@kurniawatijlsb: Bundling yang satu ini tu bagus banget.. dua manfaat yang berbeda tapi fungsinya sama*untuk membersihkan,, yang satu untuk peralatan rumah seperti sofa tanpa bilas,, yang satu buat noda membandel di baju.. cukup rendam dengan air panas trus kucek*bentar udah cukup

Kurniawati Jlsb
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Thursday 18 June 2026 01:00:00 GMT
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Um dos pontos mais importantes da discussão sobre CBS “por dentro” e “por fora” é entender que, em muitos casos, a mudança não gera efeito econômico real para o tomador do serviço. Exemplo prático: Um escritório de contabilidade do Simples Nacional, no Anexo III, fatura R$ 100 mil por mês para um cliente. No modelo atual, existe aproximadamente 2% de PIS/Cofins embutido nessa operação. Assim, o custo contábil efetivo do cliente fica próximo de R$ 98 mil após o aproveitamento do crédito. Agora imagine a operação no modelo “por fora”. A lógica muda: o preço precisa ser recomposto. Os R$ 100 mil deixam de carregar o PIS/Cofins embutido. A nova CBS é calculada separadamente e destacada na nota fiscal. Nesse exemplo, o valor da operação poderia passar para aproximadamente R$ 102 mil, considerando a incidência da CBS “por fora”. Mas existe um detalhe essencial: o valor adicional destacado como CBS vira crédito para o tomador. Resultado prático: o custo econômico líquido da operação tende a continuar praticamente equivalente. Essa é justamente a lógica da neutralidade tributária proposta pela CBS: o imposto destacado gera crédito para quem adquire o serviço, reduzindo o impacto econômico efetivo da operação. Por isso, a análise entre “por dentro” e “por fora” não pode ser feita apenas olhando o percentual de crédito destacado na nota fiscal. O mais importante é avaliar o custo líquido final da operação.  CBS por dentro, CBS por fora, reforma tributária, neutralidade tributária, Simples Nacional, crédito tributário, custo líquido, Anexo III, IBS e CBS, tributação empresarial, nota fiscal, planejamento tributário
Um dos pontos mais importantes da discussão sobre CBS “por dentro” e “por fora” é entender que, em muitos casos, a mudança não gera efeito econômico real para o tomador do serviço. Exemplo prático: Um escritório de contabilidade do Simples Nacional, no Anexo III, fatura R$ 100 mil por mês para um cliente. No modelo atual, existe aproximadamente 2% de PIS/Cofins embutido nessa operação. Assim, o custo contábil efetivo do cliente fica próximo de R$ 98 mil após o aproveitamento do crédito. Agora imagine a operação no modelo “por fora”. A lógica muda: o preço precisa ser recomposto. Os R$ 100 mil deixam de carregar o PIS/Cofins embutido. A nova CBS é calculada separadamente e destacada na nota fiscal. Nesse exemplo, o valor da operação poderia passar para aproximadamente R$ 102 mil, considerando a incidência da CBS “por fora”. Mas existe um detalhe essencial: o valor adicional destacado como CBS vira crédito para o tomador. Resultado prático: o custo econômico líquido da operação tende a continuar praticamente equivalente. Essa é justamente a lógica da neutralidade tributária proposta pela CBS: o imposto destacado gera crédito para quem adquire o serviço, reduzindo o impacto econômico efetivo da operação. Por isso, a análise entre “por dentro” e “por fora” não pode ser feita apenas olhando o percentual de crédito destacado na nota fiscal. O mais importante é avaliar o custo líquido final da operação. CBS por dentro, CBS por fora, reforma tributária, neutralidade tributária, Simples Nacional, crédito tributário, custo líquido, Anexo III, IBS e CBS, tributação empresarial, nota fiscal, planejamento tributário

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