@tiktok.comminhdat2j: cháy quá 🔥

ANGEL 🚬
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Tuesday 07 July 2026 07:50:29 GMT
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minh36186710
Minh :
👩‍🦰: “Ship hoả tốc đến cho nhị nha “ 👱‍♂️: “ vâng ạ “
2026-07-09 07:08:40
90
skibidi367kg
TungTungmixi :
Thì đấy, đặt hàng Ship " Hoả" tốc mà.
2026-07-09 06:20:38
13
lydang331
☆YUKINO☆ :
Ma tốc độ
2026-07-08 05:56:54
18
la1thangnhangheo
Vladimir Vladimirovich Putin :
2026-07-09 03:06:53
2
tankhang20015
Mrkhang🗿 :
nhạc
2026-07-08 12:49:52
0
khang34216888
khangVN🇻🇳🇻🇳🇻🇳 :
cái gì kìa cái gì kìa
2026-07-08 06:20:40
3
user2400711104304
user2400711104304 :
chị đó bảo em ship hàng hoả tốc mà ô🫪
2026-07-08 04:11:34
3
198929163731161664b2
. :
alo ship hỏa tốc cho chị đơn hàng shipper dạ chị
2026-07-08 05:51:45
2
concactokhungb0
ĐA :
2026-07-07 17:07:28
1
murad.chi.ton2
Heavenly Demon Sword Emperor :
M.a tốc độ
2026-07-09 13:17:41
0
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A reforma do Posto de Saúde da Vila Granada virou centro de uma polêmica na manhã desta quarta-feira. Operários foram flagrados trabalhando no local em condições de total vulnerabilidade, sem o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) obrigatórios, configurando grave risco de acidente de trabalho. O flagrante acendeu o alerta sobre a fiscalização das obras públicas no município. A ausência de itens básicos de segurança levanta questionamentos imediatos sobre a capacidade técnica da empresa terceirizada, contratada pela Prefeitura, para dar continuidade aos serviços de reforma da unidade de saúde. Suspeita de trabalhadores sem vínculo Além do risco iminente à integridade física dos operários, outra irregularidade chama a atenção: a total falta de uniformes. A ausência de identificação visual gerou a suspeita de que as pessoas que executam os serviços no momento possam não ser funcionários formais da empreiteira contratada. Diante da gravidade da situação e da falta de clareza sobre quem de fato está tocando a obra, a Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada para intervir. Uma viatura foi solicitada até o posto de saúde para averiguar a identidade dos trabalhadores, fiscalizar as condições do local e garantir o cumprimento das normas de segurança vigentes. O que diz a lei: A legislação trabalhista brasileira exige que toda empresa forneça gratuitamente os EPIs adequados ao risco de cada atividade, sendo a fiscalização uma responsabilidade conjunta do contratante — neste caso, a administração pública. Até o fechamento desta reportagem, as autoridades e os responsáveis pela obra aguardavam o desfecho da inspeção da GCM no local. O espaço segue aberto para o posicionamento da Prefeitura e da empresa responsável pela reforma. #JornalismoLocal #obra #mairinque #trabalho
A reforma do Posto de Saúde da Vila Granada virou centro de uma polêmica na manhã desta quarta-feira. Operários foram flagrados trabalhando no local em condições de total vulnerabilidade, sem o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) obrigatórios, configurando grave risco de acidente de trabalho. O flagrante acendeu o alerta sobre a fiscalização das obras públicas no município. A ausência de itens básicos de segurança levanta questionamentos imediatos sobre a capacidade técnica da empresa terceirizada, contratada pela Prefeitura, para dar continuidade aos serviços de reforma da unidade de saúde. Suspeita de trabalhadores sem vínculo Além do risco iminente à integridade física dos operários, outra irregularidade chama a atenção: a total falta de uniformes. A ausência de identificação visual gerou a suspeita de que as pessoas que executam os serviços no momento possam não ser funcionários formais da empreiteira contratada. Diante da gravidade da situação e da falta de clareza sobre quem de fato está tocando a obra, a Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada para intervir. Uma viatura foi solicitada até o posto de saúde para averiguar a identidade dos trabalhadores, fiscalizar as condições do local e garantir o cumprimento das normas de segurança vigentes. O que diz a lei: A legislação trabalhista brasileira exige que toda empresa forneça gratuitamente os EPIs adequados ao risco de cada atividade, sendo a fiscalização uma responsabilidade conjunta do contratante — neste caso, a administração pública. Até o fechamento desta reportagem, as autoridades e os responsáveis pela obra aguardavam o desfecho da inspeção da GCM no local. O espaço segue aberto para o posicionamento da Prefeitura e da empresa responsável pela reforma. #JornalismoLocal #obra #mairinque #trabalho

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