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Friday 10 July 2026 12:08:51 GMT
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m4cusk0
M4cusk :
firstt
2026-07-11 07:33:35
0
myluvv437
￴ :
apaka ganda niyan!!!!!
2026-07-11 09:16:04
6
khaos.zi
死一rєι. :
pag ito talagang dalawa nagsama kahit comedy iiyak ka eh😭
2026-07-11 16:00:24
0
althaba_
Althea Taba(Insert:Cat,Kheyl) :
rinepost ni jerald napoles
2026-07-11 13:37:55
0
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ELA TINHA TUDO: GRAÇA, BELEZA, STATUS. E EM 29 ANOS O CONTO DE FADAS ACABOU Era amada pelo povo e pelo marido. Aos 29 anos, um mapa, uma distração e uma árvore acabaram com tudo. O rei a segurou contra o peito, gritando seu nome, mas Astrid já estava morta.  Em 17 de novembro de 1905, as três fadinhas mágicas das narrativas infantis pareciam ter abençoado a bebê do príncipe Carl da Suécia e da princesa Ingeborg da Dinamarca com tudo o que uma garota aristocrática poderia desejar:  Pelo lado paterno, era neta do rei Oscar II da Suécia e da Noruega, que governava desde 1872. Após a sua morte, em 1907, o trono sueco passou para as mãos do príncipe herdeiro Gustav V, enquanto o reino da Noruega foi ocupado em 1905 por Haakon VII, irmão da princesa Ingeborg. A maior parte da infância de Astrid transcorreu no palácio.  Depois de completar 20 anos, em 1925, seus pais começaram a procurar um noivo com considerável fortuna. O príncipe Leopold dos Belgas, futuro rei Leopold III, parecia o candidato ideal. Unindo o útil ao agradável. Em público, o casal não fazia questão de esconder sua paixão. Andavam de mãos dadas e se beijavam, o que foi considerado um escândalo para a época. Após a cerimônia civil na Suécia, Astrid chegou à Bélgica no dia 9 de novembro de 1926. No dia seguinte, ocorreu a cerimônia religiosa na Catedral de São Miguel e Santa Gudula. Após o tradicional atraso da noiva, Astrid desceu da carruagem usando um segundo vestido branco e o mesmo véu de rendas de Bruxelas de sua mãe. Um colar de diamantes era a única joia que enfeitava seu colo, antes que Leopold colocasse no seu dedo uma aliança cravejada de pedras preciosas. A princesa gostava de andar entre as pessoas nas ruas da capital para ver o marido em procissão e, sempre que podia, escapava do cerimonial da corte. O povo belga adorava ver sua princesa se misturando entre eles, com beleza, charme e simplicidade. Logo vieram os filhos. A primeira, Joséphine-Charlotte, nasceu em 1927 e seria futura grã-duquesa de Luxemburgo. fixarem no castelo de Stuyvenberg, em Laeken, a duquesa deu à luz em setembro de 1930 ao príncipe Baudouin, que sucederia o pai como rei dos Belgas. Na época da morte de seu sogro, o rei Albert I, em 17 de fevereiro de 1934, a nova rainha estava grávida do terceiro filho. Ele foi batizado Albert em homenagem ao avô e sucederia o irmão Baudouin como rei Albert II. Como soberana, Astrid se dedicou às causas sociais, algo que já fazia na Suécia. Preocupava-se com crianças abandonadas e mulheres desamparadas. Visitava abrigos e assentamentos, ouvindo as necessidades do povo. Em agosto de 1935, Astrid e Leopold foram passar férias na residência de verão, Villa Haslihorn, em Genebra. Joséphine-Charlotte e Baudouin acompanharam os pais. O príncipe Albert, ainda bebê, ficou sob cuidados das babás. No dia 28, os dois filhos mais velhos retornaram para Bruxelas. Na manhã de 29 de agosto, os soberanos fizeram sua última caminhada pelas montanhas antes de voltar para casa. Enquanto Leopold dirigia pela estrada, Astrid estava no banco do carona com um mapa nas mãos. Era cerca de 9h30 quando a rainha apontou para algo fora do percurso, fazendo com que o marido desviasse a atenção do volante. O conversível Packard One-Twenty saiu da estrada, desceu uma ladeira escarpada e colidiu com uma pereira, em Küssnacht am Rigi, perto do Lago Lucerna. O impacto foi tão grande que o corpo da rainha foi atirado para fora do carro, chocando-se com outra árvore. O rei Leopold III saiu levemente ferido, mas sua esposa não resistiu. Faleceu naquele mesmo dia, aos 29 anos. A última cena de que as testemunhas se lembram foi de ver o soberano segurando o corpo ensanguentado da mulher contra o peito, gritando desesperadamente pelo seu nome. A morte da rainha Astrid dos Belgas gerou verdadeira comoção popular. Texto: Renato Drummond Tapioca Neto   Imagem: Colorizado por Rainhas Trágicas - Mulheres, Guerreiras, Soberanas  #rainhastragicas #astridofsweden #queenastrid #rainhaastrid #belgica
ELA TINHA TUDO: GRAÇA, BELEZA, STATUS. E EM 29 ANOS O CONTO DE FADAS ACABOU Era amada pelo povo e pelo marido. Aos 29 anos, um mapa, uma distração e uma árvore acabaram com tudo. O rei a segurou contra o peito, gritando seu nome, mas Astrid já estava morta. Em 17 de novembro de 1905, as três fadinhas mágicas das narrativas infantis pareciam ter abençoado a bebê do príncipe Carl da Suécia e da princesa Ingeborg da Dinamarca com tudo o que uma garota aristocrática poderia desejar: Pelo lado paterno, era neta do rei Oscar II da Suécia e da Noruega, que governava desde 1872. Após a sua morte, em 1907, o trono sueco passou para as mãos do príncipe herdeiro Gustav V, enquanto o reino da Noruega foi ocupado em 1905 por Haakon VII, irmão da princesa Ingeborg. A maior parte da infância de Astrid transcorreu no palácio. Depois de completar 20 anos, em 1925, seus pais começaram a procurar um noivo com considerável fortuna. O príncipe Leopold dos Belgas, futuro rei Leopold III, parecia o candidato ideal. Unindo o útil ao agradável. Em público, o casal não fazia questão de esconder sua paixão. Andavam de mãos dadas e se beijavam, o que foi considerado um escândalo para a época. Após a cerimônia civil na Suécia, Astrid chegou à Bélgica no dia 9 de novembro de 1926. No dia seguinte, ocorreu a cerimônia religiosa na Catedral de São Miguel e Santa Gudula. Após o tradicional atraso da noiva, Astrid desceu da carruagem usando um segundo vestido branco e o mesmo véu de rendas de Bruxelas de sua mãe. Um colar de diamantes era a única joia que enfeitava seu colo, antes que Leopold colocasse no seu dedo uma aliança cravejada de pedras preciosas. A princesa gostava de andar entre as pessoas nas ruas da capital para ver o marido em procissão e, sempre que podia, escapava do cerimonial da corte. O povo belga adorava ver sua princesa se misturando entre eles, com beleza, charme e simplicidade. Logo vieram os filhos. A primeira, Joséphine-Charlotte, nasceu em 1927 e seria futura grã-duquesa de Luxemburgo. fixarem no castelo de Stuyvenberg, em Laeken, a duquesa deu à luz em setembro de 1930 ao príncipe Baudouin, que sucederia o pai como rei dos Belgas. Na época da morte de seu sogro, o rei Albert I, em 17 de fevereiro de 1934, a nova rainha estava grávida do terceiro filho. Ele foi batizado Albert em homenagem ao avô e sucederia o irmão Baudouin como rei Albert II. Como soberana, Astrid se dedicou às causas sociais, algo que já fazia na Suécia. Preocupava-se com crianças abandonadas e mulheres desamparadas. Visitava abrigos e assentamentos, ouvindo as necessidades do povo. Em agosto de 1935, Astrid e Leopold foram passar férias na residência de verão, Villa Haslihorn, em Genebra. Joséphine-Charlotte e Baudouin acompanharam os pais. O príncipe Albert, ainda bebê, ficou sob cuidados das babás. No dia 28, os dois filhos mais velhos retornaram para Bruxelas. Na manhã de 29 de agosto, os soberanos fizeram sua última caminhada pelas montanhas antes de voltar para casa. Enquanto Leopold dirigia pela estrada, Astrid estava no banco do carona com um mapa nas mãos. Era cerca de 9h30 quando a rainha apontou para algo fora do percurso, fazendo com que o marido desviasse a atenção do volante. O conversível Packard One-Twenty saiu da estrada, desceu uma ladeira escarpada e colidiu com uma pereira, em Küssnacht am Rigi, perto do Lago Lucerna. O impacto foi tão grande que o corpo da rainha foi atirado para fora do carro, chocando-se com outra árvore. O rei Leopold III saiu levemente ferido, mas sua esposa não resistiu. Faleceu naquele mesmo dia, aos 29 anos. A última cena de que as testemunhas se lembram foi de ver o soberano segurando o corpo ensanguentado da mulher contra o peito, gritando desesperadamente pelo seu nome. A morte da rainha Astrid dos Belgas gerou verdadeira comoção popular. Texto: Renato Drummond Tapioca Neto Imagem: Colorizado por Rainhas Trágicas - Mulheres, Guerreiras, Soberanas #rainhastragicas #astridofsweden #queenastrid #rainhaastrid #belgica

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