessas narrativas. Qualquer forma de preconceito deveria ser inaceitável no século XXI. E, sendo muito sincero, é por isso que eu sempre olho com muita desconfiança para determinadas missões evangélicas e ações humanitárias que chegam à África. Não porque ajudar seja errado, mas porque ajudar alguém não deveria significar olhar para essa pessoa como inferior. A África não é um país. Os africanos não são um povo único. E o continente africano não precisa ser descrito através de estereótipos racistas para que alguém se sinta um herói.
Gravei este vídeo para rebater o discurso de um pastor evangélico que faz missões na África e que, na minha opinião, reproduziu falas extremamente preconceituosas e desprezíveis sobre o continente. Ele não apenas falou da África como se fosse um país, como também fez comentários absurdos sobre a nossa comida, sobre a existência de “espíritos ruins” e até sobre pessoas que supostamente comeriam mãos. Além disso, tratou com desprezo as próprias ações que realiza com crianças africanas. E é justamente isso que me incomoda. Porque, muitas vezes, por trás de certos discursos de missão e de ajuda humanitária, existe uma visão muito problemática de superioridade. Como se o africano fosse sempre alguém que precisa ser salvo, educado ou civilizado pelo Ocidente. Eu não estou generalizando. Existem pessoas e organizações que fazem um trabalho sério, respeitoso e verdadeiramente humanitário. Mas também não podemos fechar os olhos para o preconceito velado que ainda aparece em muitas dessas narrativas. Qualquer forma de preconceito deveria ser inaceitável no século XXI. E, sendo muito sincero, é por isso que eu sempre olho com muita desconfiança para determinadas missões evangélicas e ações humanitárias que chegam à África. Não porque ajudar seja errado, mas porque ajudar alguém não deveria significar olhar para essa pessoa como inferior. A África não é um país. Os africanos não são um povo único. E o continente africano não precisa ser descrito através de estereótipos racistas para que alguém se sinta um herói.

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