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Uma fã brasileira de #Jungkook, integrante do #BTS, foi condenada pela Justiça da Coreia do Sul a um ano de prisão, com pena suspensa por dois anos, e pode ser deportada do país por perseguição obsessiva. Segundo as autoridades de Seul, a jovem ignorou ordens de restrição e chegou a tocar a campainha do artista 133 vezes em uma única visita. O caso de invasão de privacidade vem à tona em meio aos preparativos do grupo para se apresentar no show do intervalo da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Shakira e Madonna. De acordo com os documentos do tribunal, a perseguição começou em dezembro do ano passado. A brasileira, que não teve a identidade revelada, visitou a residência de Jungkook, em Seul, cerca de 22 vezes em um período inferior a dois meses. Sob a justificativa de agir “por amor” ao cantor, ela costumava rodear a propriedade, arremessar objetos por cima do muro e deixar cartas e fotografias na fresta da porta. A obsessão atingiu o ápice quando ela tocou a campainha do artista por 133 vezes seguidas. Dias depois, a mulher chegou a ser presa em flagrante após seguir um entregador de comida para conseguir acessar o condomínio por um portão lateral. Embora tenha sido liberada no dia seguinte com uma advertência formal, ela ignorou as ordens e continuou a frequentar o perímetro, o que forçou a polícia a emitir uma medida de emergência proibindo-a de chegar a menos de 100 metros do local. Diante da insistência, o caso foi encaminhado aos promotores em fevereiro. Imagens: Divulgação
Uma fã brasileira de #Jungkook, integrante do #BTS, foi condenada pela Justiça da Coreia do Sul a um ano de prisão, com pena suspensa por dois anos, e pode ser deportada do país por perseguição obsessiva. Segundo as autoridades de Seul, a jovem ignorou ordens de restrição e chegou a tocar a campainha do artista 133 vezes em uma única visita. O caso de invasão de privacidade vem à tona em meio aos preparativos do grupo para se apresentar no show do intervalo da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Shakira e Madonna. De acordo com os documentos do tribunal, a perseguição começou em dezembro do ano passado. A brasileira, que não teve a identidade revelada, visitou a residência de Jungkook, em Seul, cerca de 22 vezes em um período inferior a dois meses. Sob a justificativa de agir “por amor” ao cantor, ela costumava rodear a propriedade, arremessar objetos por cima do muro e deixar cartas e fotografias na fresta da porta. A obsessão atingiu o ápice quando ela tocou a campainha do artista por 133 vezes seguidas. Dias depois, a mulher chegou a ser presa em flagrante após seguir um entregador de comida para conseguir acessar o condomínio por um portão lateral. Embora tenha sido liberada no dia seguinte com uma advertência formal, ela ignorou as ordens e continuou a frequentar o perímetro, o que forçou a polícia a emitir uma medida de emergência proibindo-a de chegar a menos de 100 metros do local. Diante da insistência, o caso foi encaminhado aos promotores em fevereiro. Imagens: Divulgação

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