@kaylee_malt: Make a bev cart drink with me! @Ocean Spray Inc. #kayleemalt #cartgirlkaylee #bevcart #bevcartgirl #golf

Kaylee Malt
Kaylee Malt
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Saturday 20 June 2026 22:39:34 GMT
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cherbeartoo
Midnight the puppy :
Seabreeze is grapefruit juice, bay breeze is pineapple
2026-06-21 01:08:15
19
oceanspray
Ocean Spray Inc. :
Bev Cart = 💕
2026-06-21 00:13:02
52
kaylee_malt
Kaylee Malt :
Correction** this is a bay breeze 😅 they confuse me sometimes
2026-06-21 03:02:46
5
barefoot_under_the_moon
Chrissy :
How I remember is that there are sea grapes. Sea breeze grapefruit 😁
2026-06-29 22:40:40
1
caitlinsmith_5
Caitlin Smith :
I've ordered Bay Breeze for 10+ years. cranberry and pineapple. I get mine with Malibu instead
2026-07-11 19:59:48
1
danjibbles
Dan :
My bev cart queen is back!!!
2026-06-20 22:47:57
3
discodoll777
DiscoDoll :
I drank waaaay too many of these back in the day! They are dangerously delicious!
2026-06-25 01:14:43
2
dimplesxoxo2718
DimplesXoxo2718🇿🇦🇺🇸 :
Haven't seen you on my fyp in like almost 2 years😭
2026-06-20 22:46:37
5
girlboss.inc
annie :
Sea breeze is my go to! Except I like it with some rum 😋
2026-06-21 01:06:42
2
heavymetalsky15
Evelyn J. Smith :
Hi Kaylee!
2026-06-20 22:56:45
2
nickmiller1695
Nick Miller :
That sounds tasty!
2026-06-21 01:24:51
3
rayneafterdark
✨📚Rayne📚✨ :
EVERYONE SHUSH! The next season of my favourite show is out!
2026-06-20 22:54:46
1
disneydadlance
Lance GenXer69 ❌️ :
$25
2026-06-21 11:24:42
0
bobbijohay
bobbijohay :
💕💕💕
2026-06-21 18:40:30
1
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Durante anos eu ouvi falar sobre socialismo e comunismo por pessoas que conheciam essas ideias através de livros. Eu preferi comprar uma passagem. Fui à Romênia. Bulgária. Albânia. Cuba. China. Vietnã. Camboja. Nicarágua. Estonia. Lituania. Letonia. Polonia. Não fui procurar confirmação. Fui procurar realidade. E a realidade raramente é tão elegante quanto a teoria. Em Tirana, caminhei onde pessoas morreram enfrentando uma ditadura. Em Bucareste, estive na casa de Ceaușescu e diante do lugar onde ele fez seu último discurso.  No Camboja, percebi que algumas discussões acadêmicas parecem muito diferentes quando você conhece os lugares onde uma revolução terminou em cadáveres. Aos 20 anos, na faculdade, eu escutava palavras como “igualdade”, “justiça social”, “consiência de classe”, “revolução”, “opressor” e “oprimido”. Hoje tenho 35. E vejo jovens de vinte anos escutando praticamente o mesmo vocabulário. Quinze anos se passaram. A embalagem mudou. A doutrina sobreviveu. Existe algo absurdamente arrogante em acreditar que você compreendeu uma sociedade porque leu autores que concordam com você. Viajar me ensinou exatamente o contrário: quanto mais você conhece o mundo, mais desconfia de explicações simples. Justiça social é uma causa legítima. O problema começa quando ela vira argumento para silenciar perguntas, justificar autoritarismo ou concentrar poder nas mãos de quem promete representar “o povo”. Porque nenhum autoritário chega dizendo: “Eu quero controlar você.” Ele diz: “Estou fazendo isso por você.” Essa talvez seja a lição mais assustadora dessas viagens. Não tenha medo de uma ideologia porque alguém mandou você ter. Vá estudar sua história. Viaje. Converse com quem viveu suas consequências. Questione inclusive aquilo em que você acredita. Depois de tantos países e tantas histórias, aprendi a desconfiar menos das pessoas que fazem perguntas difíceis e muito mais daqueles que prometem construir o paraíso político. Porque a história possui um hábito desagradável: Quando alguém promete o paraíso na Terra, convém perguntar primeiro quem terá as chaves. Sem Mimimi. #liberdade #eleicoes2026 #autonomia #independència #semmimimi
Durante anos eu ouvi falar sobre socialismo e comunismo por pessoas que conheciam essas ideias através de livros. Eu preferi comprar uma passagem. Fui à Romênia. Bulgária. Albânia. Cuba. China. Vietnã. Camboja. Nicarágua. Estonia. Lituania. Letonia. Polonia. Não fui procurar confirmação. Fui procurar realidade. E a realidade raramente é tão elegante quanto a teoria. Em Tirana, caminhei onde pessoas morreram enfrentando uma ditadura. Em Bucareste, estive na casa de Ceaușescu e diante do lugar onde ele fez seu último discurso. No Camboja, percebi que algumas discussões acadêmicas parecem muito diferentes quando você conhece os lugares onde uma revolução terminou em cadáveres. Aos 20 anos, na faculdade, eu escutava palavras como “igualdade”, “justiça social”, “consiência de classe”, “revolução”, “opressor” e “oprimido”. Hoje tenho 35. E vejo jovens de vinte anos escutando praticamente o mesmo vocabulário. Quinze anos se passaram. A embalagem mudou. A doutrina sobreviveu. Existe algo absurdamente arrogante em acreditar que você compreendeu uma sociedade porque leu autores que concordam com você. Viajar me ensinou exatamente o contrário: quanto mais você conhece o mundo, mais desconfia de explicações simples. Justiça social é uma causa legítima. O problema começa quando ela vira argumento para silenciar perguntas, justificar autoritarismo ou concentrar poder nas mãos de quem promete representar “o povo”. Porque nenhum autoritário chega dizendo: “Eu quero controlar você.” Ele diz: “Estou fazendo isso por você.” Essa talvez seja a lição mais assustadora dessas viagens. Não tenha medo de uma ideologia porque alguém mandou você ter. Vá estudar sua história. Viaje. Converse com quem viveu suas consequências. Questione inclusive aquilo em que você acredita. Depois de tantos países e tantas histórias, aprendi a desconfiar menos das pessoas que fazem perguntas difíceis e muito mais daqueles que prometem construir o paraíso político. Porque a história possui um hábito desagradável: Quando alguém promete o paraíso na Terra, convém perguntar primeiro quem terá as chaves. Sem Mimimi. #liberdade #eleicoes2026 #autonomia #independència #semmimimi

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