@d.arial: #viralvideo #tiktok #fyp #سيف_نبيل

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Saturday 04 July 2026 13:54:44 GMT
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frrr_89
ابو العــــــــــز 🎖️ :
سيف نبيل
2026-07-07 23:29:47
1
g_8kf
موسى🖤. :
نسخه عضيمه لسَيف نبيل
2026-07-06 07:58:36
12
riouj75
ً :
سويته
2026-07-04 15:31:33
6
.lavera6
هِيڤَاا :
غناهااا وطفةة
2026-07-10 03:36:20
1
r.lrltl
رَقيه  :
سنين شموععع.
2026-07-04 21:10:15
6
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Siga @ocampograndense | Um vídeo antigo do ex-deputado Roberto Jefferson voltou a circular após as recentes revelações envolvendo o escritório Barci de Moraes, integrado por Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes. A gravação é de 16 de outubro de 2020, apesar de publicações atribuírem o vídeo a 2021. Na ocasião, Jefferson mencionava valores de R$ 2 milhões e R$ 3 milhões para contratação do escritório e fazia acusações, sem apresentar provas, sobre suposta influência da banca em decisões judiciais. As declarações resultaram em condenação. Em 2021, a Justiça de São Paulo determinou que Jefferson indenizasse Moraes e Viviane por danos morais. As acusações de favorecimento não foram comprovadas. O vídeo voltou aos holofotes por uma coincidência que chamou atenção nas redes: em 2024, mais de três anos depois da gravação, o Banco Master firmou contrato com o Barci de Moraes prevendo pagamentos de R$ 3 milhões líquidos por mês durante 36 meses. O acordo chegaria a R$ 108 milhões líquidos, aproximadamente R$ 131 milhões em valores brutos. Outro elemento revelado recentemente aumentou a repercussão. Metadados encontrados pela Polícia Federal indicaram que uma versão da minuta do contrato foi modificada em uma conta identificada como “Ministro Alexandre de Moraes”. O escritório confirmou que Moraes analisou o documento, mas afirmou que a consulta ocorreu para verificar possíveis impedimentos ou conflitos de interesse antes da contratação. A banca também afirma que prestou efetivamente os serviços e que não representou o Master em processos no STF. A coincidência entre os R$ 3 milhões mencionados por Jefferson em 2020 e os R$ 3 milhões mensais previstos no contrato de 2024 explica a nova viralização, mas não comprova que o ex-deputado tivesse conhecimento antecipado do acordo nem valida suas antigas acusações. Até o momento, não há decisão judicial concluindo que o contrato tenha sido utilizado para compra de decisões ou favorecimento do Banco Master.
Siga @ocampograndense | Um vídeo antigo do ex-deputado Roberto Jefferson voltou a circular após as recentes revelações envolvendo o escritório Barci de Moraes, integrado por Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes. A gravação é de 16 de outubro de 2020, apesar de publicações atribuírem o vídeo a 2021. Na ocasião, Jefferson mencionava valores de R$ 2 milhões e R$ 3 milhões para contratação do escritório e fazia acusações, sem apresentar provas, sobre suposta influência da banca em decisões judiciais. As declarações resultaram em condenação. Em 2021, a Justiça de São Paulo determinou que Jefferson indenizasse Moraes e Viviane por danos morais. As acusações de favorecimento não foram comprovadas. O vídeo voltou aos holofotes por uma coincidência que chamou atenção nas redes: em 2024, mais de três anos depois da gravação, o Banco Master firmou contrato com o Barci de Moraes prevendo pagamentos de R$ 3 milhões líquidos por mês durante 36 meses. O acordo chegaria a R$ 108 milhões líquidos, aproximadamente R$ 131 milhões em valores brutos. Outro elemento revelado recentemente aumentou a repercussão. Metadados encontrados pela Polícia Federal indicaram que uma versão da minuta do contrato foi modificada em uma conta identificada como “Ministro Alexandre de Moraes”. O escritório confirmou que Moraes analisou o documento, mas afirmou que a consulta ocorreu para verificar possíveis impedimentos ou conflitos de interesse antes da contratação. A banca também afirma que prestou efetivamente os serviços e que não representou o Master em processos no STF. A coincidência entre os R$ 3 milhões mencionados por Jefferson em 2020 e os R$ 3 milhões mensais previstos no contrato de 2024 explica a nova viralização, mas não comprova que o ex-deputado tivesse conhecimento antecipado do acordo nem valida suas antigas acusações. Até o momento, não há decisão judicial concluindo que o contrato tenha sido utilizado para compra de decisões ou favorecimento do Banco Master.

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