@italadosanjoss: Se o problema do seu cliente vale duzentos mil reais, cobrar dois mil não te faz humilde. Faz você falir. Quando você senta para negociar e sente aquele frio na espinha ao falar seu preço, o erro começa na confusão mental. Seu valor como ser humano é infinito, não tem etiqueta de custo e nunca estará à venda. O que está na mesa é a precificação da sua inteligência e das suas soluções estruturadas. Empresas compram alívio e lucro. Se a sua consultoria ou o seu serviço economiza meses de caos e milhares de reais para uma operação, o seu preço precisa refletir o tamanho do buraco que você fechou. O Google não cobra pensando se as pessoas vão achar caro, ele cobra pelo tamanho da facilidade que entrega aos negócios. A mesa das negociações exige essa separação fria. Pare de colocar seu coração e suas carências na planilha de custos. Calcule o tempo investido, os erros que você já cometeu no passado e que agora poupa o outro de viver, e a velocidade da entrega. Isso sim é protagonismo comercial. Qual foi a última vez que você deu um desconto por vergonha de assumir o tamanho da solução que você entrega?