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محمد
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it.tojii
RazerEpic :
Lalo salamanca baxuay mard buuu😂🖤
2026-06-24 17:47:18
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hekson13
HEKSON :
@itachy
2026-06-24 01:41:37
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zanyar.329
Best_11 :
@lm... 🖤🩶 @🖤.R.🖤 😂
2026-06-24 09:02:56
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akamadil403
❴akam❵ :
@ʀ.ᴀ.ᴍ.ᴀ.ɴ
2026-06-24 09:17:06
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A guarda compartilhada ainda é cercada por muitos mitos — e isso acaba gerando medo, insegurança e decisões equivocadas, principalmente por parte das mães. Mas a verdade é que esse modelo de guarda não funciona da forma como muita gente acredita. Primeiro ponto: guarda compartilhada não reduz automaticamente a pensão alimentícia. Isso porque existe um lar de referência, e o genitor que permanece mais tempo com a criança naturalmente terá mais despesas. A pensão continua sendo calculada com base no trinômio necessidade, possibilidade e proporcionalidade — e não apenas no tipo de guarda. Outro mito muito comum é achar que a criança será “dividida” meio a meio, passando semanas alternadas com cada genitor. Isso não é regra. A convivência é definida sempre com base no melhor interesse da criança, levando em consideração rotina, escola, estabilidade emocional e outros fatores essenciais para o desenvolvimento saudável. Também é importante esclarecer: durante o período de convivência, não é necessário pedir autorização ao outro genitor para viajar, desde que não haja risco à criança. O dever é de informação, não de submissão. Ou seja, comunicar é suficiente na maioria dos casos. Além disso, a mãe não tem obrigação de atuar como intermediadora constante de informações. Ela não é secretária do pai. O exercício da parentalidade exige participação ativa. Se o pai quer saber sobre escola, saúde ou rotina, ele deve estar presente, comparecer às reuniões e consultas, e construir esse vínculo diretamente com o filho. Por fim, outro ponto que gera muita dúvida: não existe obrigação de “mandar a mochilinha” com tudo para a casa do outro genitor. Cada responsável deve ter condições mínimas de receber a criança com dignidade — roupas, alimentação, higiene e estrutura básica. Caso isso não aconteça, existem medidas legais cabíveis para proteger o bem-estar da criança. A informação correta é essencial para evitar conflitos desnecessários e garantir que o foco permaneça onde realmente importa: o melhor interesse da criança. .... #GuardaCompartilhada #DireitoDeFamília #PensãoAlimentícia #MãesSolo #Justiça #Advocacia #DireitosDaCriança #Família #PaisEFilhos #InformaçãoÉPoder
A guarda compartilhada ainda é cercada por muitos mitos — e isso acaba gerando medo, insegurança e decisões equivocadas, principalmente por parte das mães. Mas a verdade é que esse modelo de guarda não funciona da forma como muita gente acredita. Primeiro ponto: guarda compartilhada não reduz automaticamente a pensão alimentícia. Isso porque existe um lar de referência, e o genitor que permanece mais tempo com a criança naturalmente terá mais despesas. A pensão continua sendo calculada com base no trinômio necessidade, possibilidade e proporcionalidade — e não apenas no tipo de guarda. Outro mito muito comum é achar que a criança será “dividida” meio a meio, passando semanas alternadas com cada genitor. Isso não é regra. A convivência é definida sempre com base no melhor interesse da criança, levando em consideração rotina, escola, estabilidade emocional e outros fatores essenciais para o desenvolvimento saudável. Também é importante esclarecer: durante o período de convivência, não é necessário pedir autorização ao outro genitor para viajar, desde que não haja risco à criança. O dever é de informação, não de submissão. Ou seja, comunicar é suficiente na maioria dos casos. Além disso, a mãe não tem obrigação de atuar como intermediadora constante de informações. Ela não é secretária do pai. O exercício da parentalidade exige participação ativa. Se o pai quer saber sobre escola, saúde ou rotina, ele deve estar presente, comparecer às reuniões e consultas, e construir esse vínculo diretamente com o filho. Por fim, outro ponto que gera muita dúvida: não existe obrigação de “mandar a mochilinha” com tudo para a casa do outro genitor. Cada responsável deve ter condições mínimas de receber a criança com dignidade — roupas, alimentação, higiene e estrutura básica. Caso isso não aconteça, existem medidas legais cabíveis para proteger o bem-estar da criança. A informação correta é essencial para evitar conflitos desnecessários e garantir que o foco permaneça onde realmente importa: o melhor interesse da criança. .... #GuardaCompartilhada #DireitoDeFamília #PensãoAlimentícia #MãesSolo #Justiça #Advocacia #DireitosDaCriança #Família #PaisEFilhos #InformaçãoÉPoder

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