O “why, why, why” não é uma pergunta, é um eco. É quando a voz insiste não porque espera resposta, mas porque já entendeu o silêncio. Cada “why” cai como uma gota lenta, repetindo aquilo que o coração não consegue aceitar de uma vez só. É um porquê cansado, quase rendido, que pergunta só para sentir que ainda há algo vivo ali dentro. Não busca explicação, busca sentido no vazio. E, no fundo, é isso que dói: perguntar sabendo que ninguém vai responder, nem o mundo… nem a própria alma.