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Quase 900 competidores. 17 países. Todos apontados como as maiores promessas da ciência mundial. A escola pública de uma cidade maranhense com 32 mil habitantes saiu com o primeiro e o segundo lugar. Pindaré-Mirim já foi pioneira antes. Foi uma das primeiras cidades do Brasil a receber energia elétrica, ainda no século 19. Então talvez não devesse surpreender que, décadas depois, uma estudante da cidade embarcasse pra Coreia do Sul pra competir numa das maiores disputas de robótica do mundo. Maria Clara é aluna do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão. Em agosto de 2025, ela e a equipe representaram o Brasil na Copa do Mundo de Robótica, cercada pelos melhores talentos do planeta vindos de países que investem fortunas em ensino de tecnologia. Ela não foi pra participar. Foi pra vencer. Meses antes de embarcar, o grupo treinou no laboratório do IEMA Rio Anil, em São Luís, programando robôs e simulando cada etapa da competição. Essa disciplina não é novidade no IEMA. Desde 2017, a escola disputa esse tipo de torneio. E chegou ao pódio mais de uma vez. Grandes laboratórios, orçamentos bilionários, países inteiros organizados em torno de produzir talento em tecnologia. O resultado veio de uma escola pública do interior do Maranhão. O que venceu não foi o investimento. Foi a disposição de aprender, persistir e aparecer preparado quando a oportunidade chegou. Segue @caduneiva pra continuar encontrando as histórias do Nordeste que o mundo não esperava.
Quase 900 competidores. 17 países. Todos apontados como as maiores promessas da ciência mundial. A escola pública de uma cidade maranhense com 32 mil habitantes saiu com o primeiro e o segundo lugar. Pindaré-Mirim já foi pioneira antes. Foi uma das primeiras cidades do Brasil a receber energia elétrica, ainda no século 19. Então talvez não devesse surpreender que, décadas depois, uma estudante da cidade embarcasse pra Coreia do Sul pra competir numa das maiores disputas de robótica do mundo. Maria Clara é aluna do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão. Em agosto de 2025, ela e a equipe representaram o Brasil na Copa do Mundo de Robótica, cercada pelos melhores talentos do planeta vindos de países que investem fortunas em ensino de tecnologia. Ela não foi pra participar. Foi pra vencer. Meses antes de embarcar, o grupo treinou no laboratório do IEMA Rio Anil, em São Luís, programando robôs e simulando cada etapa da competição. Essa disciplina não é novidade no IEMA. Desde 2017, a escola disputa esse tipo de torneio. E chegou ao pódio mais de uma vez. Grandes laboratórios, orçamentos bilionários, países inteiros organizados em torno de produzir talento em tecnologia. O resultado veio de uma escola pública do interior do Maranhão. O que venceu não foi o investimento. Foi a disposição de aprender, persistir e aparecer preparado quando a oportunidade chegou. Segue @caduneiva pra continuar encontrando as histórias do Nordeste que o mundo não esperava.

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