@janasa375: انبحي هي

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Monday 15 June 2026 12:18:53 GMT
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Comments

abdulrahman.kashi1
عبدالرحمن خشيبه :
تكلم عن إقليم جنوب شرقي شمالي الغربي البحري
2026-06-16 17:32:40
18
b.u088
Bushra :
عدم الازعاج
2026-06-16 15:50:53
24
1_qutaiba
Q :
ممطر صيفاً وجاف شتاءً
2026-06-16 21:05:55
3
xlyrr
10 :
في التاريخ ركزو على التواريخ اهم شي
2026-06-16 19:46:34
2
wxi734
. :
اني خلاص دماغي معاش يستقبل لا يرسل مش عارفه كيف بنقراهن🤣💔
2026-06-16 16:27:44
5
bu_k7li
ᴮᵁᵀᴴᴬᴵᴺᴬ ᴳᴬᴰᴰᴬᶠᴵ :
يمي
2026-06-16 17:46:19
1
almatthe
almat :
بيسكرو علينا اللجنة💔
2026-06-16 18:23:38
1
yoni.11112
🦇 :
ياااساتر ورا بعض
2026-06-16 21:34:19
0
ai.01117
ᗩIՏᕼᗩ :
ي قلبييي اكتر مواد يخوفن
2026-06-16 16:14:23
1
user530356738
﮼احمد🚩📌 :
ههه😂😭
2026-06-16 12:32:13
0
userl34tic7uzd
🪫Monder💔 :
انشالله خير يارب
2026-06-16 18:17:34
0
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O senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, publicou um vídeo nas redes sociais neste domingo, 14 de junho, em que aparece discutindo com um juiz em um local público de Divinópolis, cidade do Centro-Oeste de Minas Gerais. Na gravação, o parlamentar critica o fato de o magistrado receber remuneração mesmo estando afastado das funções. Cleitinho diz no vídeo: Vossa Excelência, juiz, eu não tenho medo de você não. Estou mostrando para a população brasileira que está lutando pelo fim da escala 6 por 1: esse senhor está afastado do cargo. Vou acabar com esse privilégio seu. Você está recebendo 40 mil reais por mês com um monte de irregularidade. O senador ainda acusa o magistrado de ter humilhado pessoas na cidade e encerra a abordagem dizendo Pode me processar. Pessoas próximas aplaudem as declarações. Em um segundo vídeo, Cleitinho explica o motivo da abordagem. Segundo ele, o juiz cometeu irregularidades e, em vez de ser punido, foi beneficiado com uma aposentadoria compulsória. Ele já não trabalha mais, mas continua recebendo o salário. E quem paga? O trabalhador que está na maldita escala 6 por 1 para manter esse privilégio. O caso citado pelo senador remete a 2023. Na época, o juiz Ather Aguiar, da Vara da Fazenda Pública e Autarquias de Divinópolis, foi afastado preventivamente pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ele era acusado de cometer assédio moral contra estagiárias. Um assessor também foi afastado por 60 dias. O tribunal afirmou que depoimentos de denunciantes e testemunhas confirmaram indícios graves contra o magistrado. O episódio reacende o debate sobre os privilégios do Judiciário e a falta de transparência em casos de afastamento de magistrados. Enquanto servidores públicos de outras áreas perdem o cargo ou o salário quando afastados por irregularidades, juízes continuam recebendo integralmente em muitos casos. A Constituição permite o afastamento com vencimentos integrais em determinadas situações, mas a prática é criticada por especialistas em direito administrativo. Cleitinho, conhecido por seu estilo combativo e linguagem direta, já havia se manifestado contra privilégios do funcionalismo público em outras ocasiões. O vídeo viralizou e dividiu opiniões. Há quem apoie a postura firme do senador contra o que considera impunidade. Outros criticam a abordagem agressiva e apontam que o caso já está sob investigação do próprio TJMG.
O senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, publicou um vídeo nas redes sociais neste domingo, 14 de junho, em que aparece discutindo com um juiz em um local público de Divinópolis, cidade do Centro-Oeste de Minas Gerais. Na gravação, o parlamentar critica o fato de o magistrado receber remuneração mesmo estando afastado das funções. Cleitinho diz no vídeo: Vossa Excelência, juiz, eu não tenho medo de você não. Estou mostrando para a população brasileira que está lutando pelo fim da escala 6 por 1: esse senhor está afastado do cargo. Vou acabar com esse privilégio seu. Você está recebendo 40 mil reais por mês com um monte de irregularidade. O senador ainda acusa o magistrado de ter humilhado pessoas na cidade e encerra a abordagem dizendo Pode me processar. Pessoas próximas aplaudem as declarações. Em um segundo vídeo, Cleitinho explica o motivo da abordagem. Segundo ele, o juiz cometeu irregularidades e, em vez de ser punido, foi beneficiado com uma aposentadoria compulsória. Ele já não trabalha mais, mas continua recebendo o salário. E quem paga? O trabalhador que está na maldita escala 6 por 1 para manter esse privilégio. O caso citado pelo senador remete a 2023. Na época, o juiz Ather Aguiar, da Vara da Fazenda Pública e Autarquias de Divinópolis, foi afastado preventivamente pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ele era acusado de cometer assédio moral contra estagiárias. Um assessor também foi afastado por 60 dias. O tribunal afirmou que depoimentos de denunciantes e testemunhas confirmaram indícios graves contra o magistrado. O episódio reacende o debate sobre os privilégios do Judiciário e a falta de transparência em casos de afastamento de magistrados. Enquanto servidores públicos de outras áreas perdem o cargo ou o salário quando afastados por irregularidades, juízes continuam recebendo integralmente em muitos casos. A Constituição permite o afastamento com vencimentos integrais em determinadas situações, mas a prática é criticada por especialistas em direito administrativo. Cleitinho, conhecido por seu estilo combativo e linguagem direta, já havia se manifestado contra privilégios do funcionalismo público em outras ocasiões. O vídeo viralizou e dividiu opiniões. Há quem apoie a postura firme do senador contra o que considera impunidade. Outros criticam a abordagem agressiva e apontam que o caso já está sob investigação do próprio TJMG.

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