@miladtornado: #اربيل_دهوك_سليمانية_كركوك_بغداد #٠٧٥٠٥٩٢٠٤٩٧ #٠٧٧٥٩١٠٠٠٩٣ #كوردستان🇭🇺

Milad
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Saturday 20 June 2026 16:25:55 GMT
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sidadzaxo96
sidad zaxoy :
باشە قیاسی 4.5 و 5.5 فەرقیان هەیە بۆ دەنگ
2026-06-21 00:06:20
0
mahmadsardar74
Mhamad Sardar :
نرخی حجم 3.5 چەندە ؟
2026-06-21 20:18:16
0
karkuke335
حە مە تا قا نە :
نرخ
2026-06-20 19:35:14
0
zanasherzad3
zana.sherzad :
ادي اوي كامل شاشه يه
2026-06-20 22:30:56
0
user59225227
Avin Hawlery :
تکایە تۆرنادۆ نیزامی سلیتی هەیە
2026-07-04 22:09:59
0
rebaz.xoshnaw1995
Rebaz.madridsta :
تۆرنادۆ کوالیتی چۆنە هاورییان !؟
2026-07-09 09:48:21
0
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"Preto sempre na mira dos cana" 1. Contexto Histórico: A Herança Colonial e a SuspeiçãoA frase não surge do nada; ela é o eco de séculos de construção social e jurídica no Brasil.Criminalização pós-abolição: Após 1888, o Estado brasileiro não criou mecanismos de integração para a população negra. Em vez disso, criminalizou práticas culturais e de sobrevivência, como a capoeira e a vadiagem.A polícia como força de controle: Historicamente, as forças de segurança pública no Brasil colonial e imperial nasceram com o objetivo primordial de proteger a propriedade privada e controlar a massa de escravizados (os capitães do mato).Continuidade institucional: A transição para a República e, mais tarde, as ditaduras militares mantiveram a lógica de que o corpo negro habitando o espaço público é um elemento de "suspeição padrão".2. Análise Filosófica: Poder, Biopolítica e Necro-horizonteDo ponto de vista filosófico, a expressão ilustra perfeitamente conceitos contemporâneos sobre o poder e o Estado.Necropolítica (Achille Mbembe): O filósofo camaronês discute como o Estado soberano dita quem pode viver e quem deve morrer. Estar "sempre na mira" significa que o corpo negro é colocado pelo Estado em um estado de vulnerabilidade constante, onde a morte é um horizonte político aceitável.Biopolítica e Racismo de Estado (Michel Foucault): Foucault explica que o racismo é o corte que o Estado faz entre o que deve viver e o que deve morrer. A "mira" é o mecanismo biopolítico visual: o filtro que seleciona quem é o inimigo interno a ser combatido.Fenomenologia do Corpo Negro (Frantz Fanon): Fanon detalha como o homem negro é fixado pelo olhar do outro. No caso da frase, o olhar dos "cana" (a polícia) desumaniza o indivíduo, transformando-o imediatamente em um alvo, antes mesmo de qualquer ação ou delito.3. A Linguagem como Resistência DenunciativaA gíria como documento: O uso dos termos "preto" e "cana" demarca uma identidade de classe e raça periférica. É a linguagem das ruas registrando a própria história.Inversão do panóptico: Se o filósofo Jeremy Bentham (e depois Foucault) falavam do "Panóptico" — a estrutura onde o Estado vigia a todos sem ser visto —, a frase opera uma inversão. O vigiado toma consciência da mira, aponta de volta para o vigia e denuncia o sistema de opressão em uma única linha. #targetaudience #grime #fypシ #viral #blackculture

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