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king.sky647
King🤴🏻 Sky :
Pepsi company
2026-07-02 00:32:01
165
kikilayo999
KIKILAYO 💦♠️♥️♣️ :
😂😂😂em eye red once
2026-07-01 19:02:19
1328
machala3342
Machala33 :
Bro you de make my day all time 😂😂😂😂😂😂 get it jor 😂😂😂😂😂😂😂
2026-07-01 15:35:44
714
jean.nkinzo4
jean Nkinzo :
Yeeeess
2026-07-01 21:31:55
172
cissesekou.28
cissesekou.28 :
2026-07-01 13:22:53
591
itjustdusty
itjustdusty :
u don confirm am abi 😂😂
2026-07-01 21:37:05
5
kellyboyy2
🌴 KELLY🌴 :
1 miss call
2026-07-02 00:07:51
1
zeeboy911
Ziaulhaq Dalhatu :
there was never bugul there was only me😂
2026-07-01 18:20:09
355
kemisola65_5
。・゚・(🪷kemzy`🌈❤️‍🔥)・゚・。 :
e dey wyne Pepsi 😅
2026-07-01 20:32:17
30
chainreach1
23yr old CEO :
Already knew he lost when he started struggling with the bottle cover 😂
2026-07-01 21:21:12
52
oliviiezvn9
itzz-Olivia :
omo na once eye red oo
2026-07-01 18:11:06
55
1real4kn
𝑴𝒊𝒄𝒉𝒆𝒂𝒍🐊 :
srry guys I tried my best buh next
2026-07-01 13:14:14
74
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A teologia da prosperidade não é cristã. Não é calvinista. Não é protestante. É um produto americano do século 20, nascido no pentecostalismo das décadas de 1940 e 1950, misturado com o New Thought, um movimento místico de Boston que pregava que o pensamento positivo determina resultado material. Nenhum reformador do século 16 sustentaria essa doutrina, e o cristianismo histórico a rejeita de dentro pra fora. Desde o Concílio de Niceia, em 325, a Igreja proíbe o clero de lucrar com dinheiro emprestado. O Concílio de Viena, em 1311, chega a declarar herege quem defender que cobrar juro não é pecado. Séculos de doutrina cristã tratam o lucro sobre capital como o problema central da ética financeira, não como caminho de bênção. A Reforma não afrouxa isso. Lutero é mais rígido que o próprio Vaticano da época: para ele, cobrar juro é pecado sem exceção, ponto final. Calvino, décadas depois, abre uma única exceção, e ela é condicionada: juro apenas sobre capital aplicado em atividade produtiva, taxa moderada, e proibido cobrar do pobre e do necessitado. Calvino nunca autorizou lucrar em cima de fé, e nunca autorizou lucrar em cima de quem não tem dinheiro sobrando. A teologia da prosperidade inverte as duas condições ao mesmo tempo. Cobra de quem tem menos, chamando isso de semente de fé, e promete retorno sobrenatural sem nenhuma aplicação produtiva por trás. Não é juro sobre capital. É oferta sem lastro, vendida como investimento espiritual. A Bíblia já tinha nome pra isso antes de qualquer concílio: em Atos 8, Simão, o Mago, tenta comprar de Pedro o poder do Espírito Santo com dinheiro, e é repreendido publicamente. Chama-se simonia, e é considerada pecado grave desde o primeiro século. Jesus expulsa os cambistas do templo em Mateus 21 por transformar o espaço sagrado em ponto de comércio. E em Mateus 6:24 a formulação é direta: ninguém pode servir a Deus e ao dinheiro ao mesmo tempo
A teologia da prosperidade não é cristã. Não é calvinista. Não é protestante. É um produto americano do século 20, nascido no pentecostalismo das décadas de 1940 e 1950, misturado com o New Thought, um movimento místico de Boston que pregava que o pensamento positivo determina resultado material. Nenhum reformador do século 16 sustentaria essa doutrina, e o cristianismo histórico a rejeita de dentro pra fora. Desde o Concílio de Niceia, em 325, a Igreja proíbe o clero de lucrar com dinheiro emprestado. O Concílio de Viena, em 1311, chega a declarar herege quem defender que cobrar juro não é pecado. Séculos de doutrina cristã tratam o lucro sobre capital como o problema central da ética financeira, não como caminho de bênção. A Reforma não afrouxa isso. Lutero é mais rígido que o próprio Vaticano da época: para ele, cobrar juro é pecado sem exceção, ponto final. Calvino, décadas depois, abre uma única exceção, e ela é condicionada: juro apenas sobre capital aplicado em atividade produtiva, taxa moderada, e proibido cobrar do pobre e do necessitado. Calvino nunca autorizou lucrar em cima de fé, e nunca autorizou lucrar em cima de quem não tem dinheiro sobrando. A teologia da prosperidade inverte as duas condições ao mesmo tempo. Cobra de quem tem menos, chamando isso de semente de fé, e promete retorno sobrenatural sem nenhuma aplicação produtiva por trás. Não é juro sobre capital. É oferta sem lastro, vendida como investimento espiritual. A Bíblia já tinha nome pra isso antes de qualquer concílio: em Atos 8, Simão, o Mago, tenta comprar de Pedro o poder do Espírito Santo com dinheiro, e é repreendido publicamente. Chama-se simonia, e é considerada pecado grave desde o primeiro século. Jesus expulsa os cambistas do templo em Mateus 21 por transformar o espaço sagrado em ponto de comércio. E em Mateus 6:24 a formulação é direta: ninguém pode servir a Deus e ao dinheiro ao mesmo tempo

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