@thadeuvaroni: Você acha mesmo que Matheus Cunha se destacou à toa no último jogo? Talento ele sempre teve. Mas talento sem mentalidade não sustenta pressão, não chama responsabilidade e não aproveita oportunidade. Enquanto muita gente ainda olha para fora achando que tudo lá é melhor, ele lembra uma verdade que o brasileiro parece esquecer: os adversários respeitam — e até temem — a Seleção Brasileira. Contra o Haiti, Matheus Cunha recebeu a chance como titular e respondeu com dois gols. Não foi só técnica. Foi postura. Foi confiança. Foi entrar em campo acreditando que podia ser protagonista. A síndrome de vira-lata não atrapalha só o futebol. Ela faz pessoas, negócios e projetos desacreditarem do próprio potencial antes mesmo de tentarem. Não é sobre soberba. É sobre reconhecer o próprio valor. O Brasil precisa de organização, intensidade e trabalho. Mas precisa também recuperar algo que sempre fez parte da nossa história: confiança para jogar de igual para igual com qualquer um. 🎥 @cazetv