@abdoukader73: ❤️

𝑫𝒆𝒓𝒌𝒂😻🇸🇳✪
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Saturday 13 June 2026 00:31:50 GMT
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user1700819332783
cheikh sarr :
machalla
2026-06-13 08:31:36
18
user4513517445028
Issa Dia :
néhk na
2026-06-13 12:49:20
8
ckolle.gangu
ckolle Gangué :
Sama wassila 🥰🥰
2026-06-14 16:19:10
1
user8537618468166
Ndiaye :
sallalahou Allah mouhamad
2026-06-13 13:53:57
7
mrs.diop169
mrs diop 🌸❤️ :
Kou nieupou beugue 🥹🤩❤️
2026-06-13 21:30:39
4
fatimata.sow742
Fatimata Sow :
Masha Allah 💓
2026-06-13 10:00:40
4
abou.mbaye90
Abou mbaye :
Machallah ❤🙏❤💚❤🙏🙏
2026-06-13 13:37:59
1
user1686753399975
Ozil s’y :
Long vie baba🥰
2026-06-14 14:36:43
1
khadijaniassi
Khadijaniassi :
machala
2026-06-13 23:24:32
0
penda.fall464
penda fall :
Machalla
2026-06-14 21:27:35
0
sowpoulo130
Sow poulo diéry :
Alhamdoulilah ❤️
2026-06-14 21:09:14
0
user6230568717285
user6230568717285 :
Amine 😭😭❤️❤️❤️
2026-06-13 21:31:40
0
coumba.niang5365
Coumba Niang :
longue vie sama sopé 🥰🥰🥰🥰
2026-06-16 16:37:31
1
ndeyefall727
yayou seydina mouhamed :
machalla
2026-06-14 15:26:12
0
princessefah517
toufa la babacarienne :
ooooh❤️li nekhna 🙏😭❤️
2026-06-17 01:09:55
1
soukeyna957
soukeyna :
machallah nekhna torope Serigne Babacar Sy Abdou Aziz notre fierté Sy Malick yague fi ande ak wer ak werlé soutoura adina ak alahira
2026-06-18 01:30:52
2
hafid_alkhalif1957muqtaf
HAFID_AL~KHALIF :
Sum Xassida 3M 🥰🥰
2026-06-17 11:44:06
1
diaz.cvnv.221
Ⓜ️iliadaire 🅱️ou 🅿️auvre😊 :
ohhhhhhh🥰
2026-06-16 17:33:31
0
al_amine77
Al_Amine :
2026-06-16 08:05:28
0
marietoucouture2
Marietou couture2 :
machallah❤️❤️❤️❤️
2026-06-15 18:06:23
0
user4513517445028
Issa Dia :
cv
2026-06-22 00:20:33
0
serigne.babacar.t81
Serigne babacar Thiam :
Nékh na trop
2026-06-26 09:30:35
1
une.perle.noire67
une perle noire🫠💍❤️ :
🤍 BABA
2026-06-17 22:29:53
0
cherifmoulayediag
MOULAYE TAHA :
Ndeyssane MAME ABDOU sama toureundo
2026-06-19 20:55:57
0
rayhanatounabii
Ousmane sonko président 2029❤❤ :
♥️♥️
2026-06-13 18:28:16
0
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Siga @alldofunk para ouvir mais lançamentos “O funk do Brasil” é uma estrutura construída a partir das favelas do Rio de Janeiro nos anos 80, mas que hoje já pulsa em São Paulo, Goiânia, Belo Horizonte e em todo o país. É a história de quem pegou beats de Miami bass, juntou com a realidade da quebrada e criou uma linguagem própria de rua, baile e resistência. Por trás dos graves, dos fluxos e da estética pesada, o funk usa a música para falar de vida real. Fala de amor e desamor, de ostentação e corre, de polícia e favela, de fé e superação. Com o tempo ele se dividiu em várias vertentes: o funk carioca raiz, o funk paulista, o trap funk, o eletrofunk do Centro-Oeste e o brega funk do Nordeste. Cada região adaptou o som à sua cultura, mas todos carregam a mesma essência: contar o que acontece fora do eixo da mídia tradicional. Dentro desse cenário, o baile deixa de ser só festa e vira espaço de identidade. MCs transformam dor, falta de oportunidade, perda e desigualdade em música que estoura no TikTok, nas plataformas de stream e nas caixas de som do Brasil inteiro. Nomes como MC Kevin, MC Ryan SP, MC Lelê JP, MC Jacaré, Anitta, Ludmilla e Poze do Rodo mostram como o funk saiu da periferia e virou fenômeno nacional, com centenas de milhões de plays e público em todo o mundo. Ao mesmo tempo, o funk reforça debates sobre preconceito, criminalização e liberdade artística. Ele é acusado, censurado e celebrado ao mesmo tempo, porque incomoda, porque é barulhento e porque fala alto demais sobre um Brasil que muita gente prefere ignorar. Páginas como Salve Trap Funk ajudam a amplificar essa cultura, conectando o público não apenas ao som pesado, mas também às histórias, códigos e reflexões que os artistas da cena urbana passam. #Funk #TrapFunk #FunkCarioca #FunkPaulista #SalveTrapFunk CulturaDeRua Quebrada Baile FunkBrasileiro
Siga @alldofunk para ouvir mais lançamentos “O funk do Brasil” é uma estrutura construída a partir das favelas do Rio de Janeiro nos anos 80, mas que hoje já pulsa em São Paulo, Goiânia, Belo Horizonte e em todo o país. É a história de quem pegou beats de Miami bass, juntou com a realidade da quebrada e criou uma linguagem própria de rua, baile e resistência. Por trás dos graves, dos fluxos e da estética pesada, o funk usa a música para falar de vida real. Fala de amor e desamor, de ostentação e corre, de polícia e favela, de fé e superação. Com o tempo ele se dividiu em várias vertentes: o funk carioca raiz, o funk paulista, o trap funk, o eletrofunk do Centro-Oeste e o brega funk do Nordeste. Cada região adaptou o som à sua cultura, mas todos carregam a mesma essência: contar o que acontece fora do eixo da mídia tradicional. Dentro desse cenário, o baile deixa de ser só festa e vira espaço de identidade. MCs transformam dor, falta de oportunidade, perda e desigualdade em música que estoura no TikTok, nas plataformas de stream e nas caixas de som do Brasil inteiro. Nomes como MC Kevin, MC Ryan SP, MC Lelê JP, MC Jacaré, Anitta, Ludmilla e Poze do Rodo mostram como o funk saiu da periferia e virou fenômeno nacional, com centenas de milhões de plays e público em todo o mundo. Ao mesmo tempo, o funk reforça debates sobre preconceito, criminalização e liberdade artística. Ele é acusado, censurado e celebrado ao mesmo tempo, porque incomoda, porque é barulhento e porque fala alto demais sobre um Brasil que muita gente prefere ignorar. Páginas como Salve Trap Funk ajudam a amplificar essa cultura, conectando o público não apenas ao som pesado, mas também às histórias, códigos e reflexões que os artistas da cena urbana passam. #Funk #TrapFunk #FunkCarioca #FunkPaulista #SalveTrapFunk CulturaDeRua Quebrada Baile FunkBrasileiro

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