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Experiência Espiritual de 14/10/25 #despertarespiritual #viagemastral #paulodepitasso               Na leveza de um instante que não pertencia ao tempo, percebi-me fora do corpo físico. A densidade da matéria ficou para trás como um manto esquecido, e diante de mim surgiu uma figura — um mago, ou talvez um mestre, envolto em um manto que parecia conter séculos de sabedoria. Seu olhar não julgava nem prometia, apenas revelava. Com voz serena, ele me mostrou o corpo biológico à distância — uma máquina em evolução, uma ferramenta sagrada. “Este corpo”, disse ele, “é uma máquina demo, um protótipo da divindade em aprendizado. Ele possui um corpo mental próprio, pensa, reage e cria padrões. Seu ego é um programa que busca sobreviver e dominar, mas não é você. A consciência que nele habita é o piloto silencioso — e só o despertar pode libertá-la das engrenagens automáticas desse quaternário inferior.” Ao ouvir isso, compreendi que o corpo, o instinto, a mente e o ego eram como os quatro elementos aprisionando a chama do espírito. E que a libertação não é fuga, mas iluminação — o momento em que a consciência assume o leme da própria nave. O mago sorriu, e antes de desaparecer em luz, murmurou: “Agora, tu penetras na tríade superior. O corpo espiritual revelará novas dimensões do Ser.” Fui então conduzido a uma sala dividida em dois cômodos separados por um vidro translúcido. De um lado, vi um homem — um segurança de paletó preto, o olhar fixo em mim, como um guardião do limiar. Do meu lado, um grande sofá me acolheu, e logo surgiu uma mulher vestida como freira, em trajes de um mostarda esverdeado, cuja serenidade lembrava o silêncio dos templos antigos. Sentou-se diante de mim em silêncio profundo, como se aguardasse algo que só a alma compreenderia. Pouco depois, uma segunda mulher entrou — elegante, em vestido preto, com passos firmes e sorriso enigmático. Ela falou algo à freira em tom de segredo, depois veio até mim. Sentou-se ao meu lado e olhou-me nos olhos com uma doçura que parecia atravessar dimensões. Então, um véu de sono me envolveu, e despertei de novo — fora do corpo, mais leve, mais lúcido, porém envolto em vibrações intensas. Diante de mim, uma presença inesperada: um ser extraterreno, um Grey — cabeça ampla, olhos grandes como espelhos do cosmos. Ele nada disse, apenas moveu a mão direita diante de algo invisível, como se digitasse em um painel etéreo. Repetiu o gesto três vezes, olhando-me entre os movimentos, transmitindo uma mensagem silenciosa, talvez um código, talvez uma cura. Senti o medo surgir — a mente reagia, o corpo mental ruidoso tentava compreender o incompreensível. Mas, no centro do medo, algo permaneceu sereno. A consciência observava, e o medo se dissolveu na presença. Quando o ser desapareceu, uma compreensão profunda me invadiu: Ele não era uma ameaça, mas um instrumento do despertar, uma chave que testava minha frequência e me ensinava a permanecer desperto mesmo diante do desconhecido. Despertei então, novamente no corpo físico — mas algo em mim não havia retornado totalmente. Uma nova camada de percepção se abrira. O mago, a freira, o guardião e o ser estelar eram todos reflexos do mesmo ensinamento: O humano é um ser multidimensional em transição, aprendendo a unir a Terra e o Cosmos dentro do coração. E no silêncio posterior, ouvi dentro de mim a voz do Mestre: “Agora sabes: o corpo é uma ferramenta, a mente é o espelho, o medo é o portal, e a consciência… é o eterno viajante que aprende a amar em todas as dimensões.” Paulo de Pitasso.
Experiência Espiritual de 14/10/25 #despertarespiritual #viagemastral #paulodepitasso Na leveza de um instante que não pertencia ao tempo, percebi-me fora do corpo físico. A densidade da matéria ficou para trás como um manto esquecido, e diante de mim surgiu uma figura — um mago, ou talvez um mestre, envolto em um manto que parecia conter séculos de sabedoria. Seu olhar não julgava nem prometia, apenas revelava. Com voz serena, ele me mostrou o corpo biológico à distância — uma máquina em evolução, uma ferramenta sagrada. “Este corpo”, disse ele, “é uma máquina demo, um protótipo da divindade em aprendizado. Ele possui um corpo mental próprio, pensa, reage e cria padrões. Seu ego é um programa que busca sobreviver e dominar, mas não é você. A consciência que nele habita é o piloto silencioso — e só o despertar pode libertá-la das engrenagens automáticas desse quaternário inferior.” Ao ouvir isso, compreendi que o corpo, o instinto, a mente e o ego eram como os quatro elementos aprisionando a chama do espírito. E que a libertação não é fuga, mas iluminação — o momento em que a consciência assume o leme da própria nave. O mago sorriu, e antes de desaparecer em luz, murmurou: “Agora, tu penetras na tríade superior. O corpo espiritual revelará novas dimensões do Ser.” Fui então conduzido a uma sala dividida em dois cômodos separados por um vidro translúcido. De um lado, vi um homem — um segurança de paletó preto, o olhar fixo em mim, como um guardião do limiar. Do meu lado, um grande sofá me acolheu, e logo surgiu uma mulher vestida como freira, em trajes de um mostarda esverdeado, cuja serenidade lembrava o silêncio dos templos antigos. Sentou-se diante de mim em silêncio profundo, como se aguardasse algo que só a alma compreenderia. Pouco depois, uma segunda mulher entrou — elegante, em vestido preto, com passos firmes e sorriso enigmático. Ela falou algo à freira em tom de segredo, depois veio até mim. Sentou-se ao meu lado e olhou-me nos olhos com uma doçura que parecia atravessar dimensões. Então, um véu de sono me envolveu, e despertei de novo — fora do corpo, mais leve, mais lúcido, porém envolto em vibrações intensas. Diante de mim, uma presença inesperada: um ser extraterreno, um Grey — cabeça ampla, olhos grandes como espelhos do cosmos. Ele nada disse, apenas moveu a mão direita diante de algo invisível, como se digitasse em um painel etéreo. Repetiu o gesto três vezes, olhando-me entre os movimentos, transmitindo uma mensagem silenciosa, talvez um código, talvez uma cura. Senti o medo surgir — a mente reagia, o corpo mental ruidoso tentava compreender o incompreensível. Mas, no centro do medo, algo permaneceu sereno. A consciência observava, e o medo se dissolveu na presença. Quando o ser desapareceu, uma compreensão profunda me invadiu: Ele não era uma ameaça, mas um instrumento do despertar, uma chave que testava minha frequência e me ensinava a permanecer desperto mesmo diante do desconhecido. Despertei então, novamente no corpo físico — mas algo em mim não havia retornado totalmente. Uma nova camada de percepção se abrira. O mago, a freira, o guardião e o ser estelar eram todos reflexos do mesmo ensinamento: O humano é um ser multidimensional em transição, aprendendo a unir a Terra e o Cosmos dentro do coração. E no silêncio posterior, ouvi dentro de mim a voz do Mestre: “Agora sabes: o corpo é uma ferramenta, a mente é o espelho, o medo é o portal, e a consciência… é o eterno viajante que aprende a amar em todas as dimensões.” Paulo de Pitasso.

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