@vintagecheapselling: Mein größter Fehler beim Vintage Reselling 👀 #vintagereselling #vintagesupplier #vinted #vintedreselling #vintedsupplier

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Thursday 09 July 2026 09:28:19 GMT
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Comments

paul.08jfv
Paul :
wie kommt man an einen supplier?
2026-07-09 09:36:43
1
teo.resellt.immer
Teo resellt immer noch :
Würde weniger Effekte mache :) 🤝
2026-07-09 11:28:33
2
ur7wq
Luca :
Größen fehlen
2026-07-11 05:00:21
0
m1x.98873854
moax. :
wann nächster Drop ?
2026-07-09 16:43:35
1
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Buracos Negros | Completo O universo pode ser muito mais radical — e criativo — do que a nossa intuição permite. 🌌 Quando falamos de buracos negros, a imagem clássica é quase sempre a mesma: destruição total. Um ponto sem retorno onde tudo desaparece. Fim da linha. Tela preta. Mas e se essa visão estiver… incompleta? Porque existe uma possibilidade intrigante — quase desconfortável — de que buracos negros não sejam apenas “sumidouros” cósmicos. Talvez eles sejam portais de transformação. Pensa comigo: No coração de um buraco negro existe algo que chamamos de singularidade — um ponto onde as leis da física, do jeito que conhecemos, simplesmente deixam de funcionar. Espaço e tempo perdem o sentido. Tudo o que sabemos quebra ali. E quando a física quebra… abre espaço pra especulação. Alguns físicos teóricos sugerem que, em vez de um fim absoluto, a matéria que cai em um buraco negro poderia ser comprimida ao extremo — e então “rebater” de alguma forma, dando origem a uma nova expansão. Não aqui. Mas “do outro lado”. Um novo universo. Com seu próprio espaço, seu próprio tempo… e talvez suas próprias regras. Agora vem a parte que dá aquele leve tilt mental: Se isso acontece, então cada buraco negro poderia estar gerando um universo inteiro. Inteiro. Não uma cópia. Não uma extensão. Mas um novo começo. E isso muda completamente o papel desses objetos. Eles deixam de ser túmulos cósmicos. Passam a ser… úteros do universo. Sim, é uma analogia estranha — mas faz sentido nesse contexto. Porque, nesse cenário, o nosso próprio universo poderia ter nascido dentro de um buraco negro de outro universo. Uma espécie de “herança cósmica”. E isso levanta uma pergunta inevitável: Se universos geram universos… onde isso começou? Talvez não tenha começado. Talvez seja um ciclo. Ou pior (ou melhor): uma rede infinita, onde cada universo é apenas um nó ligado a incontáveis outros. Agora adiciona mais uma camada nisso tudo: E se as propriedades de cada novo universo não forem idênticas ao anterior? Pequenas variações nas constantes físicas. Mudanças sutis nas leis que governam tudo. Alguns universos colapsariam rápido demais. Outros nunca formariam estrelas. Alguns seriam caóticos demais pra qualquer estrutura surgir. Mas outros… seriam estáveis o suficiente. Complexos o suficiente. “Interessantes” o suficiente. E é aí que a coisa fica elegante. Porque, ao longo de incontáveis gerações, universos que geram mais buracos negros — e, portanto, mais “descendentes” — tenderiam a dominar essa rede cósmica. Não por intenção. Não por design. Mas por consequência. Uma espécie de seleção natural… sem biologia. Sem vida. Só com física. Nesse contexto, o nosso universo talvez não seja especial porque abriga vida. Talvez ele seja especial porque é muito bom em criar buracos negros. E a vida? Pode ter surgido como um efeito colateral disso tudo. Um bônus inesperado em um sistema que nunca teve “a intenção” de produzir consciência. É meio perturbador pensar assim. Mas também é incrivelmente bonito. Porque transforma o universo em algo ativo. Em processo. Em evolução constante. Não um palco parado — mas um sistema que se reinventa. Claro… tudo isso ainda está no território das hipóteses. Não temos como observar diretamente o interior de um buraco negro, muito menos verificar o nascimento de outros universos. Por enquanto, isso é uma ideia. Mas daquelas ideias que cutucam fundo. Que fazem você olhar pro céu e pensar duas vezes. Porque, no fim… talvez cada ponto escuro no universo não seja um fim silencioso. Mas o começo de tudo — de novo. E de novo. E de novo. 🔭✨ @Kurzgesagt  #ciencia #buraconegro #universo #espaco #AprendeEnTikTok
Buracos Negros | Completo O universo pode ser muito mais radical — e criativo — do que a nossa intuição permite. 🌌 Quando falamos de buracos negros, a imagem clássica é quase sempre a mesma: destruição total. Um ponto sem retorno onde tudo desaparece. Fim da linha. Tela preta. Mas e se essa visão estiver… incompleta? Porque existe uma possibilidade intrigante — quase desconfortável — de que buracos negros não sejam apenas “sumidouros” cósmicos. Talvez eles sejam portais de transformação. Pensa comigo: No coração de um buraco negro existe algo que chamamos de singularidade — um ponto onde as leis da física, do jeito que conhecemos, simplesmente deixam de funcionar. Espaço e tempo perdem o sentido. Tudo o que sabemos quebra ali. E quando a física quebra… abre espaço pra especulação. Alguns físicos teóricos sugerem que, em vez de um fim absoluto, a matéria que cai em um buraco negro poderia ser comprimida ao extremo — e então “rebater” de alguma forma, dando origem a uma nova expansão. Não aqui. Mas “do outro lado”. Um novo universo. Com seu próprio espaço, seu próprio tempo… e talvez suas próprias regras. Agora vem a parte que dá aquele leve tilt mental: Se isso acontece, então cada buraco negro poderia estar gerando um universo inteiro. Inteiro. Não uma cópia. Não uma extensão. Mas um novo começo. E isso muda completamente o papel desses objetos. Eles deixam de ser túmulos cósmicos. Passam a ser… úteros do universo. Sim, é uma analogia estranha — mas faz sentido nesse contexto. Porque, nesse cenário, o nosso próprio universo poderia ter nascido dentro de um buraco negro de outro universo. Uma espécie de “herança cósmica”. E isso levanta uma pergunta inevitável: Se universos geram universos… onde isso começou? Talvez não tenha começado. Talvez seja um ciclo. Ou pior (ou melhor): uma rede infinita, onde cada universo é apenas um nó ligado a incontáveis outros. Agora adiciona mais uma camada nisso tudo: E se as propriedades de cada novo universo não forem idênticas ao anterior? Pequenas variações nas constantes físicas. Mudanças sutis nas leis que governam tudo. Alguns universos colapsariam rápido demais. Outros nunca formariam estrelas. Alguns seriam caóticos demais pra qualquer estrutura surgir. Mas outros… seriam estáveis o suficiente. Complexos o suficiente. “Interessantes” o suficiente. E é aí que a coisa fica elegante. Porque, ao longo de incontáveis gerações, universos que geram mais buracos negros — e, portanto, mais “descendentes” — tenderiam a dominar essa rede cósmica. Não por intenção. Não por design. Mas por consequência. Uma espécie de seleção natural… sem biologia. Sem vida. Só com física. Nesse contexto, o nosso universo talvez não seja especial porque abriga vida. Talvez ele seja especial porque é muito bom em criar buracos negros. E a vida? Pode ter surgido como um efeito colateral disso tudo. Um bônus inesperado em um sistema que nunca teve “a intenção” de produzir consciência. É meio perturbador pensar assim. Mas também é incrivelmente bonito. Porque transforma o universo em algo ativo. Em processo. Em evolução constante. Não um palco parado — mas um sistema que se reinventa. Claro… tudo isso ainda está no território das hipóteses. Não temos como observar diretamente o interior de um buraco negro, muito menos verificar o nascimento de outros universos. Por enquanto, isso é uma ideia. Mas daquelas ideias que cutucam fundo. Que fazem você olhar pro céu e pensar duas vezes. Porque, no fim… talvez cada ponto escuro no universo não seja um fim silencioso. Mas o começo de tudo — de novo. E de novo. E de novo. 🔭✨ @Kurzgesagt #ciencia #buraconegro #universo #espaco #AprendeEnTikTok

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