@alfredogaspar_: As investigações sobre a fraude no INSS não podem parar nem proteger apadrinhados ou parentes de políticos, inclusive Lulinha, filho do Presidente da República. Fico espantado com a possibilidade de haver tratamento desigual nas investigações. Eles deveriam ser investigados com o mesmo rigor aplicado a qualquer cidadão. A CPMI do INSS pediu o indiciamento de 216 pessoas por suposto envolvimento no esquema que prejudicou aposentados e pensionistas. Defendo que todas as linhas de investigação avancem sem interferências, privilégios ou distinções. A Justiça deve atuar com independência, garantindo que todos os fatos sejam apurados e que ninguém esteja acima da lei.