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B Justin
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Wednesday 24 June 2026 18:46:18 GMT
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Ser mãe já é, por si só, um sacerdócio diário. Estar à frente de um terreiro matriarcal enquanto se vive a maternidade torna essa missão ainda mais profunda e desafiadora. Em uma casa conduzida por uma mulher, o cuidado não termina quando os filhos biológicos dormem. Ele se estende aos filhos espirituais que chegam carregando suas dores, suas dúvidas, seus medos e suas esperanças. Muitas vezes, o mesmo colo que acolhe uma criança assustada também acolhe um médium em sofrimento. O mesmo coração que se preocupa com a saúde dos filhos de sangue também se preocupa com o crescimento e a proteção dos filhos de axé. Há dias em que a maternidade atravessa a liderança espiritual. Quando um filho adoece, quando a casa precisa de atenção, quando o cansaço bate à porta, ainda assim existe uma corrente espiritual que depende de nós. E é justamente nesse encontro entre a mãe e a sacerdotisa que nasce a força dos terreiros matriarcais. Nem sempre é fácil equilibrar os limites entre cuidar e ensinar, acolher e corrigir, proteger e permitir que cada um aprenda suas próprias lições. Muitas vezes, os filhos espirituais enxergam apenas a dirigente, sem perceber a mulher que também enfrenta contas, preocupações, noites sem dormir e desafios familiares. Mas existe uma beleza única nessa caminhada. Porque uma casa matriarcal não é construída apenas com fundamentos e obrigações. Ela é construída com afeto, presença, escuta e dedicação, é o reflexo de uma maternidade expandida, onde o amor ultrapassa os laços de sangue e alcança todos aqueles que foram confiados ao nosso cuidado. Ser mãe de filhos biológicos e espirituais é aprender diariamente que o amor não se divide, ele se multiplica. E mesmo diante das dificuldades, seguimos firmes, sustentadas pelos ancestrais, porque compreendemos que cuidar também é uma forma sagrada de servir. #terreiro #umbanda #fyp #ancestralidade #maternidade
Ser mãe já é, por si só, um sacerdócio diário. Estar à frente de um terreiro matriarcal enquanto se vive a maternidade torna essa missão ainda mais profunda e desafiadora. Em uma casa conduzida por uma mulher, o cuidado não termina quando os filhos biológicos dormem. Ele se estende aos filhos espirituais que chegam carregando suas dores, suas dúvidas, seus medos e suas esperanças. Muitas vezes, o mesmo colo que acolhe uma criança assustada também acolhe um médium em sofrimento. O mesmo coração que se preocupa com a saúde dos filhos de sangue também se preocupa com o crescimento e a proteção dos filhos de axé. Há dias em que a maternidade atravessa a liderança espiritual. Quando um filho adoece, quando a casa precisa de atenção, quando o cansaço bate à porta, ainda assim existe uma corrente espiritual que depende de nós. E é justamente nesse encontro entre a mãe e a sacerdotisa que nasce a força dos terreiros matriarcais. Nem sempre é fácil equilibrar os limites entre cuidar e ensinar, acolher e corrigir, proteger e permitir que cada um aprenda suas próprias lições. Muitas vezes, os filhos espirituais enxergam apenas a dirigente, sem perceber a mulher que também enfrenta contas, preocupações, noites sem dormir e desafios familiares. Mas existe uma beleza única nessa caminhada. Porque uma casa matriarcal não é construída apenas com fundamentos e obrigações. Ela é construída com afeto, presença, escuta e dedicação, é o reflexo de uma maternidade expandida, onde o amor ultrapassa os laços de sangue e alcança todos aqueles que foram confiados ao nosso cuidado. Ser mãe de filhos biológicos e espirituais é aprender diariamente que o amor não se divide, ele se multiplica. E mesmo diante das dificuldades, seguimos firmes, sustentadas pelos ancestrais, porque compreendemos que cuidar também é uma forma sagrada de servir. #terreiro #umbanda #fyp #ancestralidade #maternidade

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