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Comments

jpmeudiadia
João Paulo :
esse lugar não tem polícia não?prefeito governador,governo federal KD?q soberania em kkk
2026-06-16 22:07:12
2
maiconribao
Maicon :
algum petista
2026-06-16 21:22:54
2
drii__007
🕊️𝒜𝒹𝓇𝒾𝒶𝓃ℴ 𝒩ℯ𝓋ℯ𝓈 :
É só fazer o L , que eles vão aumentar kkkkk
2026-06-16 16:22:33
2
vozqueclamanodese41
NORDESTINO 🇧🇷 :
uma vergonha esse governo pt
2026-06-16 23:27:35
0
japai49
oioooo :
essa matéria tem muito tempo
2026-06-16 23:01:49
0
joao123paulo20
João Paulo Guimarães :
quem é o presidente ue faz o L
2026-06-16 16:26:47
0
felipe6100
Felipe :
não meche nos meninos do Lula 😂😂😂😂
2026-06-16 18:54:48
0
tricopa13
alô galera :
vamos fazer uma campanha na Internet pedindo pro EUA pedi transferência dos chefões do pcc e cv pra cumpri penas em presidios americanos nao queremos terroristas em nosso território.
2026-06-16 22:27:46
1
dariorodrigues1980
Dário Rodrigues :
2026-06-16 23:04:16
0
joanapereira106
joana pereira 23 :
🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰
2026-06-16 13:06:13
0
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A coluna Mirelle Pinheiro teve acesso a áudios em que o traficante Antônio Ilário Ferreira, conhecido como “Rabicó”, orienta integrantes do Comando Vermelho (CV) a roubarem apenas veículos novos. Considerado foragido desde 2019, ele continuaria exercendo cargo de liderança dentro da facção. Na gravação, Rabicó aconselha: “Pô, vamo procurar também ‘panhar’ carro novo, p0rra, novo, carro ‘zero bala’, p0rra. Não vamo ‘panhar’ carro velho, não, mano. Carro velho deixa passar batido. Vamo cair ‘pá’ quem tem, valeu, parceirão? ‘Panhar’ carro novo”, diz. O foragido foi alvo de mais uma fase da Operação Contenção, deflagrada nesta sexta-feira (29/5) pela Polícia Civil do Estado do #RiodeJaneiro (PCERJ). Ele é apontado como responsável por liderar um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 453 milhões provenientes do tr4fic0 de dr0gas. Em um segundo áudio obtido pela reportagem, o traficante conversa com um suposto colega do crime e demonstra insatisfação com uma intercorrência na distribuição de dr0gas. “A boca aqui é minha, o espaço aqui é meu. Se você tiver de mandar alguma droga, você tem que mandar para mim, eu revender e te dar o teu, e você me dar o meu, eu vou me adiantar. Porque não fica uma coisa legal um amigo lá de fora, teu amigo, vir aqui, botar uns pó teu aqui, e eu numa luta fodida, dando tiro na polícia, correndo pra caralho, não ganhando nada, né, Paulista?”, argumenta. Rabicó continua tentando negociar com o outro traficante, de codinome “Paulista”. “Meu bagulho aqui é adiantar, entendeu? Mas dessa forma assim não vai ser uma coisa boa para mim, nem para os meus amigos aqui que estão na luta fodida, polícia bota lá e eu meto fogo nele, entendeu? Aí chega teu amigo aqui, bota o pó aqui, ganha o ‘lucrim’ dele e vai embora.” Aos 61 anos, Rabicó acumula uma extensa ficha criminal, com registros de homicídio, tentativa de hom1cíd1o, tr4fic0 de dr0gas, associação criminosa e organização criminosa, além de posse e porte ilegal de 4rma de fogo. Antes de ganhar notoriedade no Rio de Janeiro, chegou a viver na Paraíba, onde foi preso em 2008 ao se passar por empresário em Mamanguape. Mesmo atrás das grades, continuou a comandar atividades da facção. Em 2014, investigações levaram à descoberta de mais de R$ 3 milhões escondidos em tonéis na mata das comunidades da Mangueira e do Salgueiro, além de 50 kg de cocaína e armas — bens atribuídos diretamente ao traficante. Condenado a mais de 27 anos de prisão, Rabicó cumpriu pena em unidades penitenciárias de segurança máxima no Rio de Janeiro e no Mato Grosso do Sul. No entanto, em 2019, foi beneficiado por uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou que aguardasse em liberdade o julgamento de um recurso. Desde então, não retornou à prisão. #Metrópoles
A coluna Mirelle Pinheiro teve acesso a áudios em que o traficante Antônio Ilário Ferreira, conhecido como “Rabicó”, orienta integrantes do Comando Vermelho (CV) a roubarem apenas veículos novos. Considerado foragido desde 2019, ele continuaria exercendo cargo de liderança dentro da facção. Na gravação, Rabicó aconselha: “Pô, vamo procurar também ‘panhar’ carro novo, p0rra, novo, carro ‘zero bala’, p0rra. Não vamo ‘panhar’ carro velho, não, mano. Carro velho deixa passar batido. Vamo cair ‘pá’ quem tem, valeu, parceirão? ‘Panhar’ carro novo”, diz. O foragido foi alvo de mais uma fase da Operação Contenção, deflagrada nesta sexta-feira (29/5) pela Polícia Civil do Estado do #RiodeJaneiro (PCERJ). Ele é apontado como responsável por liderar um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 453 milhões provenientes do tr4fic0 de dr0gas. Em um segundo áudio obtido pela reportagem, o traficante conversa com um suposto colega do crime e demonstra insatisfação com uma intercorrência na distribuição de dr0gas. “A boca aqui é minha, o espaço aqui é meu. Se você tiver de mandar alguma droga, você tem que mandar para mim, eu revender e te dar o teu, e você me dar o meu, eu vou me adiantar. Porque não fica uma coisa legal um amigo lá de fora, teu amigo, vir aqui, botar uns pó teu aqui, e eu numa luta fodida, dando tiro na polícia, correndo pra caralho, não ganhando nada, né, Paulista?”, argumenta. Rabicó continua tentando negociar com o outro traficante, de codinome “Paulista”. “Meu bagulho aqui é adiantar, entendeu? Mas dessa forma assim não vai ser uma coisa boa para mim, nem para os meus amigos aqui que estão na luta fodida, polícia bota lá e eu meto fogo nele, entendeu? Aí chega teu amigo aqui, bota o pó aqui, ganha o ‘lucrim’ dele e vai embora.” Aos 61 anos, Rabicó acumula uma extensa ficha criminal, com registros de homicídio, tentativa de hom1cíd1o, tr4fic0 de dr0gas, associação criminosa e organização criminosa, além de posse e porte ilegal de 4rma de fogo. Antes de ganhar notoriedade no Rio de Janeiro, chegou a viver na Paraíba, onde foi preso em 2008 ao se passar por empresário em Mamanguape. Mesmo atrás das grades, continuou a comandar atividades da facção. Em 2014, investigações levaram à descoberta de mais de R$ 3 milhões escondidos em tonéis na mata das comunidades da Mangueira e do Salgueiro, além de 50 kg de cocaína e armas — bens atribuídos diretamente ao traficante. Condenado a mais de 27 anos de prisão, Rabicó cumpriu pena em unidades penitenciárias de segurança máxima no Rio de Janeiro e no Mato Grosso do Sul. No entanto, em 2019, foi beneficiado por uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou que aguardasse em liberdade o julgamento de um recurso. Desde então, não retornou à prisão. #Metrópoles

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