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Em um dos episódios de Desperate Housewives, Brie Van de Kamp senta-se diante de um psicólogo e começa a falar sobre a mãe de Freud — ou pelo menos é isso que ela diz. Com a voz calma e o rosto perfeitamente composto, ela discorre sobre a rigidez, as exigências, o perfeccionismo e a ausência de reconhecimento. Mas, à medida que as palavras saem de sua boca, torna-se claro: ela não está falando sobre a mãe de Freud. Está falando sobre si mesma. Brie, com seu avental impecável e sua casa arrumada como um cartão-postal, representa tantas mulheres que conhecemos — ou que somos. Mulheres que aprenderam a servir com excelência, a sustentar o lar com força silenciosa, a cuidar de todos e de tudo, mesmo quando a alma grita por cuidado. A fala dela é um desabafo disfarçado de análise intelectual, porque, muitas vezes, é mais fácil falar do outro do que admitir nossa própria dor. E é exatamente aí que o episódio nos toca de forma profunda: quando entendemos que por trás da utilidade, da competência e da força, há uma mulher que também precisa ser vista. Não pela perfeição, mas pela essência. Não apenas como mãe, esposa ou dona de casa, mas como alguém que sente, que cansa, que deseja ser reconhecida — não pelo que faz, mas por quem é. Por isso, é urgente que nos lembremos — e lembremos umas às outras — da importância de agradecer. De parar e dizer: “Eu vejo você.” Não apenas pelo almoço pronto, pela roupa passada, pela escuta atenta ou pelo amor que se entrega diariamente. Mas pela mulher inteira que está ali. Que vive conflitos, memórias, inseguranças e que, mesmo assim, continua de pé. A cena de Brie é um convite à honestidade. A quebrar a armadura emocional e permitir-se ser cuidada. Porque toda mulher forte também precisa de colo. E toda mulher que carrega o mundo nas costas precisa, de vez em quando, ser lembrada de que ela também é o mundo de alguém. Então, que esse texto seja um lembrete: você não é valiosa apenas pelo que faz, mas por quem é. Que haja mais espaço para a escuta, mais cuidado sem cobrança, e mais gratidão — sincera, simples, diária. Porque amar também é enxergar. E agradecer também é cuidar. 🤍✨️ #familia #vida #gratidão #serie
Em um dos episódios de Desperate Housewives, Brie Van de Kamp senta-se diante de um psicólogo e começa a falar sobre a mãe de Freud — ou pelo menos é isso que ela diz. Com a voz calma e o rosto perfeitamente composto, ela discorre sobre a rigidez, as exigências, o perfeccionismo e a ausência de reconhecimento. Mas, à medida que as palavras saem de sua boca, torna-se claro: ela não está falando sobre a mãe de Freud. Está falando sobre si mesma. Brie, com seu avental impecável e sua casa arrumada como um cartão-postal, representa tantas mulheres que conhecemos — ou que somos. Mulheres que aprenderam a servir com excelência, a sustentar o lar com força silenciosa, a cuidar de todos e de tudo, mesmo quando a alma grita por cuidado. A fala dela é um desabafo disfarçado de análise intelectual, porque, muitas vezes, é mais fácil falar do outro do que admitir nossa própria dor. E é exatamente aí que o episódio nos toca de forma profunda: quando entendemos que por trás da utilidade, da competência e da força, há uma mulher que também precisa ser vista. Não pela perfeição, mas pela essência. Não apenas como mãe, esposa ou dona de casa, mas como alguém que sente, que cansa, que deseja ser reconhecida — não pelo que faz, mas por quem é. Por isso, é urgente que nos lembremos — e lembremos umas às outras — da importância de agradecer. De parar e dizer: “Eu vejo você.” Não apenas pelo almoço pronto, pela roupa passada, pela escuta atenta ou pelo amor que se entrega diariamente. Mas pela mulher inteira que está ali. Que vive conflitos, memórias, inseguranças e que, mesmo assim, continua de pé. A cena de Brie é um convite à honestidade. A quebrar a armadura emocional e permitir-se ser cuidada. Porque toda mulher forte também precisa de colo. E toda mulher que carrega o mundo nas costas precisa, de vez em quando, ser lembrada de que ela também é o mundo de alguém. Então, que esse texto seja um lembrete: você não é valiosa apenas pelo que faz, mas por quem é. Que haja mais espaço para a escuta, mais cuidado sem cobrança, e mais gratidão — sincera, simples, diária. Porque amar também é enxergar. E agradecer também é cuidar. 🤍✨️ #familia #vida #gratidão #serie

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