@malfoy.c0re: #dracomalfoy #dracotok #harrypotter #xyzbca #fyp

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1234noa1234
🌷N O A🌷 :
I have nothing respectful to say
2026-06-24 18:19:54
23
x.grace.2010
𝐆𝐫𝐚𝐜𝐞 ⚭ :
have i time traveled???
2026-06-20 20:15:13
122
bekahfayeh
faye ⛅️🌺 :
yes yes chat yes readddd
2026-06-20 19:00:11
23
elliew26x
elliee🙈😺 :
I don’t play
2026-06-20 15:11:15
39
kiaanrscesf
Kiara :
2026-06-19 14:58:53
27
brooke_debelja
brooke :
god job computah
2026-06-21 11:57:50
12
simonsversion
simonsversion :
Does anyone want to read my fic? It’s on a03 and named “Felix Felicis” by sleepymagnolias 😭
2026-06-22 13:25:18
6
kadriensperduto
kay sage :
i placed this brick 6 years ago??
2026-06-20 22:50:23
11
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Bicho de Sete Cabeças é um daqueles filmes brasileiros que chega como um soco — não pela violência explícita, mas pela brutalidade silenciosa do sistema. A história de Neto, um jovem internado à força em um manicômio depois que o pai encontra um cigarro de maconha, funciona como uma denúncia dura da lógica manicomial no Brasil pré-reforma psiquiátrica. O filme não suaviza nada: mostra na pele como a ignorância, o moralismo e o medo conseguem destruir laços familiares e identidades inteiras. A direção de Laís Bodanzky é crua, quase documental. A câmera parece sempre inquieta, colada no protagonista, como se quisesse mostrar que ali ninguém respira. Rodrigo Santoro entrega uma atuação que dói — ele oscila entre a revolta, a confusão e uma tristeza que cresce até virar resignação. É a prova de como instituições feitas para “tratar” conseguem, na prática, desumanizar. O filme também é uma crítica pesada ao autoritarismo doméstico. O pai de Neto, interpretado por Othon Bastos, não é um vilão simples; ele é fruto de uma cultura que prefere internar do que dialogar, punir do que entender. E isso escancara uma verdade incômoda: muitas violências começam dentro de casa, legitimadas por medo, ignorância e machismo. No manicômio, o filme desmonta a fantasia de “tratamento” e revela o horror cotidiano: eletrochoques, contenções, abuso de poder, abandono. Não existe cura ali — existe apenas controle. E, com isso, Bicho de Sete Cabeças vira não só um filme, mas um alerta histórico sobre o que o Estado faz quando transforma pessoas em problema. No final, o que mais pesa não é a droga encontrada, mas o sistema inteiro que cai sobre um jovem por causa dela. É um filme sobre como o exagero moralista pode se tornar mais destrutivo que qualquer substância. #bichodesetecabeças #rodrigosantoro #ofilhodemilhomens #oagentesecreto
Bicho de Sete Cabeças é um daqueles filmes brasileiros que chega como um soco — não pela violência explícita, mas pela brutalidade silenciosa do sistema. A história de Neto, um jovem internado à força em um manicômio depois que o pai encontra um cigarro de maconha, funciona como uma denúncia dura da lógica manicomial no Brasil pré-reforma psiquiátrica. O filme não suaviza nada: mostra na pele como a ignorância, o moralismo e o medo conseguem destruir laços familiares e identidades inteiras. A direção de Laís Bodanzky é crua, quase documental. A câmera parece sempre inquieta, colada no protagonista, como se quisesse mostrar que ali ninguém respira. Rodrigo Santoro entrega uma atuação que dói — ele oscila entre a revolta, a confusão e uma tristeza que cresce até virar resignação. É a prova de como instituições feitas para “tratar” conseguem, na prática, desumanizar. O filme também é uma crítica pesada ao autoritarismo doméstico. O pai de Neto, interpretado por Othon Bastos, não é um vilão simples; ele é fruto de uma cultura que prefere internar do que dialogar, punir do que entender. E isso escancara uma verdade incômoda: muitas violências começam dentro de casa, legitimadas por medo, ignorância e machismo. No manicômio, o filme desmonta a fantasia de “tratamento” e revela o horror cotidiano: eletrochoques, contenções, abuso de poder, abandono. Não existe cura ali — existe apenas controle. E, com isso, Bicho de Sete Cabeças vira não só um filme, mas um alerta histórico sobre o que o Estado faz quando transforma pessoas em problema. No final, o que mais pesa não é a droga encontrada, mas o sistema inteiro que cai sobre um jovem por causa dela. É um filme sobre como o exagero moralista pode se tornar mais destrutivo que qualquer substância. #bichodesetecabeças #rodrigosantoro #ofilhodemilhomens #oagentesecreto

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