@rassttaaa: بازم خاطره بگم؟

Rassttaaa
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Saturday 27 June 2026 19:08:46 GMT
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Comments

ava9960
Avaaaaaaa☆☆☆☆☆ :
اونجایی که من پام میشکنهههههه🗣
2026-06-27 19:14:41
161
bahar68.hasel
bahariiii :
چرا نباید دردتو بروز بدی؟:/
2026-06-27 19:51:22
12
thissdia
Диана :
من ایرانم ولی 8A🙏😂
2026-06-27 23:18:45
1
ayda.gilaf
Ayda gilaf :
خانومی روز به روز داره خوشگلتر میشه💅🏼💋
2026-06-27 19:24:14
84
user7huztlq4yn
user80724569445 :
ریملت چیه بانو
2026-06-27 21:11:24
2
rozhan_starr
Rozhan :
عاشق حرف زدن و صداتممم دختررر
2026-06-27 20:21:35
40
parinaztayebi
Pari🐚 :
بانو خیلی صدای خوبیییی دارییییی خیلی زیباییییی💋🛐
2026-06-27 19:15:18
22
mehrnaz6707
mehrnaz 💚🦁❤️ :
بازم خاطره بگو 😂😭
2026-06-27 20:14:43
3
panizemadi
pani :
بازم خاطره بگووو
2026-06-27 19:14:58
15
moviedit1n
-สาววาย;💕 :
چقدر منن :😭منم پام شکست همینجوری شدم بعدش دقیقا.
2026-06-27 20:56:29
2
nazzeeee2
nazzeeee :
خاطره جدیدددد پلیزززز😭♥️
2026-06-27 19:36:37
4
ssinemlss
Ssinemlss :
Anılar gözümde canlandıııı😂
2026-06-27 19:20:02
3
mehrdad.alaeenezh
rahil :
وای چقدر خوب
2026-06-27 22:44:52
0
amir_aaz9
eMEr :
میشه آنقدر نگی اقا😂🤍
2026-06-27 20:21:08
1
tanaz.zarei
TITI :
رستااا عاشقتممم💘
2026-06-27 19:42:54
1
baharan.seyed.noo
Pranss🪼 :
آره بگوووو
2026-06-27 20:05:48
1
arm.goo
Armita goomata, :
عههه دلاامم
2026-06-27 19:41:46
1
user7135155835813
ابادیان :
عاشق صداتو:)😭
2026-06-27 19:56:46
1
melisa.shaghaghi
💓🐆 :
وای بگوووووووووووووووووووووووووووو خاطرههههههههههههههه🤣🙏🏻
2026-06-27 22:59:32
0
pawpari
pari🐾🐈‍⬛ :
خیلی باحال توصیح میدی 🌹
2026-06-27 23:17:30
0
ayan28163
ayan :
عاشقتمممم بانوووو بازن خاطره بگوووو
2026-06-28 02:23:18
0
nikamesrian
Nika :
منم هشتمم خاله😁
2026-06-28 00:39:46
0
sana62488
Sana :
چقدر صدات خوبهههههه
2026-06-28 00:16:15
0
soudabeh75
soudabeh :
خیلی خوشگلی💖
2026-06-27 23:36:36
0
franaz06
💫farnaz 💫 :
اولل
2026-06-27 19:11:22
0
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Existe um momento muito específico da vida em que você começa a perceber que aparência importa mais do que as pessoas gostam de admitir. Antes disso, tudo parecia mais simples. Quando você era criança, ninguém passava horas se olhando no espelho procurando defeitos. Ninguém acordava pensando se o próprio rosto era bonito o suficiente, se o corpo estava certo, se o cabelo combinava, se as pessoas estavam julgando cada detalhe da sua aparência. Você apenas existia. E talvez seja por isso que tanta gente sente vontade de voltar para aquela época. Porque ser criança significava não carregar o peso constante da comparação. Você podia correr, brincar, rir alto, chorar quando queria, sem sentir que precisava estar bonito enquanto fazia tudo isso. Não existia aquela necessidade desesperada de aprovação visual. Você não precisava pensar se era atraente o suficiente para ser amado, notado ou tratado bem. O mundo ainda não tinha colocado em você a ideia de que aparência define valor. Mas então você cresce. E tudo muda. Você começa a perceber olhares diferentes. Comentários diferentes. Piadas que parecem pequenas para os outros, mas que ficam presas na sua cabeça por anos. Talvez alguém tenha criticado seu rosto “de brincadeira”. Talvez tenham comparado você com alguém considerado mais bonito. Talvez você tenha começado a perceber que certas pessoas recebem mais atenção, mais carinho e até mais gentileza simplesmente porque são visualmente agradáveis. E isso machuca. Porque por mais que repitam mil vezes que “aparência não importa”, o mundo inteiro parece agir ao contrário. As pessoas gostam de fingir que enxergam apenas personalidade, mas basta observar a forma como tratam alguém considerado bonito e alguém considerado “estranho” para perceber que isso não é totalmente verdade. É cruel perceber isso tão cedo. Cruel perceber que algumas inseguranças nascem antes mesmo de você entender o que é autoestima. Você começa a se olhar no espelho não para se reconhecer, mas para procurar defeitos. E quanto mais procura, mais encontra. O nariz parece errado. O sorriso parece estranho. O corpo nunca parece suficiente. Sempre existe alguma coisa para odiar. E o pior é que esse sentimento vai consumindo pequenos momentos da sua vida sem você perceber. Você deixa de tirar fotos. Evita espelhos. Se compara com desconhecidos na internet. Passa minutos observando detalhes que provavelmente ninguém percebe além de você. E, aos poucos, sua aparência deixa de ser apenas aparência e começa a definir a maneira como você enxerga sua própria existência. Talvez seja por isso que a infância parece tão confortável quando você olha para trás. Porque naquela época você ainda não tinha aprendido a se odiar. Ainda não sabia o que era se sentir inadequado por simplesmente existir do jeito que existe. Você não entendia padrões. Não entendia comparação. Não entendia a pressão absurda de precisar ser bonito para se sentir aceito. Você só vivia. E agora sente falta disso. Sente falta de olhar para si mesmo sem tanta crueldade. Sente falta de não transformar cada reflexo em motivo para tristeza. Porque chega um momento em que o problema deixa de ser “querer ficar bonito” e vira simplesmente não conseguir olhar para si mesmo sem sentir desconforto. E as pessoas raramente entendem o peso disso. Sempre existe alguém dizendo: “Você precisa se amar.” “Aparência não é tudo.” “O importante é o interior.” Mas frases assim, às vezes, parecem vazias quando você cresce vendo o mundo tratar beleza como prioridade o tempo inteiro. A verdade é que aparência importa socialmente. Importa em primeiras impressões. Importa na forma como algumas pessoas são tratadas. Importa no jeito que a sociedade decide quem merece mais atenção, mais elogios, mais aceitação. Negar isso seria ignorar a realidade. E é aí que aquela comparação faz sentido: “Todos têm nojo de barata, mas amam borboletas. Ambos são insetos.” #fy
Existe um momento muito específico da vida em que você começa a perceber que aparência importa mais do que as pessoas gostam de admitir. Antes disso, tudo parecia mais simples. Quando você era criança, ninguém passava horas se olhando no espelho procurando defeitos. Ninguém acordava pensando se o próprio rosto era bonito o suficiente, se o corpo estava certo, se o cabelo combinava, se as pessoas estavam julgando cada detalhe da sua aparência. Você apenas existia. E talvez seja por isso que tanta gente sente vontade de voltar para aquela época. Porque ser criança significava não carregar o peso constante da comparação. Você podia correr, brincar, rir alto, chorar quando queria, sem sentir que precisava estar bonito enquanto fazia tudo isso. Não existia aquela necessidade desesperada de aprovação visual. Você não precisava pensar se era atraente o suficiente para ser amado, notado ou tratado bem. O mundo ainda não tinha colocado em você a ideia de que aparência define valor. Mas então você cresce. E tudo muda. Você começa a perceber olhares diferentes. Comentários diferentes. Piadas que parecem pequenas para os outros, mas que ficam presas na sua cabeça por anos. Talvez alguém tenha criticado seu rosto “de brincadeira”. Talvez tenham comparado você com alguém considerado mais bonito. Talvez você tenha começado a perceber que certas pessoas recebem mais atenção, mais carinho e até mais gentileza simplesmente porque são visualmente agradáveis. E isso machuca. Porque por mais que repitam mil vezes que “aparência não importa”, o mundo inteiro parece agir ao contrário. As pessoas gostam de fingir que enxergam apenas personalidade, mas basta observar a forma como tratam alguém considerado bonito e alguém considerado “estranho” para perceber que isso não é totalmente verdade. É cruel perceber isso tão cedo. Cruel perceber que algumas inseguranças nascem antes mesmo de você entender o que é autoestima. Você começa a se olhar no espelho não para se reconhecer, mas para procurar defeitos. E quanto mais procura, mais encontra. O nariz parece errado. O sorriso parece estranho. O corpo nunca parece suficiente. Sempre existe alguma coisa para odiar. E o pior é que esse sentimento vai consumindo pequenos momentos da sua vida sem você perceber. Você deixa de tirar fotos. Evita espelhos. Se compara com desconhecidos na internet. Passa minutos observando detalhes que provavelmente ninguém percebe além de você. E, aos poucos, sua aparência deixa de ser apenas aparência e começa a definir a maneira como você enxerga sua própria existência. Talvez seja por isso que a infância parece tão confortável quando você olha para trás. Porque naquela época você ainda não tinha aprendido a se odiar. Ainda não sabia o que era se sentir inadequado por simplesmente existir do jeito que existe. Você não entendia padrões. Não entendia comparação. Não entendia a pressão absurda de precisar ser bonito para se sentir aceito. Você só vivia. E agora sente falta disso. Sente falta de olhar para si mesmo sem tanta crueldade. Sente falta de não transformar cada reflexo em motivo para tristeza. Porque chega um momento em que o problema deixa de ser “querer ficar bonito” e vira simplesmente não conseguir olhar para si mesmo sem sentir desconforto. E as pessoas raramente entendem o peso disso. Sempre existe alguém dizendo: “Você precisa se amar.” “Aparência não é tudo.” “O importante é o interior.” Mas frases assim, às vezes, parecem vazias quando você cresce vendo o mundo tratar beleza como prioridade o tempo inteiro. A verdade é que aparência importa socialmente. Importa em primeiras impressões. Importa na forma como algumas pessoas são tratadas. Importa no jeito que a sociedade decide quem merece mais atenção, mais elogios, mais aceitação. Negar isso seria ignorar a realidade. E é aí que aquela comparação faz sentido: “Todos têm nojo de barata, mas amam borboletas. Ambos são insetos.” #fy

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